segunda-feira, 28 de dezembro de 2015

SÃO LÍCITAS AS DEMISSÕES QUE HOUVE NA FÁBRICA DE MUNIÇÃO DA MARINHA DO BRASIL, LABORATÓRIO FARMACÊUTICO DA MARINHA E SEDE DA ESTATAL? SÃO LÍCITAS AS AMEAÇAS DE DEMISSÃO CONTRA OS CONCURSADOS LOTADOS NO ARSENAL DE MARINHA DO RIO DE JANEIRO (AMRJ)?


 
    É HORA DE OS TRABALHADORES DEMITIDOS E OS QUE AINDA ESTÃO EMPREGADOS PEDIREM, INDIVIDUALMENTE, MANDADOS DE SEGURANÇA CONTRA AS AUTORIDADES QUE OS AMEAÇAM COM CASSAÇÕES DE DIREITOS CONSTITUCIONAIS E RECONHECIDOS PELO STF QUANDO NO JULGAMENTO DA RE 589.998 QUE MODIFICOU O FRACO ENTENDIMENTO DA OJ-247/TST E GARANTIR DIREITOS.


EMGEPRON CONTRATA DEZENAS DE TÉCNICOS DA ETAM, NÃO OBSTANTE QUASE DUAS CENTENAS DE TRABALHADORES DA FÁBRICA DE MUNIÇÃO...
Publicado por Metalúrgicos da Emgepron em Domingo, 10 de janeiro de 2016
 
   

    É importante lembrar que as Empresas Estatais e Sociedades de Economia Mista são criadas para que o Estado possa intervir na Economia Nacional ou para Prestação de Serviços Públicos, como é o caso da Estatal do Governo Federal, a Emgepron, cujo Capital é 100% da União. Foi o Decreto-Lei nº 200/67, ao dispor sobre a Organização da Administração Pública Federal, que citou as Empresas Estatais e Sociedades de Economia Mista como Instrumentos de atuação do Poder Público (governo) na esfera do direito privado, ou seja, a exploração Direta de Atividade Econômica ou a Prestação de Serviços Públicos de Natureza Econômica.

    A Constituição Federal dispôs sobre o tema do Decreto-Lei nº 200/67 no artigo 173 da Constituição Federal de 1988.

Os Trabalhadores da Emgepron admitidos nessa Estatal e em Outras, até o dia 05 de Outubro de 1983, têm a mesma estabilidade que quaisquer servidores do Regime Jurídico Único (RJ), segundo a Emenda Constitucional nº 19/98. Pergunto: Quantos Empregados Públicos foram demitidos da Estatal estando protegidos pela CF/88 e por suas Emendas?
(Publicado na Página do Blog).

Adendo: O esquecível ex-presidente FHC, ao modificar o texto do artigo 41 da CF/88, tirou o termo genérico 'servidor' e colocou o termo 'cargo', ou seja, todos Empregados de Estatais admitidos antes da Emenda Constitucional n° 19\98 mantém sua estabilidade Igual a de qualquer outro servidor estável após 3 anos de Estágio Probatório ou os que já estavam na administração antes de 05 de Janeiro de 1983 (5 anos antes da Promulgação da CF/88). 
    Digo com isso que diante de ameaças,
como a que os Concursados da Estatal recebem, devem questionar se a Estatal tem apresentado à Justiça os Balanços que acusem a Estatal com Problemas Financeiros a ponto de levá-la à "falência", como ordenou à Justiça nesse Mandado de Segurança, link ao lado: leia.

    As ameaças que os Trabalhadores sofrem vêm de autoridades militares que prejudicam o direito desses trabalhadores aos Princípios Elementares previsto na CF/88, art. 37, caput, para as Administrações Direta e Indireta, dentre eles os Princípios da Isonomia e da Motivação.

    Atualmente, além da Rigidez prevista na CF/88, no art. 37, caput e inciso II, temos o Entendimento do Supremo Tribunal Federal-STF durante o Pleno no julgamento da RE 589.998 que modificou a OJ-247/TST e os entendimentos consoantes de Deputados Federais na PL 1.128/2011. Ainda assim os Empregados da Estatal continuam sob ameaças e sendo demitidos sumariamente, vejam.

