domingo, 11 de outubro de 2015

No meu caso, era algo inevitável, quando houvesse o ajuste de contas. (E OUTRAS ATUALIZAÇÕES.)



Algumas informações sobre a situação dos trabalhadores que eu tiver conhecimento, opiniões e denúncias estarão nessa página,
exceto por algum motivo pessoal: www.facebook.com/metalurgicosdaemgepron.

   Essa tem sido, para mim, a tônica das injustiças em que vivemos e do porquê o Ministério Público ser tão cordial, não incisivo quanto quando se trata de Empresas na iniciativa privada: o texto destacado em Amarelo é o famoso "Você sabe com quem você está falando?", trata-se da famosa carteirada.
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quarta-feira, 15 de abril de 2015

Segundo o SINDIMETAL Rio, A Administração da Estatal se predispõe a fazer Acordo Coletivo de Trabalho (ACT), mas sem discutir Piso Salarial.

   Maurício Ramos entrou em contato comigo informando que a  Administração da Estatal, segundo informação passada por ele, se recusa a discutir salários.

   A Proposta da Estatal, para o  SINDIMETAL Rio,  é  fazer um Acordo Coletivo de Trabalho (ACT), mas sem ter que  abordar questão salarial.
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quarta-feira, 18 de março de 2015

Houveram Novas Demissões na FAJ, a Fábrica de Munição da Marinha do Brasil, hoje, 18/03.

   Hoje, entre 10 a 15 trabalhadores foram demitidos na Fábrica de Munição da Marinha, em Campo Grande, RJ.

  Entre os demitidose estão um Engenheiro e um Contador, segundo informação.

   Como não trabalho na FAJ, não conheço a situação lá dentro e desconheço se está ou não havendo motivação para as demissões, peço que pelo menos um trabalhador da FAJ, ou um que tenha sido demitido nessa leva, entre em contato comigo. Juntos marcaremos um dia para irmos, pessoalmente, ao Ministério Público do Trabalho (meu perfil no G+ se encontra ao lado) o mais rápido possível. Não se sabe quantos mais serão demitidos. Se a Estatal estiver agindo contra as regras, o Ministério Público deve ser acionado.

Mas,

"Se ages contra a Justiça e eu te deixo agir,  então a injustiça é minha."

(Mahatma Ghandi.)




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quarta-feira, 4 de março de 2015

Na condição de trabalhadores, não podemos pagar o preço da luta da Estatal contra o Sindimetal. Essa luta levará anos e os trabalhadores precisam sair desse Arrocho Salarial.

   Amanhã, o Almirante Mário dará resposta da Estatal: "sim ou não".

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terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

MINISTÉRIO PÚBLICO DO TRABALHO ENTRA NO CIRCUÍTO / "ORDEM PARA REBAIXAR AVALIAÇÃO" / PESQUISA NO BLOG

O Documento abaixo está nos Autos de Procedimento aberto, em 2014, pelo MPT:

   Companheiros, a luta é árdua, pois tudo que pedimos é o direito de sobreviver. Não dá para sobreviver com salário líquido de R$ 700,00 tendo que pagar conta de luz, telefone, fazer as compras do mês etc.

   Eu espero que a Estatal nos ajude, pois sabemos que essa luta dela nos Tribunais contra o Sindimetal poderá levar anos, a fio, ou mesmo não ter um fim, mas não podemos ser penalizados por essa luta sem fim. Pensamos que o fim estava na Intimação (veja-a), mas foi anulada e ficamos a ver navios, somente que nós somos trabalhadores da Estatal e precisamos sobreviver.

