quinta-feira, 1 de junho de 2017

DIA 22/06, NILO E SINDIMETAL RIO CONVOCAM OS TRABALHADORES PARA CONCENTRAÇÃO NA PRAÇA MAUÁ.

NILOS SÉRGIO PEDE APOIO DE COMPANHEIROS NESSE ATO.

Entendam que o apoio do Sindimetal Rio, que dará toda infraestrutura nesse dia com faixas, diretorias e carro de som nessa manifestação está confirmado.


     Vocês deveriam promover a paralisação no dia e horário em que for marcado o ATO na Praça Mauá. Vocês deveriam acreditar mais em vocês, acreditarem na luta contra a injustiça que sofrem, se auto apoiarem, serem um só grupo.

     Seja esse sindicato das calcinhas com nome carinhoso que vocês o chamam agora ou o Sindicato dos metalúrgicos não farão nada pelo pessoal da Emgepron, pois a verdadeira força está com os trabalhadores, a força está na união dos chãos de fábrica. 

     Esses militares da Marinha e servidores civis da Marinha, na FAJ, LFM, Arsenal e outras OM's, são verdadeiros capatazes, eles não sabem lidar com ativismos de trabalhadores por direitos, politizados, que lutam, só sabem administrar os civis que sentem medo: "Os quem têm medo não brigam". 

     É certo que haverá retaliação, muitos serão perseguidos e demitidos mas, se conseguirem colocar o nome Emgepron e Marinha nas ruas e continuarem expondo o "bom" nome desses oficiais e da Estatal, isso pode ser levado ao tribunal como privação do direito de protestar contra a covardia e deslealdade na relação de trabalho dentro de uma Organização Militar. No período que trabalhei com vocês, notei que os Oficiais da Marinha e da Emgepron sentem mais medo da revolta coletiva de vocês do que vocês sentem medo deles (por isso que sempre demitem os ativistas que promovem os movimentos de protestos, greves, paralisações...), fazem isso para que vocês achem que eles possuem poder, para que vocês sintam medo desse falso poder que eles possuem.

     A situação ruim aí dentro sempre foi mérito dos trabalhadores; as demissões em massa sempre foram culpa dos trabalhadores. Fossem por medo de retaliação e perseguição, ou por alguns conspirarem contra a própria luta para se darem bem com a "administração" da Estatal e não serem colocados na "cabrita" pelos Oficiais da Marinha que não toleram ativismo sindical e se apoiam em traidores da causa para desmobilizarem e terem conhecimento prévio dos movimentos mais secretos dos trabalhadores, a culpa sempre foi de vocês.

     Cada trabalhador de luta demitido, perseguido, desde as primeiras demissões em massa nessa Estatal até a última em fevereiro de 2016, sempre foi culpa dos trabalhadores da Estatal que permanecem dentro dela.

     Vocês podem novamente passar longe do Nilo nesse dia como sempre fazem, desmerecer a luta e ferocidade no vocabulário do homem, podem dizer que eles está louco e não comparecerem na Praça Maua, ou podem sair da FAJ, LFM, Arsenal e se juntarem a ele pela causa, no dia ou nos dias que forem necessários à luta contra essa Estatal mais sacana de todos os tempos, ou seja, Emgepron a Estatal vinculada à Marinha do Brasil.

     A escolha sempre será de vocês.

(RESPOSTA A COMENTARISTA EM POSTAGEM ANTERIOR).



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sábado, 25 de junho de 2016

Nilo Sérgio Grava Áudio para os trabalhadores demitidos:


Os Desembargadores da 7ª TURMA do Tribunal Regional do Trabalho do Rio de Janeiro-TRT1: Theocrito Borges dos Santos Filho,  Rogério Lucas Martins, Sayonara Grillo Coutinho Leonardo da Silva, Giselle Bondim Lopes Ribeiro e José Luís Campos Xavier irão julgar a Ação Rescisória que busca tirar os direitos sindicais já transitados em julgado dos trabalhadores, sejam eles demitidos ou não:


     A AÇÃO RESCISÓRIA SERÁ JULGADA DIA 30/6, NILO EM UMA CONVERSA PELO WHATSAPP PEDIU QUE FOSSE CONVOCADA ATRAVÉS DO BLOG A PRESENÇA DOS TRABALHADORE:




Áudio: NILO SÉRGIO CONVOCA PRESENÇA DOS DEMITIDOS.
     Creio que, para os que acompanham essa luta, essa Ação Rescisória está bem explicada, mas muitos sentiram a mão pesada dos Oficiais da Marinha, no controle da Estatal, agora, em 2016, e não estão familiarizados com o processo. Há muitos que me escrevem achando que se trata de mais um processo em meios aos mais de 500 movidos contra as demissões imotivadas na Estatal. Por isso, aconselho a todos que ouçam o Áudio em que Nilo Sérgio explica a Ação Rescisória e convoca-os à luta.

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terça-feira, 3 de maio de 2016

(OS TRABALHADORES DO LABORATÓRIA FARMACÊUTICO DA MARINHA, LFM, ESTÃO PROIBIDOS DE ENTRAR PARA TRABALHAR), REUNIÃO DE TRABALHADORES DA ESTATAL EM FRENTE AO TRIBUNAL, ANTES DAS 15 HORAS (RECOMEÇARAM AS DEMISSÕES NA ESTATAL).