Estatal demitiu quase de 150 Trabalhadores, mas continua Contratando: KLM por R$ 630.999,78 e FB por R$ 1.613.109,36. Leiam o que é a FB Terceirizações, a KLM é velha conhecida do Pessoal Chãos de Fábrica.

    Não cabe somente que Administradores Militares da Marinha venham aos Trabalhadores e digam: -Estamos com problemas financeiros e vamos demiti-los por causa disso e daquilo, como foi o caso, recentemente, do Diretor do AMRJ (link já disponibilizado acima) e do Diretor do Laboratório Farmacêutico da Marinha "LFM" (clique aqui e baixe o Áudio) e na Fábrica de Munição da Marinha "FAJ", leiam, ou, como o divulgado nesse site extra-oficial, uma vez que não está hospedado no domínio "gov.br", leiam. Caberia, sim, à Estatal apresentar balanços oficiais, contabilidade que demonstrem estar em bancorrota (em "falência" ou "insolvência").

    As Empresas Privadas que demitiram em massa estão com as portas fechadas... Elas tiveram que demonstrar estarem falidas. Na Estatal, temos somente "palavras..."

    Creio não ser suficiente para qualquer trabalhador, com nível razoável de bom senso, só "palavras de militares..."


O Próprio DEST, no Parágrafo Terceiro dessa Portaria, prevê aquilo que essa Estatal prestadora de serviços à Marinha não quer entender: "As vagas ocupadas por empregados reintegrados judicialmente... " Essa é uma constante. O que prejudica o Governo, dentro desse entendimento, são os Militares que têm o poder de contratar os Concursados, ou seja, eles pensam e fazem: "- É CLT? pode ser mandado embora... Não é bem assim, uma vez que o regime de Trabalho de um Empregado Público é híbrido.
    A mesma linha do Texto Constitucional, art. 37, inciso II,  que ordena preenchimento de Cargo Público através de Concurso Público é a mesma linha que manda preencher as vagas para Empregos dentro da Administração Indireta por Concurso Público, ou seja, o caput desse artigo tem o dever ser observado em ambos os casos.


 

    O Ministério do Planejamento Orçamento e Gestão (MPOG) disse que a Portaria acima formaliza o que antes era apenas uma orientação: "as estatais não podem ultrapassar a quantidade de trabalhadores que possuem atualmente". Observe que dentre essas Estatais Federais mencionadas, não constam Petrobras e várias outras, mas a 'EMGEPRON', AMAZUL, Imbel, Nuclep e Eletrobrás (diretamente ligadas às Forças Armadas) se encontram presentes.


Acima, resposta da Estatal à Solicitação de Informação feita no site Acesso à Informação (CGU): "Solicito informações sobre qual legislação trabalhista se apoia à Administração dessa Estatal ao afirmar ao Ministério Público do Trabalho que seus Empregados Celetistas não têm direito a tal garantia.

   O que digo aqui é que a Emgepron é controlada pelo Governo Federal, seu capital não é misto. Trata-se de uma Empresa Pública cujo capital pertence cem porcento à União e seus regimes trabalhistas são híbridos: CLT + Direito Administrativo. O Próprio MTE entende assim ao impedir saques do Seguro Desemprego aos Trabalhadores dessa Estatal, isso é, de acordo com os demitidos, nos anos de 2015 têm enfrentado (lembro que isso não ocorreu nas demissões nos anos de 2015, como em 2013).

Marcadores: , , , , ,

terça-feira, 17 de novembro de 2015

Repetição de um Adendo, no dia 31/10/2015, à Postagem do Dia 11 de Outubro de 2015.


 
   Há postagens com informações que somente estarão publicadas na Página do Blog no Facebook. Isso é devido ao fato de lá eu poder acionar Jornais e Assessores de Políticos que Gerenciam Páginas de Políticos, em denúncias específicas (cliquem no texto).

