Petição do Doutor Medina à Desembargadora Sayonará Grillo e o Pronunciamento do Ministério Público sobre a Ação Rescisória movida por ele, Doutor Medina, no dia 30 de junho de 2015.

Doutor Medina escreve à Desembargadora Sayonará Grillo:

   "- A situação urge, ruge e apavora!"
   Só nas últimas semanas o autor já recebeu mais citações do que a soma de todas as ações ativas a que responde. Os contornos da situação estão tomando notas de descontrole e os "prejuízos" são incalculáveis e irreversíveis. 

   Por todos os motivos ora expostos, (...) que determine a suspensão dos efeitos da decisão rescindenda, impedindo-se a sua execução ou o trâmite de qualquer ação que tenha como base a decisão que ora se ataca.

   "A situação urge, ruge e apavora!... " Parece trecho do Blog implorando literalmente para que a Administração da Emgepron olhe para o desespero e pavor dos Trabalhadores quando recebem o líquido de R$ 700,00; implorando para que eles entendessem que famílias estão sendo desfeitas por causa dessa baixa remuneração, por estarem sem PCS desde 2007, sem Acordo Coletivo Sindical desde 2011.

  Essa essa petição "desesperada" veio de Advogado que a Estatal tornou MILIONÁRIO em troca de uma Ação Rescisória fadada ao fracasso; desesperada, quando leu o Pronunciamento do Órgão Investigativo, o MPT, que atendeu a solicitação de dois Trabalhadores pais de família, eu e outro trabalhador, para que acompanhasse essa famigerada Ação Rescisória. 

   O texto, no topo, trata-se de trecho de Petição do Drº Medina, Advogado de UM MILHÃO QUINHENTOS E QUARENTA E OITO MIL REAIS, à Desembargadora SAYONARÁ GRILLO, nos Autos da Ação Rescisória movida por ele contra a representatividade do Sindicato dos Metalúrgicos, e, consequentemente, contra os Direito dos Empregados da Estatal a Piso Salarial compatível ao de Metalúrgicos em Área Naval.

 Clique no link e faça download da petição na íntegra: "Petição do Drº Medina à Desembargadora Sayonará Grillo."
   Mas, porque a demonstração de desespero com o Drº Medina citando à Desembargadora Sayonará a expressão em latim "fumus boni iuris", ou seja, "onde há fumaça, há fogo"?

   Não, Companheiros, o Doutor Luis Otávio Medina Maia e seu Filho não são inocentes da Covardia que sofremos na Estatal: Áudio da Audiência em que se encontravam a Juíza Gláucia Zuccari, Advogados contratados pela Estatal, Capitão-de-Mar-e-Guerra (preposto), Pessoal do Sindicato e Trabalhadores da Estatal. Ele sabe que houve, durante esses vinte anos de luta judicial, uma espoliação: Centenas de Profissionais Metalúrgicos no maior Estaleiro da América Latina e a Estatal continua contratando, sob força de Concurso Público, art. 37, inciso II, a salários de R$ 898,00 (leia Edital, piso salarial para nível F1, Edital).

  Tem-se o empobrecimento ilícito e forçado aos Trabalhadores dessa Estatal da Marinha do Brasil. Uma verdadeira espoliação salarial em nome de uma "economicidade" aos cofres das Organizações Militares da Marinha do Brasil, quando é um fenômeno, que só acontece aos Empregados da Estatal (leia a situação da Instituição Privada FEMAR e o arrocho aos Empregados da Estatal Federal Emgepron?): 

O  Ministério Público do Trabalho concluiu o Trabalhado dele e julgou improcedente a Ação Rescisória e legitima a luta dos Trabalhadores a salários justos devido à sua representatividade: Pronunciamento do MPT sobre a Ação Rescisória.

Cabe aos Trabalhadores levarem essa posição do MPT sobre a legitimidade das Ações Individuais a seus Advogados e pedir para que eles anexem esse Pronunciamento as suas novas petições na Ações Individuais.
Leiam também: Petição minha e de outro trabalhador ao MPT para que esse Órgão acompanhasse a Ação Rescisória.

PARA A JUÍZA GLÁUCIA, NÃO HAVERÁ EXECUÇÃO DE SENTENÇA COLETIVA...

   Essa Luta pode ainda não ter terminado, mas tem o peso do Ministério Público sobre a legitimidade de nossas ações individuais.

   CONTINUA...
  "RESPOSTA DA ESTATAL SOBRE PEDIDO DE INFORMAÇÃO AO ACESSO À INFORMAÇÃO."

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