Investigado: UNIÃO FEDERAL (EMPRESA GERENCIAL DE PROJETOS NAVAIS).
 DESPACHO
Vistos, etc.
Notifique-se a investigada para que, no prazo de 20 dias, informe a situação das tratativas com o Sindicato para elaboração do Plano de Cargos e Salários.
O texto acima está disponível em um dos vários procedimentos abertos a pedido de Trabalhadores e ex-trabalhadores no MPT, basta peticionar ao Procurador para visualizá-los (clique). 
   Outra coisa: Conforme relatório da Google, temos uma média de 400 leitores, diários, fieis ao Blog. É muito pouco acesso a essa ferramenta de comunicação nossa. São poucas pessoas acessando o Blog, frente a necessidade de comunicação e articulação que teremos que ter, isso pelo que temos em mente para realizar. 

   Poucos trabalhadores acessam o Blog, mas podemos partir daí para entender o que podemos fazer:





   No topo do Blog, haverá uma pesquisa, ou melhor, uma votação (com tempo final para votação determinado). O que queremos saber com isso? Queremos saber se os Leitores do Blog compareceriam a Atos de Protestos que visam tornar Pública Nossa Situação de Baixa remuneração vivida na Estatal.

   Lembro-os que há um mal entendido por parte de alguns trabalhadores e acredito que é por eles não acompanharem as postagens do Blog e a maioria não participar das nossa reuniões e, por não lerem o Blog, acabam por não entenderem o objetivo desses Atos que estamos conclamando, ou seja, queremos que nossa situação chegue até aos Desembargadores do TRT que estão Julgando a Ação Rescisória... Até Brasília... Até ao Procurador Geral do Trabalho, em Brasília. 

Temos ciências de que somos pós e cinzas... Apenas Cidadãos Trabalhadores...
Sabemos que o muito que fazemos para proteger nossas famílias ainda é pouco, uma vez que Grandes são os homens que detêm o Poder (capital).



   Não temos a presunção que vamos resolver nossa situação aos Gritos com esses Atos de Protestos nas Ruas, mas queremos que os Desembargadores, antes de continuarem nesse "Jogo de Gato e Rato" entre Estatal Emgepron e Sindimetal Rio, entendam a situação pela realidade vivida pelos Empregados da Estatal que, em sua Maioria Absoluta, têm seus salários líquidos na faixa de R$ 600,00 e R$ 700,00 e tudo que pedem é justiça salarial, ou seja, sobrevivência. São Metalúrgicos, outros não são na Profissão, mas todos estão em área naval, e não são remunerados como tais.

   Considero essa Injustiça salarial, frente a Gigante que é a Estatal em que trabalhamos, conforme Relatório de Gestão do Ano de 2012 da Estatal "Faturamento no período foi de R$ 339,2 milhões, 3,89% superior ao realizado no mesmo período do exercício anterior, e gerou um lucro líquido de R$ 17,3 milhões. Confrontando-se o lucro líquido do período com o patrimônio líquido no final do exercício de 2011, observa-se uma taxa de retorno de 20,36%, superior à inflação e aos juros praticados pelo mercado (Leiam, no Relatório, página 65)" uma forma cruel e desumana, pois fere aquilo que temos de mais precioso nesse mundo: nossas famílias, sonhos e projetos.

   Ficamos felizes com o Sucesso da Estatal, mas nossas famílias sofrem e precisamos que a Estatal nos Ajude a sair desse sufoco, pelo menos até que o PCS da FIA seja Aprovado.

   Pedimos que a Administração da Estatal conceda aos Seus Empregados condição de sustentar suas respectivas famílias com o Salário que recebem pelo seus Trabalhos prestados à Marinha do Brasil.

Observem, por favor:


    Hoje, um Trabalhador ligou para mim comunicando que as Chefias de Alguns AM's disseram que receberam ordens superiores para rebaixar as Avaliações de Desempenho Pessoal já assinadas pelos Trabalhadores.

   Todos os Trabalhadores que estão sendo prejudicados por essa ordem superior devem fazer uma denúncia formal ao Ministério Público do Trabalho. Mas, primeiro, devem munir-se de alguma prova (ex.: Documentos explicando o rebaixamento ou Áudio de algum chefe afirmando ter recebido ordem para rebaixar suas avaliações por ordem de algum superior).