   Mesmo lá (assim como o Blog, o Facebook me dá relatóriosde visitas em tempo real), os trabalhadores continuam achando que se mantiver ocultos sem curtir, não apoiando abertamente, estarão bem "na fita". É preciso coragem para reagir. Os medos que os trabalhadores sentem e os fazem se esconder só fortalecem quem os demitem , a quem não repõem as perdas salariais e pedem Acordos Coletivos a Sindicato estranho à Sentença Transitada em Julgado, supostamente, sem nada a oferecer para os trabalhadores e, segundo dizem, sob ameaças veladas de retirarem as poucas conquistas anteriores. 

    Essa tem sido, para mim, a tônica das injustiças em que vivemos e do porquê o Ministério Público ser tão cordial, não incisivo quanto quando se trata de Empresas na iniciativa privada: o texto destacado em Amarelo é o famoso "Você sabe com quem você está falando?", trata-se da famosa carteirada.

    Trecho da Ata da Audiência em que Agente Público Administrativo, cargo comissionado, se apresenta, como fora denunciado no texto: "inicialmente', como Capitão-de-Mar-e-Guerra..."

    As demissões são costumazes. Se os Órgãos de Marinha não têm condições de ter esse efetivo de 1800 trabalhadores, porque os contratam? Em 2011? Foi a crise? As demissões em massa em 2011, 2013 foram por crises? Hipocrisia!

    Meu maior desgosto é ler as Atas de outras Audiências da Estatal no Ministério Público e me sentir ultrajado, não pelas "promessas" tipo: "estamos tentando", do Dr° Moutinho, mas pela complacência dos Procuradores do Ministério Público.
São covardes, corporativistas, parciais e politizados.

    São homens e mulheres mal remunerados em uma Estatal que declarou em seu Balanço Patrimonial, em 2013 e 2014, estar em boa situação financeira devidos ao seu Capital de Giro depositados nos bancos BB e CEF: R$ 95 milhões de reais, em 2013; em 2014, declarou Capital de Giro no valor de R$ 65 milhões de Reais. Considero esse capital o suor dos trabalhadores, o desespero de famílias desesperadas, a educação com qualidade que seus filhos não podem ter.

    Além de serem mal remunerados durante todos os anos trabalhados, demitidos sem o princípio constitucional da impessoalidade do Ato, os trabalhadores se deparam com outra dura realidade, uma realidade que não deve ser tão chocante para trabalhadores públicos de outras estatais como Petrobras: "ficam sabendo que não podem receber seu seguro desemprego por serem empregado por regulamentos constitucionais, artigo 37, II"; o caput desse artigo presume que as demissões de concursados são ilegal em suas essências. A demissão de Empregado Público, pelos princípios constitucionais, só se daria devido à "justa causa", somente (as demissões que tenho tido conhecimento na Emgepron, fora os trabalhadores que sofrem perseguições por motivações ideológicas e outros por motivações pessoais, caracterizam, facilmente, Ato de onerar, com multas de verbas rescisórias, a Administração Pública; nas situações citadas, anteriores, facilmente se caracteriza o ato administrativo de intimidar o Empregado Público em sua função no Emprego à serviço da Administração a não exercer direitos constitucionais presentes nos artigos 5° ao 11, 37 e 173.


Mas, quando se é demitido, a Estatal diz que não tem obrigação de respeitar esse mesmo artigo na Impessoalidade, Motivação, Probidade... Vejam os Processos dos que lutam para ser reintegrados.


    Em que tipo de Estado de Direito covarde é esse em quem vivemos? Há um Estado de Direito onde uma Administração Pública usa a Constituição do País para tirar direitos e usa a mesma para negar Direitos?

    A Estatal Emgepron foi criada por Lei 7000/82, em 1982, ou seja, anterior à Constituição Federal de 1988 que estabeleceu os artigos 5°, 7°, 8º, 37 e 173.
Os tempos mudaram. Trabalhamos em uma Estatal pautada no Militarismo autoritário, sim.


