A PODEROSA EMGEPRON, A FORÇA MARINHA DO BRASIL e a POSIÇÃO DO SINDIMETAL RIO.




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    De que se queixa, pois, o homem? Queixe-se cada um dos seus pecados.
(Livro das Lamentações do Profeta Jeremias, cap3 v39.)

    DIANTE DO TERRORISMO, PARA COM OS CONCURSADOS DA ESTATAL EMGEPRON, FEITO NO AMRJ, É NÍTIDO O MEDO NOS OLHOS DOS TRABALHADORES E, 

AO MESMO TEMPO,
HÁ COVARDIA ESCANCARADA NOS ROSTOS DOS ADMINISTRADORES DO AMRJ e DA
EMGEPRON.


    Porque temem ser demitidos os trabalhadores? Porque ameaçam os trabalhadores de demissão os Militares do AMRJ e EMGEPRON?


    ESSE TEXTO, DO PROFETA JEREMIAS, É ANÁLOGO À SITUAÇÃO VIVIDA PELOS TRABALHADORES DA EMGEPRON: "O MEDO SOMADO A OMISSÃO POR PARTE DOS TRABALHADORES SÃO AS CAUSAS DE TODAS AS INJUSTIÇAS QUE ELES E SUAS FAMÍLIAS MESMOS SOFREM". 

    Esse medo e omissão têm sido o "pecado" de que se queixam os trabalhadores da Estatal.


    O Procurador João Batista Berthier Leite Soares está atendo, pelo Procedimento Preparatório PP 003461.2015.01.000/0, denúncias do Cleiton, demitido da FAJ, sobre a demissão em massa na Fábrica de Munição da Marinha "FAJCMC". Como parte interessada, qualquer um, dos quase mil trabalhadores do Arsenal de Marinha, seus familiares e parentes, amigos, pode escrever a esse Procurador e ajudar na denúncia do Cleiton contra o ATO "brincalhão" das Administrações do ARMJ, FAJ, LFM e SEDE DA EMGEPRON ao abrir concursos públicos, contratar 1800 concursados e demitir os concursados (art. 37, caput e inciso II, da CF/88). Mas, até agora, nenhum trabalhadores "ousou" peticionar ao Procurador... 

    Porque será? 

    Não quer se "expor"? Então, novamente a pergunta, seguida da resposta do Próprio Profeta Judeu: "De que se queixa, pois, o homem? Queixe-se cada um dos seus pecados.
(Lamentações, cap3 v39.)

    Acham que vou fazer essa petição? Não, não sinto medo da tal "demissão". Meus "pecados" estão escritos nesse Blog, nos movimentos que ajudei a organizar (20 de maio de 2014), nos protestos dentro e fora do AMRJ que ajudei  a promover e participei, nas várias denúncias feitas à Procuradora Isabela Terzi, na Petição, junto a outro trabalhador, ao Ministério Público para que aquele Órgão acompanhasse a Ação Rescisória movida pela Estatal a preço de mais R$ 1 Milhão e Meio de Reais, denúncias feitas sobre a última ameaça de demissão de "porcentagem" dos trabalhadores em 2014... 

    De que me queixaria, se não dos meus próprios "pecados"?

    RESPONDAM: QUEM ESTÁ PAGANDO OS CUSTOS PARA QUE O AMRJ ESTEJA FUNCIONANDO? 

    QUEM DEU A ORDEM PARA QUE, SUPOSTAMENTE, UMA ESTATAL CIVIL ESTEJA PAGANDO DESPENSAS COMO AS CONTAS DE ÁGUA, LUZ, TELEFONE E OUTRAS DESPESAS DO ARSENAL DE MARINHA DO RIO DE JANEIRO "AMRJ" (Organização Militar)?

    Diante das respostas, é desumana e desleal as ameças de demissões...



Friedrich Engels, ao escrever a introdução ao livro de Karl MarxA luta de classes na França”: "Se houver alguma possibilidade de as massas trabalhadoras chegarem ao poder, a burguesia não admitirá a democracia sendo até capaz de golpeá-la".

    Então vejo os trabalhadores amedrontados... 

   Covardia tem sentido duplo nessa postagem.