   Relembro-os que, segundo a Repercussão Geral do Recurso Extraordinário RE 589998 (obs.: clique no link e procurem o link "inteiro teor do Acórdão": leia-o), o Supremo Tribunal Federal (STF) entende que para haver demissão de Empregados Públicos Federais, Estaduais ou Municipais, a Administração dessas Estatais (dentre elas a Emgepron) e Sociedade de Economia Mista devem, em primeiro lugar, motivar a demissão pelos princípios constitucionais pétreos que estão previstos no Art. 37, caput, da CF/88. Isso, tendo-se em vista que as contratações de Empregados Públicos estão subordinadas as leis peculiares, além da CLT, e ao que diz o art. 37, II da CF/88, ou seja, você, Trabalhador da Estatal, tem que dar esse motivos à Administração da Estatal para que ela o ponha na Rua: Avaliação de Desempenho Pessoal baixa pode causar sua demissão motivada (conforme diz o documento acima, no primeiro parágrafo), além de prejudicá-lo na Participação dos "lucros e resultados" (PLR) da Estatal. Há Trabalhadores na Estatal que foram demitidos sem que tivessem dado motivos para isso, e foram reintegrados ao Quadro da Estatal por antecipação de Tutela pela Justiça.

   A melhor forma de se defender de uma Agressão aos Seus Direitos é a Denúncia, e rebaixar Avaliação de Desempenho Pessoal de qualquer Trabalhador, de forma deliberada, é o mesmo que premeditar prejuízo ao Trabalhador, é o mesmo que agredi-lo em seu direito. Digo-os: Juntem-se, em Grupos, e vão, ao mesmo tempo, ao MPT e denunciem isso. Mas, volto a dizer: "em primeiro lugar, munam-se de provas do que irão afirmar ao Procurador do Ministério Público do Trabalho".

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sábado, 7 de fevereiro de 2015

Em sã consciência, quem desejaria guerra à paz? O Blog pede que os Trabalhadores aguardem. Sejam pacientes.

   Tudo que vejo na Estatal é a Injustiça. Vejo o desespero nos rostos dos Trabalhadores nível médio e fundamental. Os únicos que vejo sorrindo felizes, no AMRJ, são alguns níveis superiores. Ou estão ganhando subsídios, como função gratificada e outros atenuantes, ou, realmente, não sei o que está havendo com eles.


   Precisamos pensar em nós e em nossa família. Esse mês, tive que conversar com minha esposa para decidirmos: Pagamos as contas do mês como água, telefone e energia, ou fazemos as compras do mês? É óbvio que decidimos fazer as compras do mês. Em consequência, o banco enviou uma carta para mim, a light ameça cortar a energia elétrica, posso ficar sem água.

Carta do Banco do Brasil a mim. Se a coisa não for resolvida a tempo, assim como a situação vivida pela maioria dos Trabalhadores, terei que pedir margem para empréstimo consignado em folha. Uma espiral viciosa que leva o Trabalhador para um fundo de poço infinito, pois a medida que pegamos mais e mais margem para empréstimo, mais o nosso salário líquido, entre R$ 600,00 e R$ 700,00, desaparece em descontos em folha estrangulando ainda mais os empobrecidos Trabalhadores da Estatal Federal Emgepron.

Esse Torpedo da Light, eu recebi ontem. Tive que escolher, junto a minha esposa, ou pagamos as poucas contas que temos, que não se importam quão baixo é o piso salarial da Estatal, ou fazemos as compras para alimentar nossos filhos?
   Essa minha situação, acima, é situação típica de várias centenas de Trabalhadores. Essa nossa situação, vivida por pelo menos 1500 empregados da Estatal, é que me motiva a continuar dizendo aqui, na esperança que a Administração da Estatal leia e entenda essa mensagem: "a Situação Salarial dos Empregados Públicos da Estatal Federal Emgepron está em estado crítico". O Desespero gera toda essa revolta sentida nos Empregados da Estatal.