    O militar, em questão, é um Agente Público Administrativo, em uma atividade civil trabalhista.


   A Estatal Emgepron é uma Instituição Pública civil (leia).


   A FEMAR é uma Instituição Privada, nada tem a ver com o Governo (leia, se comporta como as Organizações Sociais "OS", é verdade, ao se vincular ao Governo igualmente as Fundações Roberto Marinho (leia), Xuxa Meneghel, Ayrton Senna, etc., (leia mais).


   Quando o "Agente Público Administrativo" Marcus Vinícius, Chefe do RH da Estatal, diz que ela é uma Paraestatal ao fazer menção de que vocês não têm direito ao Seguro Desemprego (contrariando o artigo 173, inciso II, da CF/88), ele coloca a Estatal como uma "OS" sem "Fins Lucrativos" (estilo FEMAR) e não como uma Administração Pública nos moldes do artigo 173, inciso II, da CF/88, mas como uma Organização Social sem Fins lucrativos, como se a Estatal fosse somente uma Organizações da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIP), (leia).


   Os Empregados Públicos (em especial os Empregados da Emgepron que sofrem em um ciclo viciante de demissões em massa desleal, leia (como as que sofriam os demitidos no Arsenal de Marinha, anistiados como perseguidos por militares em seus direitos de reivindicações), como na denúncia do Sindicato, sem que seu Sindicato pudesse negociar essas demissões e defender seus representados (essa barbaridade foi noticiada em um relatório feito pela Própria Marinha em sindicância sobre as contas da Estatal, leia) têm direitos constitucionais presentes no artigo 173, inciso II. (leia mais sobre Anistiados por Perseguição.)

    Dentro dessa visão, ser a Estatal uma Organização sem fins lucrativos, os Trabalhadores são "colaboradores", não Empregados Públicos, ou servidores nos moldes da Constituição Federal, art. 37, inciso II, Lei 8429, art. 2°, Decreto 1.171, Seção III, Das Vedações ao Servidor Público, Inciso XXIV, Lei 8666/93, art. 84.


    Mas como foi criada a Emgepron?, como ordena a Lei à Criação de Estatais no Decreto 200/67!, logo, trata-se de uma Estatal e não uma Paraestatal "OS".


    Me enojo diante de tudo isso. Sinto repulsa e desprezo diante de covardias.


    A empresa privada FEMAR tem seus Empregados como Instrutores da Escola Técnica do Arsenal de Marinha "ETAM". Eles são denominados colaboradores, já que a Empresa deles se comporta como se não tivesse "fins lucrativos" alguns (a alegoria que se conta e reconta de que a FEMAR é vinculada ao Ministério de Ciência e Tecnologia é balela, ela está lá assim como várias empresas privadas que conseguem esse credenciamento válido por 5 anos, leia, leia mais; trata-se de um credenciamento valioso que traz alguns benefícios às Empresas "sem fins lucrativos", como o previsto na Lei 8666/93, art. 24, inciso XXI.

    Obs.: Essa Ata não é a da Audiência do dia 19/10.

    A Procuradora Isabela Terzi não mais autorizou meu acesso aos autos, estando pendente a solicitação, por isso não pude baixar a Ata da Audiência do dia 19/10 (foi autilizado, dia 10/ 11).

    Essa Ata, acima, foi cortesia ao Blog do Trabalhador, Advogado, Cleiton:


   "Quanto aos Boatos, lembrem-se: leiam. Antes de crerem de "boa fé" em boatos peçam, através do site da CGU,documentos probatórios da veracidade das "informações" repassadas "boca à boca"."


(31 de outubro de 2015)

Fim.


Marcadores: , ,

domingo, 11 de outubro de 2015

No meu caso, era algo inevitável, quando houvesse o ajuste de contas. (E OUTRAS ATUALIZAÇÕES.)



Algumas informações sobre a situação dos trabalhadores que eu tiver conhecimento, opiniões e denúncias estarão nessa página,
exceto por algum motivo pessoal: www.facebook.com/metalurgicosdaemgepron.

