segunda-feira, 28 de dezembro de 2015

SÃO LÍCITAS AS DEMISSÕES QUE HOUVE NA FÁBRICA DE MUNIÇÃO DA MARINHA DO BRASIL, LABORATÓRIO FARMACÊUTICO DA MARINHA E SEDE DA ESTATAL? SÃO LÍCITAS AS AMEAÇAS DE DEMISSÃO CONTRA OS CONCURSADOS LOTADOS NO ARSENAL DE MARINHA DO RIO DE JANEIRO (AMRJ)?


 
    É HORA DE OS TRABALHADORES DEMITIDOS E OS QUE AINDA ESTÃO EMPREGADOS PEDIREM, INDIVIDUALMENTE, MANDADOS DE SEGURANÇA CONTRA AS AUTORIDADES QUE OS AMEAÇAM COM CASSAÇÕES DE DIREITOS CONSTITUCIONAIS E RECONHECIDOS PELO STF QUANDO NO JULGAMENTO DA RE 589.998 QUE MODIFICOU O FRACO ENTENDIMENTO DA OJ-247/TST E GARANTIR DIREITOS.


EMGEPRON CONTRATA DEZENAS DE TÉCNICOS DA ETAM, NÃO OBSTANTE QUASE DUAS CENTENAS DE TRABALHADORES DA FÁBRICA DE MUNIÇÃO...
Publicado por Metalúrgicos da Emgepron em Domingo, 10 de janeiro de 2016
 
   

    É importante lembrar que as Empresas Estatais e Sociedades de Economia Mista são criadas para que o Estado possa intervir na Economia Nacional ou para Prestação de Serviços Públicos, como é o caso da Estatal do Governo Federal, a Emgepron, cujo Capital é 100% da União. Foi o Decreto-Lei nº 200/67, ao dispor sobre a Organização da Administração Pública Federal, que citou as Empresas Estatais e Sociedades de Economia Mista como Instrumentos de atuação do Poder Público (governo) na esfera do direito privado, ou seja, a exploração Direta de Atividade Econômica ou a Prestação de Serviços Públicos de Natureza Econômica.

    A Constituição Federal dispôs sobre o tema do Decreto-Lei nº 200/67 no artigo 173 da Constituição Federal de 1988.

Os Trabalhadores da Emgepron admitidos nessa Estatal e em Outras, até o dia 05 de Outubro de 1983, têm a mesma estabilidade que quaisquer servidores do Regime Jurídico Único (RJ), segundo a Emenda Constitucional nº 19/98. Pergunto: Quantos Empregados Públicos foram demitidos da Estatal estando protegidos pela CF/88 e por suas Emendas?
(Publicado na Página do Blog).

Adendo: O esquecível ex-presidente FHC, ao modificar o texto do artigo 41 da CF/88, tirou o termo genérico 'servidor' e colocou o termo 'cargo', ou seja, todos Empregados de Estatais admitidos antes da Emenda Constitucional n° 19\98 mantém sua estabilidade Igual a de qualquer outro servidor estável após 3 anos de Estágio Probatório ou os que já estavam na administração antes de 05 de Janeiro de 1983 (5 anos antes da Promulgação da CF/88). 
    Digo com isso que diante de ameaças,
como a que os Concursados da Estatal recebem, devem questionar se a Estatal tem apresentado à Justiça os Balanços que acusem a Estatal com Problemas Financeiros a ponto de levá-la à "falência", como ordenou à Justiça nesse Mandado de Segurança, link ao lado: leia.

    As ameaças que os Trabalhadores sofrem vêm de autoridades militares que prejudicam o direito desses trabalhadores aos Princípios Elementares previsto na CF/88, art. 37, caput, para as Administrações Direta e Indireta, dentre eles os Princípios da Isonomia e da Motivação.

    Atualmente, além da Rigidez prevista na CF/88, no art. 37, caput e inciso II, temos o Entendimento do Supremo Tribunal Federal-STF durante o Pleno no julgamento da RE 589.998 que modificou a OJ-247/TST e os entendimentos consoantes de Deputados Federais na PL 1.128/2011. Ainda assim os Empregados da Estatal continuam sob ameaças e sendo demitidos sumariamente, vejam.

Estatal demitiu quase de 150 Trabalhadores, mas continua Contratando: KLM por R$ 630.999,78 e FB por R$ 1.613.109,36. Leiam o que é a FB Terceirizações, a KLM é velha conhecida do Pessoal Chãos de Fábrica.

    Não cabe somente que Administradores Militares da Marinha venham aos Trabalhadores e digam: -Estamos com problemas financeiros e vamos demiti-los por causa disso e daquilo, como foi o caso, recentemente, do Diretor do AMRJ (link já disponibilizado acima) e do Diretor do Laboratório Farmacêutico da Marinha "LFM" (clique aqui e baixe o Áudio) e na Fábrica de Munição da Marinha "FAJ", leiam, ou, como o divulgado nesse site extra-oficial, uma vez que não está hospedado no domínio "gov.br", leiam. Caberia, sim, à Estatal apresentar balanços oficiais, contabilidade que demonstrem estar em bancorrota (em "falência" ou "insolvência").