   No meu caso, sinceramente, essa revolta, gerada pelo estrangulamento salarial feito aos Trabalhadores, faz-me dizer, abertamente, que essa situação não pode continuar e que os Empregados da Estatal não engolem essa "estória" de cenário econômico desfavorável, pois, quando o cenário econômico estava em céus de Brigadeiro e mar de Almirante, nada foi feito para que os Trabalhadores Públicos da Emgepron pudessem atravessar esse cenário econômico ruim atual sem ter que ver, hoje, suas famílias submetidas a sufoco financeiros. No mínimo, a Administração da Estatal deveria, junto ao Almirante Mário, buscar atenuar a situação dos Empregados da Estatal dando aos Trabalhadores condições mínimas para que eles e suas respectivas famílias possam sobreviver com o salário que ganham (até que esse PCS seja levado ao DEST/MPOG para aprovação).

   É esse Desespero vivido na Estatal, devido a esse estrangulamento salarial feito aos Trabalhadores, que me motiva a buscar oportunidades fora da Emgepron. Mas, enquanto dentro dela eu estiver, vou continuar dizendo: "O que vocês estão fazendo com os Trabalhadores é covardia". Sim, covardia!

   Na reunião no Gabinete do Almirante Mário, falei sobre esse dilema que vivo em minha casa que, com certeza, é vivido por centenas e centenas de Trabalhadores da Estatal Federal Emgepron.

   Naquela reunião, logo de cara, o Almirante Mário nos colocou a par da situação do Arsenal e cenário que não vislumbra reajustes salarias aos Empregados da Estatal, nesse ano. Eu e os outros três trabalhadores sabíamos que se a coisa fosse para esse lado: DEST, Orçamento, PCS da FIA que não será aprovado pelo DEST, etc., seria difícil propor solução para nossos problemas.

   Companheiros, fizemos o melhor que pudemos com o material que tínhamos em mãos, e, mesmo assim, não sei se o Almirante que nos ouviu conseguirá sensibilizar a Administração da Estatal para a situação em que vivemos.

   Na reunião com o Almirante Mário, vendo que não teríamos como cobrar piso salarial igual ao de profissionais lá fora, dissemos que a Estatal precisa olhar para os Trabalhadores da Emgepron; dissemos que, se a situação continuar assim, será como TNT. Falamos que é esse ARROCHO SALARIAL desumano que tem sido o pivô de toda revolta, vontade de protestar, de se manifestar que se encontra no Trabalhador da Estatal.

   Tudo que esse Blog sonhou foi com a justiça; sonhei com o fim das demissões em massa que presenciei em 2011, 2012 e 2013, não com manifestação nas ruas etc. Sonhei com a Justiça vinda de um malhete "nas mãos" da Juíza Gláucia...

   Sonhei com a "representatividade sindical" como se ela fosse solução para implantação do Piso da Categoria. Mas nada aconteceu como o esperado. O Sindimetal teve a vitória dele e negociou a liberação dos 3 milhões de reais em impostos sindicais, mas, na nossa vez, a Estatal contratou o Advogado de 1 milhão e meio de reais que anulou a intimação de cumprimento da sentença e abriu Ação Rescisória, visando afastar o Sindimetal Rio dos assuntos Empregados da Estatal.

   Em sã consciência, quem desejaria guerra à paz? 

"Há poucas coisas na vida que podemos deixar para que o Destino Resolva". 

   Uma dessas coisas é que, quando nossa família sofre pelo baixo salário que recebemos em quaisquer empresa, indústria, firma, fábrica etc., não podemos deixar para que o Destino resolva.

   O Blog pede que os Trabalhadores aguardem. Sejam pacientes.

   Demos à Administração da Estatal todos subsídios para que ela venha entender a necessidade real que os Empregados da Estatal estão passando.