   Essa tem sido, para mim, a tônica das injustiças em que vivemos e do porquê o Ministério Público ser tão cordial, não incisivo quanto quando se trata de Empresas na iniciativa privada: o texto destacado em Amarelo é o famoso "Você sabe com quem você está falando?", trata-se da famosa carteirada.
Mais informações »

Marcadores: , , , , ,

sexta-feira, 25 de setembro de 2015

Ao Senhor Vice-Almirante Francisco Antônio de Magalhães Laranjeira, Diretor-Presidente nomeado Pela senhora Presidente da República Dilma Roussef:


Extrato de Inexigibilidade de Licitação publicado em Diário Oficial da União "DOU" para dar publicidade exigida à Contratação da Empresa Privada "FIA" por quase R$ 1 Milhão de Reais por um PCS que nunca chegou até ao Ministro de Estado da Defesa Celso Amorim e nem ao atual, Jaques Wagner.

Enviem mensagem ao Ministro de Estado da Defesa Jaques Wagner (link).


Não há crianças trabalhando na Estatal Federal Emgepron.
É imprescidível que os Empregados da Estatal denunciem, lutem na Justiça.


 

    É importante que os Empregados da Estatal leiam esse informativo da Emgepron disponibilizado abaixo, que entendam a complexidade administrativas que é a Emgepron, seu valor para as Organizações Militares Prestadoras de Serviços (Marinha) OMPS (obs.: por questão pessoal, o acesso ao conteúdo será liberado mediante pedido feito por e-mail solicitado no link):

https://drive.google.com/file.

    Principalmente para àquelas pessoas que estão pedindo seus direitos à reintegração ao Quadro de Empregados da Estatal, após àquela carnificina na Fábrica de Munição da Marinha do Brasil "FAJ", Sede da Estatal, baseados no Recurso Extraordinário 589.998 do Supremo Tribunal Federal/STF. É importante que leiam atentamente essa exposição no documento acima e enviem-no aos seus advogados.

Senhor Vice-Almirante Laranjeira, Diretor-Presidente nomeado Pela senhora Presidente da República Dilma Roussef à Administrador dessa Estatal (leia a Nomeação desse Alto Oficial da Marinha do Brasil à Diretor da Estatal no DOU) do Governo Federal, 


Na Estatal Emgepron, há uma covardia cruel e desleal contra os Trabalhadores.  O senhor deveria se envergonhar disso.
  
    Se todos os Trabalhadores da Estatal tiverem entrado com suas Ações Individuais, todos que estão sendo sumariamente demitidos processarem/denunciarem ao Ministério Público os Administradores e chefes imediatos das OI's das OMPS, sejam eles Civis da Empresa Privada FEMAR, da Empresa Pública Emgepron, Servidores do Regime Jurídico Único (RJU) ou Militares por suprí-los do Direito inalienável ao artigo 37, caput, da CF/88 e do artigo 2º da Lei n° 8429/92, esses homens, antes de atentarem contra os direitos de vocês, temeriam fazê-lo.

    Os dirigentes brasileiros, sejam eles políticos, cidadãos Comuns, homens de negócios da iniciativa privada ou gestores públicos, militares, por suas naturezas culturais, herdadas do patrimonialismo imperial português, não estão habituados a respeitar direitos coletivos e inviduais, às leis e à Constituição Federal do País sem serem instigados a isso por força coercitiva da Justiça.

    Lutem por seus direitos, sim. Mas será um erro, se não lutarem por uma justiça coletiva e sem discriminações, até porque foi isso que a Estatal pediu através do Advogado de R$ 1 Milhão e 500 Mil Reais (DOU), ouçam o aúdio da Audiência do dia 23/9/2014 (link): O Dr° Medina "convenceu" à Juíza Gláucia Zuccari de que os Empregados da Estatal entrassem com Ações Individuais para obter Direitos à CCT/SINAVAL, se assim desejassem.