DESDE 31/5, OS TRABALHADORES DO LABORATÓRIA FARMACÊUTICO DA MARINHA, LFM, ESTÃO PROIBIDOS DE ENTRAR PARA TRABALHAR.

    Como havia publicado no Página do Blog no Facebook, os Empregados da Estatal lotados no Laboratório da Marinha, LFM, continuam impedidos de entrar no setor de Trabalho. 

    Hoje, a Administração (RH) da Estatal esteve lá e avisou-os que a Marinha não tem mais contrato com a Estatal no Laboratório. Os trabalhadores foram aconselhados pelo RH da Estatal, em reunião hoje, dia 03/6, a esperarem até o final de mês de junho para terem uma definição da situação deles (e olha que houve uma Reunião entre Estatal e Sindicato, com ata lavrada, em que a Empresa garantiu que não haverá mais demissões):



São Covardes, mas só culpo os Trabalhadores por toda essa sacanagem contra o direito.

Quando penso na Emgepron e lembro dos trabalhadores, principalmente nesse momento pós-demissão em Massa de quase 600 trabalhadores, fico a pensar nos Gigantes da Injustiça e os quase 1800 trabalhadores amedrontados.

Nenhuma justiça haverá (justiça a um ou dois que possa vir haver não é justiça, se não injustiça; justiça é respeito a direitos de todos).

No Documento acima, denunciei ao Conselho Nacional do Ministério Público a inércia dos Procuradores do Rio sobre as petições relacionadas à questão denúncia contra Emgepron. Essa inércia fazia com que eles arquivassem todas as denúncias sem que os peticionantes pudessem rebater a tempo.

Acima, despacho do Procurador Berthier: Sendo pego de surpresa sobre a verdade que ele não queria ver, ou seja, não são 88 demitidos, são mais de 500 demitidos, o Procurador afrontou o direito difuso que envolve quase 600 trabalhadores demitidos e sentencia-os à covardia.

    Eu não acredito na justiça. Quando vocês "oram", "rezam" e não lutam (como alguns que lutam) por esperarem intervenção divina, eles riem e brindam tomando taças cheias da desgraça, do desespero, do sangue e do suor alheios. Não esperem por uma justiça vinda das mãos de engravatados, o sistema judiciário faliu desde os anos 90 e eles sabem disso, mas querem que vocês creiam nela.

    Dia 02/6, o Procurador Berthier chamou a Estatal a depor novamente. Haverá um teatro cheio de perguntas que possibilitem a Estatal sair-se bem para ele arquivar rapidamente o Inquérito Civil aberto. Escrevo isso rindo, não riso de sarcasmo, mas de tristeza por ver a justiça de braços dados com a sonegação de direitos.

Será que o Diretor do AMRJ deu-nos o "Tiro de Misericórdia" ou informou ao Juiz que o Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro irá construir quatro Corvetas? Será que informou ao Juiz que o AMRJ irá voltar a operar e construir quatro Corvetas ou jogou Pá de Cal?

Bem, vi o documento ontem: Foi "pá de cal".

Demissões na Estatal, hoje, sexta-feira 13.




O juiz da 48ª VT nem deu a sentença, mas confiante na vitória zombeteira diante da justiça esperada pelos crédulos trabalhadores, a Administração Militar na Estatal
reiniciou sua sede de demissões.


    ADVOGADO DE R$ 1 MILHÃO E MEIO DE REAIS MANOBROU NA AÇÃO RESCISÓRIA:



    VÁRIOS EMPREGADOS PÚBLICOS DA ESTATAL, NA FAJ, LFM E SEDE, DEMITIDOS EM SETEMBRO DE 2015, ME DISSERAM NÃO TEREM CONSEGUIDO RECEBER O SEGURO DESEMPREGO PORQUE O CNPJ DA ESTATAL ESTAVA BLOQUEADO PARA O SAQUE. 
Prepotentemente, nunca aceitei isso. Dentro daquilo que entende como direito, não admiti isso. Não admiti ISSO por isso ferir o texto claro da Constituição Federal de 1988, no artigo 173, incisos I, II.
O MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO SE POSICIONOU SOBRE ISSO:


A ironia dessa charge não tem cunho religioso.
        DEPOIS DE TENTAR FRUSTRAR O JULGAMENTO DA AÇÃO DE REINTEGRAÇÃO POR MOTIVO DE "VIAGEM", ESTATAL TENTA A MESMA MANOBRA NA AÇÃO RESCISÓRIA:




    Advogado de R$ 1 milhão e meio de reais, contratado pela Estatal para tirar o Sindimetal Rio da representatividade sindical dos trabalhadores, pede à Desembargadora do TRT para não haver julgamento da Ação Rescisória porque ele "precisa" viajar... Já vimos essa novela antes:
Denilson enviou uma mensagem para mim avisado dessa sacanagem:
Depois de 2 anos enrolando, o advogado de R$ 1.500.000,00, Doutor Medina,
pede para não haver julgamento porque ele precisa viajar.



