segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

BRASIL, MOSTRA SUA CARA!!! DIZ QUEM É QUE PAGA PARA A GENTE FICAR ASSIM. BRASIL, QUAL É SEU NEGÓCIO? O NOME DO SEU SÓCIO? CONFIA EM MIM...




Como trabalhador e expoente de minhas ideias (teorias sobre leis e direito) e denúncias aqui, no Blog, sou, às vezes, duramente criticado pelos trabalhadores que buscam "boas notícias alvissareiras". Mas também sou trabalhador e quando vejo que algo planejado que envolve a todos e dá errado, me sinto no direito de criticar também:

Que o Drº Moutinho, a serviço da Estatal, se defendesse das denúncias do Trabalhador anônimo que originou a denúncia e as minhas, ao longo desse ano de 2014 a 2015, na denúncia dele sobre o não cumprimento da Convenção Coletiva de Trabalho do Sindicato JUDICIALMENTE reconhecido a representar os Trabalhadores da Estatal da Marinha "EMGEPRON" garantido pelos Decreto-lei nº 229/67 e art. 611 do Decreto-Lei nº 5.452/43, mas me recuso a entender os Trabalhadores entregarem o jogo. Enfim, "não se chora por leite derramado".

    Acima, trecho Denúncia feita por grupo de trabalhadores que planejaram protestos em frente ao MPT (nessa manifestação e tentativa de entregar abaixo-assinado à Procuradora, esse trabalhador que lhes escreve foi aconselhado pelos organizadores a ficar de fora).

Leiam também essa postagem: cliquem.



    
    
    A Audiência com a Procuradora Isabela Terzi e Sindimetal:

    Como venho dizendo, embora minhas ideias não sejam defendidas, o destino dos Trabalhadores da Emgepron estão nas mãos dos próprios trabalhadores: "não esperem "Sassá Mutema, o salvador da Pátria", são vocês que devem ir à luta por respeito.

    A reclamação dos Trabalhadores de que foram obrigados a irem à Justiça pedir seus direitos individualmente à Convenção Coletiva acabou por ser usada (como eu sabia que seria e avisei isso tão logo alguns trabalhadores me deram feedback daquela audiência) pela Procuradora Isabela Terzi do MPT lavar literalmente às mãos. Não acho que os trabalhadores agiram errado, só não entenderam a situação. Talvez por simplesmente estarem na arquibancada e não dentro do campo que eles entraram para jogar de supetão.

    Deram à Procuradora escorregadia o álibi para dizer aquilo que a Estatal estava babando de vontade de ouvir: "se virem na justiça". Nesse campo, o Esquadrão da Estatal cria todas as barreiras imagináveis e inimagináveis para impedir o acesso do Trabalhador a direito à CCT. Que Justiça é essa? Uma Justiça convivente, isso sim. Vocês são Profissionais e recebem seus pisos salarias menor que o de um Ajudante? E, ainda assim, o Drº Moutinho e sua tropa conseguem fazer a justiça se ajoelhar? Há!, o Doutor Moutinho é o cara no Direito do Trabalho? Não, a Justiça faz vista grossa, é parcial, protege o dono do dinheiro (capital). Trata-se de um tipo de Corrupção Branca. O Drº Moutinho perdeu o processo pela Representatividade, perdeu o prazo que o fez perder no TST, também; concluo que ele não é melhor do que qualquer outro advogado.

    Que País é esse em que a Consolidação das Leis do Trabalho garante uma coisa aos Trabalhadores, mas uma Estatal do Governo Federal descumpre com a fraca alegação de não participar do Sindicato Patronal SINAVAL... Por favor...

    Imaginem se a Petrobras resolvesse não fazer parte de Sindicato Patronal de Fornecedores de Petróleo e resolvesse contratar petroleiro a preço de banana, como na Estatal da Marinha "Emgepron".

    Então, na Visão da Procuradora Isabel Terzi "MPT", qualquer empresário pode se desvincular de Sindicato patronal e contratar profissionais pelo valor pago a Serviços Gerais que está tudo certo? A Convenção que visa proteger o piso mínimo da categoria pode deixar de ser cumprida?

    Se o Ministério Público do Trabalho não é capaz de fiscalizar um simples descumprimento de texto de Lei, quem mais o será?

    A Justiça não tem força suficiente, o Ministério Público põem o Galho dentro e os Trabalhadores, em sua maioria esmagadora, se comportam como se fossem ovelhas sendo tosquiadas, como se fossem gados no abatedouro ou sapos sendo cozinhados pacificamente, em fogo brando; se omitem amedrontados...

