quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

Convite dos Grupos no WhatsAPP para Reunião em Frente ao Museu do Amanhã.



    Grupos do WhatsApp convidam todos os trabalhadores demitidos e os que não foram demitidos a participar de Reunião.
    Leiam mais sobre a Reunião aqui: https://www.facebook.com/events/193967950963118/.
    Fale diretamente com o Organizador: https://www.facebook.com/Esperan%C3%A7a-Brasil-10107273556…/.





Vídeo:
20 de Maio de 2014, Dia que os trabalhadores, Unidos, saíram juntos pela Avenida Rio Branco exigindo respeito a direitos. 




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quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

A PODEROSA EMGEPRON, A FORÇA MARINHA DO BRASIL e a POSIÇÃO DO SINDIMETAL RIO.




Sorrir conscientes que há os que choram, isso amplia nosso vínculo com o próximo:
Gaste um tempo vendo as fotos, clique no link: www.divulgandodesaparecidos.org/desaparecidos_com_foto.
Quem sabe você, leitor, tenha visto alguém deles por aí?
Há conhecido/parente desaparecido? Cadastre-se e dê publicidade/divulgação ao fato. Clique no link: "http://www.divulgandodesaparecidos.org/desap_cadastro.php".

 
    De que se queixa, pois, o homem? Queixe-se cada um dos seus pecados.
(Livro das Lamentações do Profeta Jeremias, cap3 v39.)

    DIANTE DO TERRORISMO, PARA COM OS CONCURSADOS DA ESTATAL EMGEPRON, FEITO NO AMRJ, É NÍTIDO O MEDO NOS OLHOS DOS TRABALHADORES E, 

AO MESMO TEMPO,
HÁ COVARDIA ESCANCARADA NOS ROSTOS DOS ADMINISTRADORES DO AMRJ e DA
EMGEPRON.


    Porque temem ser demitidos os trabalhadores? Porque ameaçam os trabalhadores de demissão os Militares do AMRJ e EMGEPRON?


    ESSE TEXTO, DO PROFETA JEREMIAS, É ANÁLOGO À SITUAÇÃO VIVIDA PELOS TRABALHADORES DA EMGEPRON: "O MEDO SOMADO A OMISSÃO POR PARTE DOS TRABALHADORES SÃO AS CAUSAS DE TODAS AS INJUSTIÇAS QUE ELES E SUAS FAMÍLIAS MESMOS SOFREM". 

    Esse medo e omissão têm sido o "pecado" de que se queixam os trabalhadores da Estatal.


    O Procurador João Batista Berthier Leite Soares está atendo, pelo Procedimento Preparatório PP 003461.2015.01.000/0, denúncias do Cleiton, demitido da FAJ, sobre a demissão em massa na Fábrica de Munição da Marinha "FAJCMC". Como parte interessada, qualquer um, dos quase mil trabalhadores do Arsenal de Marinha, seus familiares e parentes, amigos, pode escrever a esse Procurador e ajudar na denúncia do Cleiton contra o ATO "brincalhão" das Administrações do ARMJ, FAJ, LFM e SEDE DA EMGEPRON ao abrir concursos públicos, contratar 1800 concursados e demitir os concursados (art. 37, caput e inciso II, da CF/88). Mas, até agora, nenhum trabalhadores "ousou" peticionar ao Procurador... 

    Porque será? 

    Não quer se "expor"? Então, novamente a pergunta, seguida da resposta do Próprio Profeta Judeu: "De que se queixa, pois, o homem? Queixe-se cada um dos seus pecados.
(Lamentações, cap3 v39.)

    Acham que vou fazer essa petição? Não, não sinto medo da tal "demissão". Meus "pecados" estão escritos nesse Blog, nos movimentos que ajudei a organizar (20 de maio de 2014), nos protestos dentro e fora do AMRJ que ajudei  a promover e participei, nas várias denúncias feitas à Procuradora Isabela Terzi, na Petição, junto a outro trabalhador, ao Ministério Público para que aquele Órgão acompanhasse a Ação Rescisória movida pela Estatal a preço de mais R$ 1 Milhão e Meio de Reais, denúncias feitas sobre a última ameaça de demissão de "porcentagem" dos trabalhadores em 2014... 

    De que me queixaria, se não dos meus próprios "pecados"?

    RESPONDAM: QUEM ESTÁ PAGANDO OS CUSTOS PARA QUE O AMRJ ESTEJA FUNCIONANDO? 