AUDIÊNCIA DA AÇÃO DE REINTEGRAÇÃO COLETIVA (DIA 09/5/2016).

Carlos (Fom Fom), Leonardo e outros trabalhadores pediram para pedir aos Trabalhadores e os que foram demitidos pela Estatal que compareçam ao Protesto no Dia da Audiência da Ação Coletiva de Reintegração agendada para o Dia 09/5/2016, às 15h, no Tribunal Regional do Trabalho, nº 251.


A CONCENTRAÇÃO SERÁ EM FRENTE AO BRIZOLÃO 
(em frente ao Tribunal).

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terça-feira, 9 de fevereiro de 2016

UMA SELVAGERIA SEM LIMITES.



 
    Na foto, Técnico da Estatal convidado pelo Wallace, Wallace Paz, Alex Santos, Deputada Federal Jandira Feghali, Advogada (Sindimetal) Cristiane, Assessor do Ministro e o então Ministro da Defesa Celso Amorim, em Reunião em Brasília.


SELVAGERIA SEM LIMITES


 
    Em 2001, o Sindimetal Rio inicia um Processo pela Reprentatividade dos Trabalhadores da Estatal; em 2011, um Processo pedindo o reconhecimento da Representatividade do Sindimetal Rio foi sentenciado pela 21ª Vara do Trabalho, Juíza Gláucia Zuccari, ordenando que o Sindicato das Costureiras (Autônomos) se abstivesse de falar em nome dos Trabalhadores da Estatal e que a Administração da Estatal reconhecesse que o Sindicato dos Metalúrgicos do Rio de Janeiro (Sindimetal Rio) representa os Trabalhadores, a partir daquela sentença transitada em julgado.

    Então, a Administração daquela Estatal recorreu ao Tribunal Regional do Trabalho (TRT) e a 5ª Turma Recursal confirmou a Legalidade da Decisão da 21ª VTRJ: Vitória aos Trabalhadores?

Ainda não...
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quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

A PODEROSA EMGEPRON, A FORÇA MARINHA DO BRASIL e a POSIÇÃO DO SINDIMETAL RIO.




Sorrir conscientes que há os que choram, isso amplia nosso vínculo com o próximo:
Gaste um tempo vendo as fotos, clique no link: www.divulgandodesaparecidos.org/desaparecidos_com_foto.
Quem sabe você, leitor, tenha visto alguém deles por aí?
Há conhecido/parente desaparecido? Cadastre-se e dê publicidade/divulgação ao fato. Clique no link: "http://www.divulgandodesaparecidos.org/desap_cadastro.php".

 
    De que se queixa, pois, o homem? Queixe-se cada um dos seus pecados.
(Livro das Lamentações do Profeta Jeremias, cap3 v39.)

    DIANTE DO TERRORISMO, PARA COM OS CONCURSADOS DA ESTATAL EMGEPRON, FEITO NO AMRJ, É NÍTIDO O MEDO NOS OLHOS DOS TRABALHADORES E, 

AO MESMO TEMPO,
HÁ COVARDIA ESCANCARADA NOS ROSTOS DOS ADMINISTRADORES DO AMRJ e DA
EMGEPRON.


    Porque temem ser demitidos os trabalhadores? Porque ameaçam os trabalhadores de demissão os Militares do AMRJ e EMGEPRON?


    ESSE TEXTO, DO PROFETA JEREMIAS, É ANÁLOGO À SITUAÇÃO VIVIDA PELOS TRABALHADORES DA EMGEPRON: "O MEDO SOMADO A OMISSÃO POR PARTE DOS TRABALHADORES SÃO AS CAUSAS DE TODAS AS INJUSTIÇAS QUE ELES E SUAS FAMÍLIAS MESMOS SOFREM". 

    Esse medo e omissão têm sido o "pecado" de que se queixam os trabalhadores da Estatal.


    O Procurador João Batista Berthier Leite Soares está atendo, pelo Procedimento Preparatório PP 003461.2015.01.000/0, denúncias do Cleiton, demitido da FAJ, sobre a demissão em massa na Fábrica de Munição da Marinha "FAJCMC". Como parte interessada, qualquer um, dos quase mil trabalhadores do Arsenal de Marinha, seus familiares e parentes, amigos, pode escrever a esse Procurador e ajudar na denúncia do Cleiton contra o ATO "brincalhão" das Administrações do ARMJ, FAJ, LFM e SEDE DA EMGEPRON ao abrir concursos públicos, contratar 1800 concursados e demitir os concursados (art. 37, caput e inciso II, da CF/88). Mas, até agora, nenhum trabalhadores "ousou" peticionar ao Procurador... 

    Porque será? 

    Não quer se "expor"? Então, novamente a pergunta, seguida da resposta do Próprio Profeta Judeu: "De que se queixa, pois, o homem? Queixe-se cada um dos seus pecados.
(Lamentações, cap3 v39.)