    Ninguém virá nos Ajudar, se nós não nos ajudarmos.
Nem um político, nenhum Procurador do Ministério Público.

    Ou vocês perdem o medo e venham à rua, de peito aberto (assistam), denunciando a recusa dessa Estatal em cumprir um simples ordenamento na CLT, art. 611, ou abaixem as cabeças e deixem eles declararem, soberbamente, mais de R$ 300 MILHÕES DE REAIS, em 2011; e R$ 65 MILHÕES DE REAIS em 2014, em seus Balanços Patrimoniais, e vocês, trabalhadores? E suas famílias?

"Não deixem de ler o aviso da Drª Regina (cliquem)."

ATA da Audiência Procuradora Isabela Terzi e Sindimetal Rio.



A Administração da Estatal declarou para o ano de 2014 e 2015, em seu Relatório de Gestão, Capital de Giro em R$ 65 MILH...
Posted by Metalúrgicos da Emgepron on Sexta, 4 de dezembro de 2015

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segunda-feira, 15 de junho de 2015

Estatal anunciou o novo Diretor-Presidente da Estatal/A Advogada de Niterói e as providências tomadas para que as intimações sejam entregues na Sede.

O equívoco dos Oficiais de Justiça do Trabalho de Procurar a Sede da Estatal na Ilha do Governador deu mais tempo à Estatal. Isso é fato:

Essa Petição feita pela Doutora Regina corrigiu o Endereço da Estatal que, para os Oficiais de Justiça, se localizava na Ilha do Governador.

 Na Intranet, a Estatal anunciou, hoje, que o novo Diretor-Presidente da Estatal já se apresentou na Sede da Estatal: 

   Penso que os Trabalhadores devem se organizar e pedir uma Audiência com ele. 

      O Vice-Almirante Marcelio nunca permitiu, desde que estou Empregado na Estatal, diálogo entre Empregados e sua Administração. Devemos dar o primeiro passo e pedir que esse novo Diretor-Presidente receba os trabalhadores que com toda certeza irão até a Administração dele com respeito, mas com suas dúvidas e requerimentos. Não tenho dúvidas de que a distância entre Empregados da Estatal e a Alta Administração da Estatal tem sido uma das raízes de todos os males e desentendimentos.
 
  Ainda que não nutramos a ideia de que ele será nosso Salvador da Pátria, mas devemos pedir que hajam melhorias nos benefícios, que esse PCS seja implantado, que essa Cesta Alimentação de valor irrisório de R$ 57,00 passe para o Valor de R$ 775,00 (como da Amazul), e que o PCS 2007, anunciado no Diário Oficial da União, seja aplicado na íntegra enquanto o PCS da FIA não estiver em vigor.

    O desespero vivido pelos Trabalhadores, por causa desse Arrocho Salarial, tem que ter um fim. Esperamos que Esse novo Diretor-Presidente não Administre a Estatal de costas para as necessidades dos Empregados da Estatal.

http://www.naval.com.br/blog/2015/06/02/almirante-laranjeira-se-apresenta-na-emgepron-no-dia-15-de-junho/
   Conforme comunicamos nessa postagem, os Oficiais de Justiça alegaram que a Sede da
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quarta-feira, 10 de junho de 2015

OFICIAIS DE JUSTIÇA DIZEM QUE LOCALIZAÇÃO DA SEDE DA ADMINISTRAÇÃO DA ESTATAL É "ÁREA DE EXTREMO RISCO" E NÃO INTIMAM O ALMIRANTADO QUE ADMINISTRA A ESTATAL.

Estatal se acha desobrigada a reajustar Pisos Salariais e Apresentar Cálculos retroativo por que os Oficiais de Justiça dizem que a Sede da Estatal se encontra em "ÁREA DE EXTREMO RISCO" e deixam de intimar a Administração Militarizada da Estatal.

 A tamanha "sorte"que a Administração da Estatal tem tido,

   iniciou-se com um Trabalhador que trabalha no mesmo AM que o >>>>; esse trabalhador foi o primeiro a procurar o escritório de advocacia na Travessa do Ouvidor, junto com o Coco, e, por duas ou três vezes, a Audiência desse trabalhador foi adiada por que os Oficiais de Justiça não entregavam a intimação na Sede da Emgepron a "tempo". Com isso a Administração se eximia da responsabilidade de se defender em Juízo dizendo que não foi comunicada pelo Oficial de Justiça em tempo hábil.
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