    QUEM DEU A ORDEM PARA QUE, SUPOSTAMENTE, UMA ESTATAL CIVIL ESTEJA PAGANDO DESPENSAS COMO AS CONTAS DE ÁGUA, LUZ, TELEFONE E OUTRAS DESPESAS DO ARSENAL DE MARINHA DO RIO DE JANEIRO "AMRJ" (Organização Militar)?

    Diante das respostas, é desumana e desleal as ameças de demissões...



Friedrich Engels, ao escrever a introdução ao livro de Karl Marx “A luta de classes na França”: "Se houver alguma possibilidade de as massas trabalhadoras chegarem ao poder, a burguesia não admitirá a democracia sendo até capaz de golpeá-la".

    Então vejo os trabalhadores amedrontados... 

   Covardia tem sentido duplo nessa postagem.



SINDICATO:


 

    Estive no Sindicato, hoje, 05/02/16, e conversei com Jonas, ex-funcionário da Estatal e diretor da base metalúrgica no Centro. Segundo Jonas, no dia 25/02, o Sindicato foi convocado, por Ofício, a comparecer à reunião, na Sede da Estatal, sobre a Participação nos Lucros ou Resultados "PLR". Quem compareceu à Reunião foi o Melquisedeque (segundo ele, tentou entrar em contato comigo para avisar da reunião e não conseguiu). Melqui, atual Diretor Jurídico do Sindimetal Rio e o Diretor Alexandre Cavalcante Loyola foram quem compareceram a essa Reunião na Sede da Estatal. A reunião foi sobre a PLR. O Sindicato não concordou com as regras da PLR que só prejudicam o trabalhador e mandou que estivesse registrado em ATA essa posição de recusa por parte do Sindimetal Rio. Melquisedeque pediu para que os representantes da Empresa se explicassem sobre a ameaça de demissão em massa dos Trabalhadores, os representantes da Estatal se recusaram a dar explicação sobre esse tema.

    Perguntei ao Jonas que atitude o Sindicato está tomando para coibir essa selvageria da parte da Estatal. Segundo Jonas, eles estão com denúncia (anterior a essa ameaça) no Ministério Público do Trabalho (Procedimento Preparatório "PP 003461.2015.01.000/0") e também em contato com a Deputada Federal Jandira Feghali (PCdoB) sobre essa decisão da Marinha em demitir os Empregados da Estatal.

    Segundo Jonas, é estranha a Posição do Comando da Marinha do Brasil, força militar a que a Estatal é subordinada e que, através desta, está vinculada ao Ministério da Defesa, cujo Ministério tem como Ministro atual, Aldo Rebelo (PCdoB) em, de certa forma, autorizar a demissão dos Empregados da Estatal. Uma vez que o próprio Governo Federal (Presidente Dilma Roussef) tem lutado para manter os postos de trabalho, subsidiado meio como o Acordo de Leniência para que as Empresas mantenham os postos de trabalho, é estar na "contramão" do interesse do Próprio Governo.

Segundo Jonas, essas indagações estão sendo levadas as Autoridades.

    Observação: Sobre a informação de que o Sindimetal Rio esteve em reunião convocada pelo Sintec Rio com os técnicos (print do panfleto da convocação está acima), Jonas esclareceu que o Presidente do SINTEC Rio pediu para que o Presidente do Sindimetal Rio, Jesus Cardoso, marcasse um encontro entre eles para discutir esse assunto em comum: "Emgepron". Segundo Jonas, o conselho dele ao  Jesus é que marcassem esse encontro. Ressalto que, segundo Jonas, o Sindimetal Rio não esteve nessa reunião, quinta-feira 04/02, convocada pelo SINTEC Rio e não fora convidado.
 
Posição desse humilde trabalhador:

    Minha posição pessoal sobre isso continua a mesma: "a Estatal Emgepron não é Empresa de nenhum Almirante; os Trabalhadores que se encontram lá, com exceção dos Diretores-Militares convidados pelo Diretor em Exercício ou nomeados pelo Presidente da República em exercício, são todos concursados (art.37, inciso II, em concordância com o caput desse mesmo artigo). Concluo que a demissão em massa de trabalhadores dessa Estatal é afrontar a Constituição Federal, é desafiar o Direito Constitucional ao Emprego Público previsto no inciso II do artigo 37 da CF/88 desses trabalhadores concursados.

    A mudança de maus hábitos administrativos adquiridos pela Administração dessa Estatal para o bom hábito, a ser adquirido, só se dará  com a organização consciente dos trabalhadores, só se dará com a conscientização política da situação e da necessidade de serem respeitados. 