    Acham que vou fazer essa petição? Não, não sinto medo da tal "demissão". Meus "pecados" estão escritos nesse Blog, nos movimentos que ajudei a organizar (20 de maio de 2014), nos protestos dentro e fora do AMRJ que ajudei  a promover e participei, nas várias denúncias feitas à Procuradora Isabela Terzi, na Petição, junto a outro trabalhador, ao Ministério Público para que aquele Órgão acompanhasse a Ação Rescisória movida pela Estatal a preço de mais R$ 1 Milhão e Meio de Reais, denúncias feitas sobre a última ameaça de demissão de "porcentagem" dos trabalhadores em 2014... 

    De que me queixaria, se não dos meus próprios "pecados"?

    RESPONDAM: QUEM ESTÁ PAGANDO OS CUSTOS PARA QUE O AMRJ ESTEJA FUNCIONANDO? 

    QUEM DEU A ORDEM PARA QUE, SUPOSTAMENTE, UMA ESTATAL CIVIL ESTEJA PAGANDO DESPENSAS COMO AS CONTAS DE ÁGUA, LUZ, TELEFONE E OUTRAS DESPESAS DO ARSENAL DE MARINHA DO RIO DE JANEIRO "AMRJ" (Organização Militar)?

    Diante das respostas, é desumana e desleal as ameças de demissões...



Friedrich Engels, ao escrever a introdução ao livro de Karl Marx “A luta de classes na França”: "Se houver alguma possibilidade de as massas trabalhadoras chegarem ao poder, a burguesia não admitirá a democracia sendo até capaz de golpeá-la".

    Então vejo os trabalhadores amedrontados... 

   Covardia tem sentido duplo nessa postagem.



SINDICATO:


 

    Estive no Sindicato, hoje, 05/02/16, e conversei com Jonas, ex-funcionário da Estatal e diretor da base metalúrgica no Centro. Segundo Jonas, no dia 25/02, o Sindicato foi convocado, por Ofício, a comparecer à reunião, na Sede da Estatal, sobre a Participação nos Lucros ou Resultados "PLR". Quem compareceu à Reunião foi o Melquisedeque (segundo ele, tentou entrar em contato comigo para avisar da reunião e não conseguiu). Melqui, atual Diretor Jurídico do Sindimetal Rio e o Diretor Alexandre Cavalcante Loyola foram quem compareceram a essa Reunião na Sede da Estatal. A reunião foi sobre a PLR. O Sindicato não concordou com as regras da PLR que só prejudicam o trabalhador e mandou que estivesse registrado em ATA essa posição de recusa por parte do Sindimetal Rio. Melquisedeque pediu para que os representantes da Empresa se explicassem sobre a ameaça de demissão em massa dos Trabalhadores, os representantes da Estatal se recusaram a dar explicação sobre esse tema.

    Perguntei ao Jonas que atitude o Sindicato está tomando para coibir essa selvageria da parte da Estatal. Segundo Jonas, eles estão com denúncia (anterior a essa ameaça) no Ministério Público do Trabalho (Procedimento Preparatório "PP 003461.2015.01.000/0") e também em contato com a Deputada Federal Jandira Feghali (PCdoB) sobre essa decisão da Marinha em demitir os Empregados da Estatal.

    Segundo Jonas, é estranha a Posição do Comando da Marinha do Brasil, força militar a que a Estatal é subordinada e que, através desta, está vinculada ao Ministério da Defesa, cujo Ministério tem como Ministro atual, Aldo Rebelo (PCdoB) em, de certa forma, autorizar a demissão dos Empregados da Estatal. Uma vez que o próprio Governo Federal (Presidente Dilma Roussef) tem lutado para manter os postos de trabalho, subsidiado meio como o Acordo de Leniência para que as Empresas mantenham os postos de trabalho, é estar na "contramão" do interesse do Próprio Governo.

Segundo Jonas, essas indagações estão sendo levadas as Autoridades.

    Observação: Sobre a informação de que o Sindimetal Rio esteve em reunião convocada pelo Sintec Rio com os técnicos (print do panfleto da convocação está acima), Jonas esclareceu que o Presidente do SINTEC Rio pediu para que o Presidente do Sindimetal Rio, Jesus Cardoso, marcasse um encontro entre eles para discutir esse assunto em comum: "Emgepron". Segundo Jonas, o conselho dele ao  Jesus é que marcassem esse encontro. Ressalto que, segundo Jonas, o Sindimetal Rio não esteve nessa reunião, quinta-feira 04/02, convocada pelo SINTEC Rio e não fora convidado.
 
Posição desse humilde trabalhador:

    Minha posição pessoal sobre isso continua a mesma: "a Estatal Emgepron não é Empresa de nenhum Almirante; os Trabalhadores que se encontram lá, com exceção dos Diretores-Militares convidados pelo Diretor em Exercício ou nomeados pelo Presidente da República em exercício, são todos concursados (art.37, inciso II, em concordância com o caput desse mesmo artigo). Concluo que a demissão em massa de trabalhadores dessa Estatal é afrontar a Constituição Federal, é desafiar o Direito Constitucional ao Emprego Público previsto no inciso II do artigo 37 da CF/88 desses trabalhadores concursados.

    A mudança de maus hábitos administrativos adquiridos pela Administração dessa Estatal para o bom hábito, a ser adquirido, só se dará  com a organização consciente dos trabalhadores, só se dará com a conscientização política da situação e da necessidade de serem respeitados. 