   Na conversa com o Almirante Mário, deixamos claro que, se o PCS da FIA não vai ser aprovado, o DEST não autorizou reajustes salariais algum, não há orçamento da União para que o AMRJ pague a folha de pagamento com o Pessoal da Estatal relativo ao Piso da Categoria, então que ela intervenha naquilo que não aumenta os encargos trabalhistas e não precisa de autorização do DEST/MPOG, os quais são redução dos custos que temos em contracheques toda vez que usamos o PAMSE (Plano de Saúde da Emgepron) e o aumento da Cesta Alimentação, do "simbólico" R$ 56,00 para R$ 500,00.

   Fizemos isso, tendo em vista o que nos foi exposto. Tivemos visão clara que não adiantaria insistir em Piso Salarial igual ao da CCT/SINAVAL.

   O que o Blog pede é que os Trabalhadores estejam atentos. Não desejo que tenhamos que novamente voltar à rua para protestar, como em 20 de maio de 2014. Como disse: "só os loucos podem apreciar mais a guerra que a paz". Mas, se a nossa proposta mais básicas e enxutas, como a que foi levada ao Almirante Mário por mim e pelos outros três trabalhadores visando dar chance dos Trabalhadores poderem honrar seus compromissos e alimentar seus filhos e esposas até que o dilema Emgepron X Sindimetal Rio tenha fim e o PCS da FIA venha a ser aprovado, não for coberto pela Estatal, teremos que pôr nossos Planos de Buscar chamar a Opinião Pública através do ATO de Doação de Sangue ao HEMORIO e protestar em frente ao Prédio do Ministério Público do Trabalho (MPT), para que o MPT intervenha e investigue essa Ação Rescisória movida pelo Drº Medina, em prática.

   Não faço isso em tom de ameaças, ou intimidação, pois ATOS extremos como esses são frutos de desespero de Pais de família que veem, ano após ano, a Administração da Estatal se recusando a buscar o fim desse Arrocho Salarial, desde 2007 (data do último PCS): Nos sentimos sendo matados na unha.

   Ficará insuportável, se a Estatal repor nossos salários somente o IPCA. Se os Empregados da Estatal não reagirem com ATOS Organizados de Manifestação e Protestos, tenho para mim que a Estatal pensará que estamos confortáveis com essa situação de arrocho salarial infinito.

   Precisamos de subsídios, como os que foram propostos, para que enfrentemos esse ano 2015 a 2016 até que haja desfecho dessas duas frentes que poderiam trazer alívio aos Trabalhadores, ou os Empregados da Estatal não suportaram.

   A Ação do SINDIMETAL Rio gerou em mim a falta de confiança. Não por eles terem sacado os R$ 3 milhões em impostos sindicais, acho mais do que justo que eles recebessem essa fortuna após esses 13 anos de luta judicial, meu problema é que eles não resolveram nossa parte. Então considero injusto que só o Sindicato tenha se dado bem nessa negociação com a Estatal. Isso tem sido uma espinha atravessada na minha garganta. Eu não consigo perdoar, pois foram várias reuniões com a  Administração da Estatal e,  antes de todas elas acontecerem, eu, Nilo e outros Trabalhadores, exigimos a presença de pelo menos um Trabalhador verdinho, e as respostas eram, invariavelmente, "NÃO"/ sempre havia o mesmo argumento: Isso é reunião "técnica". De forma deliberada e à inocência de consciência, esse Blog apoiou o SINDIMETAL RIO. Mas, não posso cometer o mesmo erro achando que o apoio do Sindimetal Rio pode ajudar em algo novamente, uma vez que falharam.

   Ainda assim e apesar disso tudo, peço aos Trabalhadores que estejam Unidos e mantenham a calma.

   Temos que convencer os Trabalhadores que precisamos do apoio de todos. No ATO de Doação de Sangue ao HEMORIO, ficaremos em frente ao prédio do HEMORIO denunciando publicamente nossa situação.

   No ATO de Protesto, em frente ao MPT, pediremos ao Promotores que acompanhem toda AÇÃO do Drº Medina nessa AÇÃO RESCISÓRIA.

   O Blog sabe que temos que agir pelo bem estar de nossa família.

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