    As Empresas Privadas que demitiram em massa estão com as portas fechadas... Elas tiveram que demonstrar estarem falidas. Na Estatal, temos somente "palavras..."

    Creio não ser suficiente para qualquer trabalhador, com nível razoável de bom senso, só "palavras de militares..."


O Próprio DEST, no Parágrafo Terceiro dessa Portaria, prevê aquilo que essa Estatal prestadora de serviços à Marinha não quer entender: "As vagas ocupadas por empregados reintegrados judicialmente... " Essa é uma constante. O que prejudica o Governo, dentro desse entendimento, são os Militares que têm o poder de contratar os Concursados, ou seja, eles pensam e fazem: "- É CLT? pode ser mandado embora... Não é bem assim, uma vez que o regime de Trabalho de um Empregado Público é híbrido.
    A mesma linha do Texto Constitucional, art. 37, inciso II,  que ordena preenchimento de Cargo Público através de Concurso Público é a mesma linha que manda preencher as vagas para Empregos dentro da Administração Indireta por Concurso Público, ou seja, o caput desse artigo tem o dever ser observado em ambos os casos.


 

    O Ministério do Planejamento Orçamento e Gestão (MPOG) disse que a Portaria acima formaliza o que antes era apenas uma orientação: "as estatais não podem ultrapassar a quantidade de trabalhadores que possuem atualmente". Observe que dentre essas Estatais Federais mencionadas, não constam Petrobras e várias outras, mas a 'EMGEPRON', AMAZUL, Imbel, Nuclep e Eletrobrás (diretamente ligadas às Forças Armadas) se encontram presentes.


Acima, resposta da Estatal à Solicitação de Informação feita no site Acesso à Informação (CGU): "Solicito informações sobre qual legislação trabalhista se apoia à Administração dessa Estatal ao afirmar ao Ministério Público do Trabalho que seus Empregados Celetistas não têm direito a tal garantia.

   O que digo aqui é que a Emgepron é controlada pelo Governo Federal, seu capital não é misto. Trata-se de uma Empresa Pública cujo capital pertence cem porcento à União e seus regimes trabalhistas são híbridos: CLT + Direito Administrativo. O Próprio MTE entende assim ao impedir saques do Seguro Desemprego aos Trabalhadores dessa Estatal, isso é, de acordo com os demitidos, nos anos de 2015 têm enfrentado (lembro que isso não ocorreu nas demissões nos anos de 2015, como em 2013).

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sexta-feira, 4 de dezembro de 2015

DEMITIR EMPREGADO PÚBLICO, SEM SEGUIR O PRINCÍPIO DA MOTIVAÇÃO, É CRIME CONTRA O DIREITO DO MESMO (art. 37, caput, II, CF/88, PL 1.128/11 e RE 589.998/STF).


    

    Sou o típico homem que votará no candidato a Presidente que o PT e o PCdoB  indicarem. Não pelos "acertos" e "erros" do PT, mas para evitar que os abutres que o querem derrubar assumam o poder.

Postagem primeira: Página do Blog no Facebook.
    A Administração da Estatal declarou para o ano de 2014 e 2015, em seu Relatório de Gestão, Capital de Giro em R$ 65 MILHÕES DE REAIS, mas para os anos de 2014 a 2015, deu 0% (zero por cento) de reajuste salarial aos Trabalhadores. Mas, já pensou quanto, mensalmente, recebe um Vice-Almirante ou outros Diretores militares da Marinha do Brasil nomeados pelo Diretor-Presidente da Estatal, ou pelo Presidente da República, ao cargo de Diretores dessa Estatal?: Uma vez que o
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quinta-feira, 23 de julho de 2015

Oficialmente, o Serviço de Informação ao Cidadão "SIC", da Estatal Emgepron, publicamente contrariando o que disse a Chefe do RH, Giovanna, informou: "O PCS encomendado por quase UM MILHÃO DE REAIS não foi levado à apreciação do Ministro da Defesa"; o PCS feito pela FIA está em Estudo pelos Almirantes da Estatal. Um PCS está previsto no Decreto-Lei.

Foi um sonho tentar conscientizar trabalhadores de uma força que possuem... 
Quase conseguimos...

Resposta à Petição: A audiência será marcada.


Acima, pequeno trecho da Petição enviada a Procuradora Isabella Gameiro da Silva Terzi. hoje, 27/7. Leia-a na íntegra: drive.google.com/file.


Vice-Almirante Laranjeira, Diretor-Presidente da Estatal do Governo Federal, Emgepron, há uma covardia cruel e desleal nessa Estatal contra os Trabalhadores. O senhor deveria se envergonhar disso.

   Numa reunião, no RH do AMRJ, em que estávamos Eu, Nilo, Fernando Januário e dois outros Trabalhadores, antes da FIA começar o "Estudo" dela com a formação de "oficinas" de Trabalho, entrevistas de Empregados, disse à Tatiana, RH AMRJ: "Os  Almirantes da Diretoria da Estatal vão pagar à Empresa e engavetar o PCS".



https://www.emgepron.mar.mil.br/index/pdf/INFOJULAGO_11.pdf

Companheiros, o nome disso é injustiça, é covardia.