    Somente coletividade de trabalhadores pode impor respeito ao Direito de, ao ter prestado concurso público, ter o direito constitucional a conquista do Emprego garantido.

    Se o Órgão Militar da Marinha não tinha condições de ter um
pequeno efetivo de Empregos Públicos, não deveria ter "brincado" com a Instituição do Concurso Público para tê-lo.


Leiam essa postagem na Página do Blog: https://www.facebook.com/metalurgicosdaemgepron/posts/571789579644914.

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segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

BRASIL, MOSTRA SUA CARA!!! DIZ QUEM É QUE PAGA PARA A GENTE FICAR ASSIM. BRASIL, QUAL É SEU NEGÓCIO? O NOME DO SEU SÓCIO? CONFIA EM MIM...




Como trabalhador e expoente de minhas ideias (teorias sobre leis e direito) e denúncias aqui, no Blog, sou, às vezes, duramente criticado pelos trabalhadores que buscam "boas notícias alvissareiras". Mas também sou trabalhador e quando vejo que algo planejado que envolve a todos e dá errado, me sinto no direito de criticar também:

Que o Drº Moutinho, a serviço da Estatal, se defendesse das denúncias do Trabalhador anônimo que originou a denúncia e as minhas, ao longo desse ano de 2014 a 2015, na denúncia dele sobre o não cumprimento da Convenção Coletiva de Trabalho do Sindicato JUDICIALMENTE reconhecido a representar os Trabalhadores da Estatal da Marinha "EMGEPRON" garantido pelos Decreto-lei nº 229/67 e art. 611 do Decreto-Lei nº 5.452/43, mas me recuso a entender os Trabalhadores entregarem o jogo. Enfim, "não se chora por leite derramado".

    Acima, trecho Denúncia feita por grupo de trabalhadores que planejaram protestos em frente ao MPT (nessa manifestação e tentativa de entregar abaixo-assinado à Procuradora, esse trabalhador que lhes escreve foi aconselhado pelos organizadores a ficar de fora).

Leiam também essa postagem: cliquem.



    
    
    A Audiência com a Procuradora Isabela Terzi e Sindimetal:

    Como venho dizendo, embora minhas ideias não sejam defendidas, o destino dos Trabalhadores da Emgepron estão nas mãos dos próprios trabalhadores: "não esperem "Sassá Mutema, o salvador da Pátria", são vocês que devem ir à luta por respeito.

    A reclamação dos Trabalhadores de que foram obrigados a irem à Justiça pedir seus direitos individualmente à Convenção Coletiva acabou por ser usada (como eu sabia que seria e avisei isso tão logo alguns trabalhadores me deram feedback daquela audiência) pela Procuradora Isabela Terzi do MPT lavar literalmente às mãos. Não acho que os trabalhadores agiram errado, só não entenderam a situação. Talvez por simplesmente estarem na arquibancada e não dentro do campo que eles entraram para jogar de supetão.

    Deram à Procuradora escorregadia o álibi para dizer aquilo que a Estatal estava babando de vontade de ouvir: "se virem na justiça". Nesse campo, o Esquadrão da Estatal cria todas as barreiras imagináveis e inimagináveis para impedir o acesso do Trabalhador a direito à CCT. Que Justiça é essa? Uma Justiça convivente, isso sim. Vocês são Profissionais e recebem seus pisos salarias menor que o de um Ajudante? E, ainda assim, o Drº Moutinho e sua tropa conseguem fazer a justiça se ajoelhar? Há!, o Doutor Moutinho é o cara no Direito do Trabalho? Não, a Justiça faz vista grossa, é parcial, protege o dono do dinheiro (capital). Trata-se de um tipo de Corrupção Branca. O Drº Moutinho perdeu o processo pela Representatividade, perdeu o prazo que o fez perder no TST, também; concluo que ele não é melhor do que qualquer outro advogado.

    Que País é esse em que a Consolidação das Leis do Trabalho garante uma coisa aos Trabalhadores, mas uma Estatal do Governo Federal descumpre com a fraca alegação de não participar do Sindicato Patronal SINAVAL... Por favor...

    Imaginem se a Petrobras resolvesse não fazer parte de Sindicato Patronal de Fornecedores de Petróleo e resolvesse contratar petroleiro a preço de banana, como na Estatal da Marinha "Emgepron".

    Então, na Visão da Procuradora Isabel Terzi "MPT", qualquer empresário pode se desvincular de Sindicato patronal e contratar profissionais pelo valor pago a Serviços Gerais que está tudo certo? A Convenção que visa proteger o piso mínimo da categoria pode deixar de ser cumprida?

    Se o Ministério Público do Trabalho não é capaz de fiscalizar um simples descumprimento de texto de Lei, quem mais o será?

    A Justiça não tem força suficiente, o Ministério Público põem o Galho dentro e os Trabalhadores, em sua maioria esmagadora, se comportam como se fossem ovelhas sendo tosquiadas, como se fossem gados no abatedouro ou sapos sendo cozinhados pacificamente, em fogo brando; se omitem amedrontados...