Visitem o Blog www.metalurgicosdaemgepron.blogspot.com.br.Conheçam a luta dos Empregados da Estatal Emgepron, a serviç...
Posted by Metalúrgicos da Emgepron on Sexta, 25 de setembro de 2015

Marcadores: , , , , ,

quarta-feira, 9 de setembro de 2015

Emgepron, a Estatal que atua de costas para os Trabalhadores Públicos. O Blog avisa: meu computador quebrou. Estou sem acesso à WEB. Devido a isso, é possível que o Blog fique inoperante. Em casos urgentes, farei as postagens rápidas em lan house.


Um grupo de 1700 homens e mulheres clama por justiça há mais de duas décadas. Juízes com seus malhetes não podem fazer...
Posted by Metalúrgicos da Emgepron on Sábado, 12 de setembro de 2015

Desembagadora Sayonará Grillo dá sinal de que a famigerada Ação Rescisória movida contra os Direitos dos Trabalhadores a terem Pisos Salariais está chegando ao fim. 

Mais informações »

Marcadores: , , , , , ,

quinta-feira, 4 de junho de 2015

No Processo do Thiago, a AGU disse não possuir quaisquer interesses em impedir o Direito do Trabalhador.


União Federal diz a Juíz não possuir interesses em interferir 
no Processo do Thiago por Salário Justo à Profissão.

    Na surpresa desagradável de entrar com suas ações individuais, como ordenou a Juíza Gláucia Zuccari (áudio), muitos Trabalhadores ouviram a Administração da Estatal fazer o "Jogo de empurra em empurra" citando a lei 7000/82 e exigindo a União para defender a Marinha.

    Embora os Trabalhadores sabendo que o Juiz já apitou o final do "Jogo da Estatal" e que tudo que eles (trabalhadores) querem é poder pôr as mãos no merecido troféu (piso salarial e retroativos) e comemorar, se veem obrigados a ver suas audiências remarcadas por esse ardil.
Mais informações »

Marcadores: , , , , ,

quarta-feira, 20 de maio de 2015

Um Regime Ditatorial é o que se vive na Estatal... Esse Regime tem levado os Empregados a situação dramática, ao Caos.

   
Assim, irretocável a r. sentença declarou a nulidade da dispensa do autor e determinou a sua imediata reintegração, com o pagamento de todas as parcelas devidas durante o período de afastamento, e o restabelecimento do plano de saúde, sob pena de multa diária no valor de R$1.000,00 (hum mil reais). Nego provimento."

   No limite da resistência humana, a situação vivida pelos trabalhadores é humilhante. O arrocho salarial que vem se perpetuando desde 2008, data do último Plano de Cargos e Salários (PCS) que a Estatal prometeu colocar em prática na Estatal, mas nunca cumprido para os Trabalhadores, nos impõem a condição de humilhação, vergonha, desesperança. A situação dos Empregados da Estatal Emgepron é de desespero. Situação esta causada por uma política obsoleta de gerenciamento de Estatal onde somente se olha para a saúde financeira da Marinha do Brasil e nunca se olha para a saúde alimentar, social, familiar dos Empregados da Estatal da Marinha do Brasil.

Mais informações »

Marcadores: , , , , , ,

quinta-feira, 7 de maio de 2015

Todos os vídeos gravados na Assembleia Geral dos Empregados da Emgepron 2015/Omissão e descaso por parte dessas Três Altas Autoridades: covardias vindas do Ministro do MPOG, da Patente Máxima no Comando da Marinha e do Ministro do Ministério da Defesa.

Obs.: Semana passada, conversando com uma Advogada, ele me disse que essa impugnação na Ação Rescisória, que eu disse, erroneamente, se  tratar, "somente", de impugnação às Ações Individuais feitas pelas Advogadas do Sindimetal Rio (leia) é tentativa do Advogado Diogo Campos Medina Maia, Filho do Drº Luiz Otávio Medina Maia, a todas Ações Individuais feitas por todos os Trabalhadores. Leia-se que nessa Ação Rescisória já aparece o Ministério Público do Trabalho acompanhando o movimento do Sindimetal Rio, Estatal Emgepron e do Advogado de UM MILHÃO E MEIO DE REAIS* (*leia). 