Esse arquivamento por parte da Procuradora Isabela Gameiro da Silva Terzi, quando há séries de reclamações de Trabalhadores junto ao MPT, me deixou pensativo: 
"Com que armas luto/lutamos?
Quem são os inimigos e qual é o poder deles?" 

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segunda-feira, 20 de julho de 2015

No dia 25 de Maio de 2015, a Estatal teve uma Audiência Pública com a Procuradora Isabela Gameiro da Silva Terzi. / Petição à Procuradora faz ela mandar marcar Audiência entre mim e Administração da Estatal.

Ata da audiência, em 05/15, da Estatal e Procuradora do MPT.
Petição do Blog á Procurada/Audiência a ser marcada.
                       
Obs.: A maioria dos links só serão compartilhados através de solicitação por E-mail.





   Peço aos Empregados da Estatal que estejam atentos à Informação do Militar Marcos Vinícius e o Drº Moutinho de que a Estatal iniciou as tratativas sobre a celebração de um Acordo Coletivo. Parece contraditório quando se esteve presente à Assembleia Geral (link da Ata da Audiência no MPT com a Administração da Estatal.):

                               
No dia 25 de Maio de 2015, a Estatal teve uma Audiência Pública com a Procuradora Isabela Gameiro da Silva Terzi.

   Infelizmente, minha petição (link) não foi atendida a tempo de eu enviar outra petição com esses vídeos gravados na Assembleia Geral na Sede do Sindicato, em 03 de maio de 2015.
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terça-feira, 14 de julho de 2015

Novo Andamento na Ação Rescisória, hoje, 14/7 /DESPACHO DA DESEMBARGADORA SAYONARÁ GRILLO, ONTEM, DIA 13/7 / Resposta da Giovanna, Chefe do RH, a Solicitação de Informação á Controladoria Geral da União "CGU".

   Companheiros, mantenham-se de olhos bem abertos e pressionem o Sindicato. Os Interesses negativos nessa causa são maiores que possamos imaginar: há muito dinheiro em jogo, mas não nas mãos dos Empregados da Estatal.


Novo andamento no Processo, hoje, dia 14/7: A União, que pediu para ser apenas "assistente", na Ação Rescisória, para não figurar como "autora" junto à Administração da Estatal, pediu à Desembargadora Sayonará Grillo que dê a Liminar ao Drº Medina "o advogado contratado por UM MILHÃO QUINHENTOS E QUARENTA E OITO MIL REAIS" contra os Trabalhadores da Estatal.

Acima, novo andamento na Ação Rescisória: União pede à Desembargadora "liminar (tutela antecipada)" contra os Trabalhadores.

É a força  governamental, a qual tenho dito aqui, contra os Empregados da Estatal.


Aos Engenheiros: Ministério Público intimou o SENGE, Sindicato dos Engenheiros, ao Inquérito Civil 001845.2010.01.000/2.

Solicitação de Informação ao site do Governo e-SIC.
   Abaixo, a Resposta da Giovanna, Chefe do RH, Sede da Estatal (como a resposta carece de documentos oficiais probatórios, fiz recursos à CGU).
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sexta-feira, 10 de julho de 2015

Petição do Doutor Medina à Desembargadora Sayonará Grillo e o Pronunciamento do Ministério Público sobre a Ação Rescisória movida por ele, Doutor Medina, no dia 30 de junho de 2015.

Doutor Medina escreve à Desembargadora Sayonará Grillo:

   "- A situação urge, ruge e apavora!"
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sexta-feira, 3 de julho de 2015

Se há de se reduzir os gastos do AMRJ, não deve ser começado com os Injustiçados Empregados Públicos da Emgepron.

"Ou os Empregados da Estatal buscam dentro de si a coragem necessária às tomadas de decisões para as mudanças de reconhecimento, respeito e justiça ou não poderão usá-la, se não a possuirem."

Solicitação ao Portal do Acesso à Informação do Governo Federal encaminhado ao Comando da Marinha. 
Informativo que vem sendo repetidamente divulgado no Plano do Dia do Arsenal de Marinha:











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terça-feira, 30 de junho de 2015

Últimos andamentos no Processo Principal 0168800-03.2005.5.01.0021/ Reajustes de 8,78% para os Empregados da FEMAR.

Obs.: "a secretária da Doutora Regina avisou que o Servidores do Judiciário Trabalhista estão em greve".

Últimos andamentos no Processo Principal 0168800-03.2005.5.01.0021: Houve um depósito recursal GFIP e, em seguida, duas séries de Alvarás com numeração diferentes. Uma delas dirigida à Caixa Econômica Federal "CEF", dentro do Fórum, na Rua do Lavradio.
   O Jurídico do Sindicato segue uma ortodoxia muito rígida, quando o assunto é informação de processos coletivos. Somente às Segundas-Feiras, até às 11h00.  

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