    Ninguém virá nos Ajudar, se nós não nos ajudarmos.
Nem um político, nenhum Procurador do Ministério Público.

    Ou vocês perdem o medo e venham à rua, de peito aberto (assistam), denunciando a recusa dessa Estatal em cumprir um simples ordenamento na CLT, art. 611, ou abaixem as cabeças e deixem eles declararem, soberbamente, mais de R$ 300 MILHÕES DE REAIS, em 2011; e R$ 65 MILHÕES DE REAIS em 2014, em seus Balanços Patrimoniais, e vocês, trabalhadores? E suas famílias?

"Não deixem de ler o aviso da Drª Regina (cliquem)."

ATA da Audiência Procuradora Isabela Terzi e Sindimetal Rio.



A Administração da Estatal declarou para o ano de 2014 e 2015, em seu Relatório de Gestão, Capital de Giro em R$ 65 MILH...
Posted by Metalúrgicos da Emgepron on Sexta, 4 de dezembro de 2015

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domingo, 11 de outubro de 2015

No meu caso, era algo inevitável, quando houvesse o ajuste de contas. (E OUTRAS ATUALIZAÇÕES.)



Algumas informações sobre a situação dos trabalhadores que eu tiver conhecimento, opiniões e denúncias estarão nessa página,
exceto por algum motivo pessoal: www.facebook.com/metalurgicosdaemgepron.

   Essa tem sido, para mim, a tônica das injustiças em que vivemos e do porquê o Ministério Público ser tão cordial, não incisivo quanto quando se trata de Empresas na iniciativa privada: o texto destacado em Amarelo é o famoso "Você sabe com quem você está falando?", trata-se da famosa carteirada.
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quinta-feira, 20 de agosto de 2015

MENSAGEM DA PETIÇÃO ENVIADA À PROCURADORA DO MINISTÉRIO PÚBLICO DO TRABALHO ISABELLA TERZI.

EXCELENTÍSSIMO(A) SENHOR(A) PROCURADOR(A)
DO MINISTÉRIO PÚBLICO DO TRABALHO

Procedimento IC 002852.2014.01.000/8


A Emgepron é empresa pública vinculada à Marinha do Brasil por intermédio do Ministério da Defesa. Os Empregados dessa Estatal trabalham em todo tipo de apoio à Marinha do Brasil em suas Organizações Militares como o Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro-AMRJ, Fábrica de Munição Almirantte Jurandyr da Costa Müller de Campos-FAJCMC, Laboratório Farmacêutico da Marinha-LFM, dentre outras Organizações.

Excelência, há a iminência de demissão em massa de Empregados da Estatal Emgepron.

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sexta-feira, 10 de julho de 2015

Petição do Doutor Medina à Desembargadora Sayonará Grillo e o Pronunciamento do Ministério Público sobre a Ação Rescisória movida por ele, Doutor Medina, no dia 30 de junho de 2015.

Doutor Medina escreve à Desembargadora Sayonará Grillo:

   "- A situação urge, ruge e apavora!"
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quarta-feira, 8 de julho de 2015

Consultem seus Advogados para saberem por que nomes dos Trabalhadores abaixo aparecem na Ação Rescisória movida pela Estatal.

   Atenção, Trabalhadores da Estatal, à Movimentação de hoje, dia 08/07, na Ação Rescisória do Drº Luís Otávio Medina Maia, a serviço da Administração da Estatal, para derrubar a Sentença da Juíza Gláucia:

"No andamento na Ação Rescisória, hoje, dia 09/7."

   Favor consultar seus Advogados para saberem por que nomes dos Trabalhadores abaixo aparecem na Ação Rescisória movida pela Administração da Estatal para derrubar a representatividade do Sindicato dos Metalúrgicos do Rio de Janeiro aos Empregados da Estatal:

   Doutor Luís Otávio Medina Maia pede liminar à Desembargadora Sayonará Grillo:  Petição requerendo concessão de liminar (documento restrito); Petição requerendo juntada de documento (documento restrito); Ofício - Fls. 781 do Processo Principal (documento restrito).
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sexta-feira, 1 de maio de 2015

Advogado de UM MILHÃO QUINHENTOS E QUARENTA E OITO MIL REAIS (R$ 1.548.000,00) pede IMPUGNAÇÃO das AÇÕES INDIVIDUAIS feitas pelo SINDIMETAL RIO.

   Esse dia 1º de Maio passaria despercebido, se não fosse o desabafo do Companheiro no comentário dessa postagem, hoje.  

   Ao que parece, o Advogado (filho do Drº Medina) está tentando impugnar (contestar) o Direito das Advogadas do Sindimetal Rio fazer os Processos de Ações Individuais dos Trabalhadores da Estatal que aceitaram fazer as Ações Individuais com elas.

   "Leia aqui: TST recusa Embargos da VALE/SA à Ações Individuais por Sindicato:  Sindicato poderá representar apenas um trabalhador em ação de equiparação salarial."

   Relembro aos Trabalhadores que seus Advogados devem ater-se a essa Ação Rescisória. Não levar essa Ação Rescisória a sério será um erro tão primário quanto o não pedir aos Juízes que citassem a AGU, como ordena o artigo 12, da Lei 7000/82 (leia-a).