Na visão da Drª, o pedido de impugnação se trata de tentativa desesperada e é difícil de se conseguir. Segundo ela, até mesmo a Ação Rescisória será difícil de eles terem êxito. Esse é o ponto de vista da Advogada com quem conversei sobre o assunto.

Sequência dos Vídeos da Assembleia Geral 2015.

   Entenda a posição do Sindicato sobre os Processos Individuais, sobre a resposta da Administração da Estatal em reajustes salariais em zero porcento (0%) "segundo a visão do Sindimetal" nos Reajustes salarial em ACT 2015, as cobranças dos Trabalhadores e respostas do Alex Santos, Wallace e Advogadas do Sindimetal Rio e mais.
   

---------------------------------------------------------------------------------------------------------------



----------------------------------------------------------------------------------------------------------------









-----------------------------------------------------------------------------------------------------------



Todos os vídeos gravados na Assembleia Geral dos Empregados da Emgepron 2015.

Na Estatal da Marinha do Brasil, vive-se a situação da Escravidão Legalizada. Uma Escravidão tão brutal quanto a vivida no exílio forçado dos africanos.

Na Estatal há uma Violência tão brutal que fere o Trabalhador e seus familiares tanto quanto as chibatadas deferidas pelo "sinhozinho" feriam os escravizados africanos.

   Na Estatal, a política de má remuneração e escravidão legalizada persiste. Essa é a  face obscura e cruel demonstrada pelo Comando da Marinha, Ministério da Defesa e o Ministério de Planejamento, Orçamento e Gestão "MPOG" (MPOG é o repassador de dinheiro (orçamento) para esses dois Órgãos). Uma  face cruel voltada para os Trabalhadores da Estatal; os baixos
Mais informações »

Marcadores: , , , , ,

terça-feira, 5 de maio de 2015

Se está difícil vencer os Militares Almirantes que Administram a Estatal, o SINDIMETAL Rio deve rever suas estratégias. / Sobre o Acordo Coletivo na IMBEL feito pela Intersindical que o Sindimetal Rio é parte.

Ministro Ives Gandra Martins Filho.

    Sobre o Acordo Coletivo na IMBEL feito pela Intersindical que o Sindimetal Rio é parte: "Pelo acordo, o reajuste será de 8%, com piso salarial de R$ 1.065,53. O abono salarial terá o
Mais informações »

Marcadores: , , , ,

sexta-feira, 3 de abril de 2015

A Marinha do Brasil desfruta da Mão de Obra dos Empregados da Estatal contratada em Concurso Público.

Assim como no vídeo, abaixo, as informações do porquê a Estatal não poder reajustar os pisos salariais, a começar pelo justo, parecem lógicas, mas não têm bases para serem creditadas.


   Na reunião que eu e outros três trabalhadores tivemos com o Almirante Mário, ele deixou claro como funciona a  relação AMRJ e folha de pagamento dos Empregados da Estatal. Não é diferente da situação do vídeo acima, pois, se focarmos somente na carta que o vídeo pede para ser tirada, nossa mente sempre achará que há algo mágico, místico, esotérico, como se quer passar pelo vídeo. "Só que tudo é um grande truque".
Mais informações »

Marcadores: , ,

quinta-feira, 5 de março de 2015

Reunião em frente à Escadaria, junto ao Ponto de Ônibus dos Trabalhadores da Sede, 06/3.

   A resposta da Administração da Estatal à solicitação de sobrevivência feita pelos quatro Trabalhadores foi "NÃO".



   Atenção: Haverá reunião, amanhã, dia 06/3, com os trabalhadores que quiserem saber mais detalhes sobre o que foi conversado com o Almirante Mário e tirar outras dúvidas.

    Os três trabalhadores pedem para os trabalhadores que quiserem mais detalhes comparecerem, às 12:20, após o almoço, na Escadaria, junto ao Ponto de Ônibus dos Trabalhadores da Sede.

Marcadores: ,