SINDICATO:


 

    Estive no Sindicato, hoje, 05/02/16, e conversei com Jonas, ex-funcionário da Estatal e diretor da base metalúrgica no Centro. Segundo Jonas, no dia 25/02, o Sindicato foi convocado, por Ofício, a comparecer à reunião, na Sede da Estatal, sobre a Participação nos Lucros ou Resultados "PLR". Quem compareceu à Reunião foi o Melquisedeque (segundo ele, tentou entrar em contato comigo para avisar da reunião e não conseguiu). Melqui, atual Diretor Jurídico do Sindimetal Rio e o Diretor Alexandre Cavalcante Loyola foram quem compareceram a essa Reunião na Sede da Estatal. A reunião foi sobre a PLR. O Sindicato não concordou com as regras da PLR que só prejudicam o trabalhador e mandou que estivesse registrado em ATA essa posição de recusa por parte do Sindimetal Rio. Melquisedeque pediu para que os representantes da Empresa se explicassem sobre a ameaça de demissão em massa dos Trabalhadores, os representantes da Estatal se recusaram a dar explicação sobre esse tema.

    Perguntei ao Jonas que atitude o Sindicato está tomando para coibir essa selvageria da parte da Estatal. Segundo Jonas, eles estão com denúncia (anterior a essa ameaça) no Ministério Público do Trabalho (Procedimento Preparatório "PP 003461.2015.01.000/0") e também em contato com a Deputada Federal Jandira Feghali (PCdoB) sobre essa decisão da Marinha em demitir os Empregados da Estatal.

    Segundo Jonas, é estranha a Posição do Comando da Marinha do Brasil, força militar a que a Estatal é subordinada e que, através desta, está vinculada ao Ministério da Defesa, cujo Ministério tem como Ministro atual, Aldo Rebelo (PCdoB) em, de certa forma, autorizar a demissão dos Empregados da Estatal. Uma vez que o próprio Governo Federal (Presidente Dilma Roussef) tem lutado para manter os postos de trabalho, subsidiado meio como o Acordo de Leniência para que as Empresas mantenham os postos de trabalho, é estar na "contramão" do interesse do Próprio Governo.

Segundo Jonas, essas indagações estão sendo levadas as Autoridades.

    Observação: Sobre a informação de que o Sindimetal Rio esteve em reunião convocada pelo Sintec Rio com os técnicos (print do panfleto da convocação está acima), Jonas esclareceu que o Presidente do SINTEC Rio pediu para que o Presidente do Sindimetal Rio, Jesus Cardoso, marcasse um encontro entre eles para discutir esse assunto em comum: "Emgepron". Segundo Jonas, o conselho dele ao  Jesus é que marcassem esse encontro. Ressalto que, segundo Jonas, o Sindimetal Rio não esteve nessa reunião, quinta-feira 04/02, convocada pelo SINTEC Rio e não fora convidado.
 
Posição desse humilde trabalhador:

    Minha posição pessoal sobre isso continua a mesma: "a Estatal Emgepron não é Empresa de nenhum Almirante; os Trabalhadores que se encontram lá, com exceção dos Diretores-Militares convidados pelo Diretor em Exercício ou nomeados pelo Presidente da República em exercício, são todos concursados (art.37, inciso II, em concordância com o caput desse mesmo artigo). Concluo que a demissão em massa de trabalhadores dessa Estatal é afrontar a Constituição Federal, é desafiar o Direito Constitucional ao Emprego Público previsto no inciso II do artigo 37 da CF/88 desses trabalhadores concursados.

    A mudança de maus hábitos administrativos adquiridos pela Administração dessa Estatal para o bom hábito, a ser adquirido, só se dará  com a organização consciente dos trabalhadores, só se dará com a conscientização política da situação e da necessidade de serem respeitados. 


    Somente coletividade de trabalhadores pode impor respeito ao Direito de, ao ter prestado concurso público, ter o direito constitucional a conquista do Emprego garantido.

    Se o Órgão Militar da Marinha não tinha condições de ter um
pequeno efetivo de Empregos Públicos, não deveria ter "brincado" com a Instituição do Concurso Público para tê-lo.


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