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segunda-feira, 30 de março de 2015

Cabe ao Sindimetal Rio fazer comunicado aos Trabalhadores e ao MPT, por escrito, sobre as tratativas do PCS entre Sindimetal Rio e a Administração da Estatal.


O Ministério Público do Trabalho (MPT) vai investigar se a Ação Rescisória movida pela Estatal é justa. 

Aquilo que planejamos em fazer, nós estamos fazendo.

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domingo, 22 de março de 2015

Ministério Público do Trabalho já está acompanhando a Ação Rescisória movida para tirar direitos garantidos aos Trabalhadores da Estatal/AOS TRABALHADORES DA ESTATAL QUE ESTÃO SENDO DEMITIDOS, SEM QUE HOUVESSEM QUERIDO SER DEMITIDO,

 Fonte: http://consultapje.trt1.jus.br/visualizador/acaorecisoriaemgepron/luizotaviomedina

   Observem o link "dê-se vista ao D. MPT", foi ação simples, isolada, de dois Pais de família (Trabalhador e eu), imaginando que teríamos apoio aos ATOS de Protestos no HEMORIO e em frente ao Edifício do MPT, para reforçar essa denúncia que a Estatal busca anular uma Sentença Transitada em Julgado. 

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quinta-feira, 19 de março de 2015

Ministério Público atende Pedido meu e de outro trabalhador Pede Vista dos AUTOS da Ação Rescisória movida pelo Drº Medina contra a Sentença da Juíza Gláucia:

Essa foi uma Ação Isolada de dois Trabalhadores que sonharam que esse ATO seria parte dos Protestos que se seguiriam após o ATO de Doação Coletiva de Sangue ao HEMORIO.

Se, com o ATO de Doação de Sangue, trouxéssemos os Holofotes da Mídia às Injustiças Salarias que todos (exceção aos que têm função de confiança e cargos comissionados) sofrem na Estatal, em seguida, faríamos um segundo ATO de Protesto.

Esse segundo ATO seria desencadeado em Frente ao Ministério Público do Trabalho pedindo aos Procuradores do Órgão atuação mais enérgica contra a recusa da Estatal de pagar salários condizentes ao Piso Salarial das Categorias que Trabalham na Estatal.



Ações tão simples, mas recusadas pelos Trabalhadores da Estatal (salvo as exceções, algo em torno de 70 homens que veem a injustiça que sofrem e anseiam por justiça).

Trabalhador e Eu pedimos a intervenção do MPT, pois a Estatal perdeu na Justiça e não cumpriu a Sentença (até então, não sabíamos que a Estatal já havia entrado com Ação Rescisória contra a Sentença Transitada em Julgado, no TST).
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domingo, 1 de fevereiro de 2015

O fim do Arrocho Salarial, advinda com a representatividade.

   Conforme anunciei ontem: o Pessoal da Inteligência, cumprindo ordem do Almirante Mário, pediu para que os Trabalhadores que estavam de frente aos Atos de Protestos, durante o horário de almoço, formassem uma comissão de três homens (eu pedi que houvesse pelo menos cinco homens presentes e que esses homens fossem voluntários) para uma reunião com o Almirante Mário.

   Essa Reunião será às 15 horas, amanhã, 02/02/15.

   xxxxx e xxxxx, ambos torneiros mecânicos, e xxxxx da Divisão de Motores foram voluntários ao erguerem seus dedos a estarem nessa reunião.

   Deixo essa informação para que os Trabalhadores, leitores do Blog, conheçam os Membros da Comissão que estarão, amanhã, na Audiência com o Almirante Diretor do AMRJ.


Peço que os Trabalhadores reflitam sobre esse exposto abaixo:

   As chances de haver fim ao Arrocho Salarial, advinda com a representatividade do Sindimetal Rio, podem não acontecer, ou se arrastarem por anos, até décadas, nos embargos e recursos, enquanto tramitar nos Tribunais TRT, TST e STF a Ação Rescisória aberta pelo Drº Medina.

   As ações individuais que o Sindimetal Rio está propondo fazer podem até virem a ser julgadas em 1ª e 2ª Instâncias, mas, quaisquer petições de cumprimento de sentença (ordem de pagamento) e tutela antecipada (não tenham dúvidas disso) esperarão o Trânsito em Julgado do Pedido de Ação Rescisória Movida Pela Administração da Estatal, e a Administração da Estatal impedirá ação de cumprimento de sentença dos processos individuais através de liminares. Justificará sua Ação Rescisória da Sentença contra a representatividade do Sindimetal Rio e o andamento da mesma. Agora, pensem, se uma Entidade Pública como a Estatal Federal Emgepron com todo seu poder econômico, força politica, tendo a Própria AGU na Pessoa da União ao lado dela e os Interesses do Próprio Comando da Marinha durante esses 14 anos no processo 0168800-03.2005.5.01.0021, não fará tudo o que estiver em mãos para que o Sindimetal Rio não entre, cabalmente, nos assuntos da Estatal e seus empregados? Baseando-se nisto, podemos prognosticar que tanto a Ação Rescisória quanto as Ações Individuais propostas pelo Sindimetal Rio podem demorar anos ou décadas para ter um desfecho.

Pessimismo de minha parte? Não. Trata-se de uma contemplação dos fatos.

   Temos que pensar em nós e nossas famílias. A União dos Trabalhadores, em curto espaço de tempo, será uma realidade, pois não suportaremos a defasagem salarial. Essa União é a nossa força, mas temos que ser razoáveis e buscar no Bom senso e na negociação, se houver espaço, a solução para nossos problemas causados com o baixo salário (por último, o uso da força oriunda da União dos Trabalhadores durante os Protestos nas Ruas).

   O tempo não conta para a Instituição Sindimetal Rio e para a Entidade Federal Emgepron. Trocam-se os Diretores de ambas Entidades e o tempo para eles não é fator preocupante, é só um elemento desejável: "ganhar mais e mais tempo".

   Para nós, Trabalhadores da Estatal, esperar mais 6 ou 10 anos, até que o STF julgue a Ação Rescisória movida pelo Drº Medina em desfavor do Sindimetal Rio e, consequentemente, em desfavor dos Empregados da Estatal será o caos para nós e nossas famílias.

   A Estatal é nosso Emprego. É desse Trabalho que levamos o alimento para nossos filhos e filhas. Quanto aos mais jovens, que trabalham na Estatal, pagam seus cursos, suas faculdades com o salário obtido do seu trabalho ali. R$ 700,00 reais líquidos... É redundante dizer, mas não dá para alimentar uma família. Não poderemos suportar esse congelamento dos salários pelo tempo que demandar essa Ação Rescisória. Isso pode levar mais de uma década.

   Precisamos nos UNIR e irmos à Rua Protestar, caso não haja horizontes para o descongelamento dos salários dos Trabalhadores da Estatal. Mas, como disse naquela Reunião na CTB (os Trabalhadores que estavam lá sabem bem disso), devemos ir para Rua Protestar, mas sem a bandeira do Sindicato (eles estiveram em Brasília várias vezes, estiveram na SEDE da Estatal várias vezes e nada conseguiram para nós). Foi por isso que disse lá, para o Maurício e o Ronaldo leite, Presidente da CTB, que essa luta pelo fim desse arrocho salarial é nossa, é somente dos Trabalhadores; somente nós, os Trabalhadores e nossas necessidades seriam levadas à Rua, quando fossem convocadas as Manifestações de Rua.

   Ter entendimento da demora que esse processo de Ação Rescisória pode sofrer até que o STF dê o parecer dele sobre o assunto é de suma importância para os Trabalhadores.

   O maior desafio que temos pela frente é  conscientizar os Trabalhadores da Estatal que devemos, sim, buscar solução para pôr fim a essa agonia que sofremos e perseguir esse objetivo comum (sem ter que usar o desgastante incentivo aos Trabalhadores a virem para Rua Protestar contra esse ARROCHO SALARIAL DESUMANO que recebemos pelo nosso trabalho), que devemos ir pela via da negociação direta dos Trabalhadores, se houver espaço para tal.

   Companheiros, nós temos força e muita força, pois há algo de muito errado em tudo isso, até porque não dá para entender como uma Estatal tenha metalúrgicos em seus quadros mas não os pague como tais; mas, acima de qualquer força que possuamos, devemos usar o caminho da negociação direta entre Trabalhadores e Estatal (se houver espaço) para resolver nossa situação, uma vez que a força do Sindicato e seu viés politico, não surtiram efeitos, na prática, para os Trabalhadores.

   Esse Blog, assim como centenas de trabalhadores, acreditou que uma sentença, uma intimação de cumprimento, poderiam ser solução final para que fôssemos reconhecidos e a CCT fosse aplicada, mas vejam o desfecho...

   A Estatal vai lutar nos Tribunais, como qualquer outra Empresa Privada que tenha o mesmo poder econômico (leia na página 65) que a Estatal tem, lutaria. A Estatal pode até perder por decisões judiciais, mas, no final, ela vai demostrar um Poder que nenhuma outra Empresa tem: Um poder que está nos anais da história e que tem impedido o avanço do Sindimetal Rio (leiam) na representatividade dos Trabalhadores. Com isso, a Estatal se perpetua no Arrocho Salarial sob a égide de um Processo que nunca termina.

   Entender que os Trabalhadores devem se UNIR em defesa de si mesmos tornou-se importante; entender que não podemos mais esperar pelo Sindicato, ao meu ver, é a tônica para os Trabalhadores buscarem sair dessa Situação por conta própria.

   Nós temos força. Nós temos muita força! Mas devemos entender que não será pelo medir forças que sairemos dessa situação, mas por via negociável e pelo uso do bom senso. Talvez, por esse caminho, consigamos pôr fim a essa agonia gerada pela baixa remuneração que a Estatal vem submetendo os Trabalhadores.

  Em último caso, devemos buscar usar a Força da União dos Trabalhadores pelas Ruas do Centro do Rio nos Manifestos contra essa agonia, contra essa covardia, que é pais e mães de família trabalhadores de uma Entidade Pública Federal checar em seus contracheques e ver salário líquido de R$ 700,00.

Deixo esse Texto para nossa reflexão.

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