    Somente coletividade de trabalhadores pode impor respeito ao Direito de, ao ter prestado concurso público, ter o direito constitucional a conquista do Emprego garantido.

    Se o Órgão Militar da Marinha não tinha condições de ter um
pequeno efetivo de Empregos Públicos, não deveria ter "brincado" com a Instituição do Concurso Público para tê-lo.


Leiam essa postagem na Página do Blog: https://www.facebook.com/metalurgicosdaemgepron/posts/571789579644914.

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quinta-feira, 8 de outubro de 2015

Comentarista do Blog comunica que haverá demissões no AMRJ.

Ao Blog, ainda que não sejam Boas Notícias para muitos, só cabe avisar, alertar. 


Esse Blog pede bom senso aos leitores. 

Trata-se de informações e os trabalhadores precisam estar atentos. Se verdade ou boatos de quem escreveu, não cabe a mim julgar.

Quem demite Trabalhadores da Estatal? São os Militares? ou é o  RH da Estatal dentro da Organização Militar?

 Leia como a Estatal Emgepron financia em dinheiro as OMPS, Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro (AMRJ), Laboratório Farmacêutico da Marinha (LFM), Fábrica de Munição Almirante Jurandyr Müller de Campos (FAJCMC): Leia.

Ainda creio que a Estatal Federal Emgepron está agindo na contra-mão dos direitos garantidos na Constituição Federal de 1988 a todos que contratam (concurso público é uma forma de contrato) que são Princípios elencados na Carta Magna, dentre eles: Moralidade, Impessoalidade, Motivação.

    Os  trabalhadores, que se sentirem injustiçados, devem procurar o Sindicato dos Metalúrgicos, devem procurar o Jonas, devem pedir suas reintegrações. O Sindicato tem feito contato com o Ministério Público. 

    Vocês devem escrever ao Deputado Federal que vocês ajudaram a eleger,  devem escrever ao Senador que vocês confiaram os seus votos e denunciar quaisquer Covardias feitas contra seus Direitos. 


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terça-feira, 15 de setembro de 2015

Lembro-os que a Advogada do Sindicato, na última reunião com os trabalhadores, na CTB, nos disse que Demissão em Massa, como a carnificina na Fábrica de Munição da Marinha, só poderia ter acontecido com anuência do SINDIMETAL RIO. Por isso o Blog pede que todos os demitidos na FAJ entrem com Ações de Reintegração e denunciem a Marinha, os Militares que o perseguiu e a Administração Pública da Estatal.

Esses são pequenos vídeos enviados a mim via whatsApp. Suas mensagens são dignas de serem compartilhadas.

Leiam sobre a importância do Projeto de Lei 1.128/2011 de autoria do Deputado Federal Chico Alencar/Luciana Genro.
    Trabalhadores, peço que enviem e-mail ao Deputado. Tenho feito ele conhecer nossa luta através do facebook, mas Políticos se movem através de números e votos. Se grande parte dos leitores, sejam trabalhadores e/ou familiares, enviarem mensagem a ele, positivamente, solicitando uma audiência, talvez ele nos receba.
 

    Façamos a nossa parte clicando ou copiando o endereço eletrônico abaixo e enviem uma mensagem solicitando essa audiência com os trabalhadores:  dep.chicoalencar@camara.leg.br.

Como o Blog, demais trabalhadores de luta vêm avisando: "o prazo da sentença está caducando".

Sindimetal convoca os que não entraram com suas ações inviduais. Cliquem e leiam.

    Aos Cipeiros que afirmam terem sido reduzido o número de membros da CIPA/AMRJ para a próxima Eleição, 
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domingo, 13 de setembro de 2015

Aos Trabalhadores da Fábrica de Munição da Marinha "FAJ", Arsenal "AMRJ", Sede da Estatal da Marinha "Emgepron", e outras Organizações Militares da Marinha, em que houver Trabalhadores Públicos da Estatal: DIA 19 de Outubro, a Estatal estará frente á uma Fiscal do cumprimento da Lei. Se há uma hora de gritar por justiça, a hora é exatamente essa, mas não deixem de exigir a intervenção do Sindicato junto ao Governo, ao Ministro da Defesa, ao próprio Ministério Público.

Jornal O Globo denuncia as demissões na Fábrica de Munição da Marinhaa "FAJ": http://oglobo.globo.com/brasil/marinha-demite-cerca-de-cem-funcionarios-concursados-da-fabrica-de-municoes

    (Obs.: a complacência dos meios de comunicação com o achaque ao direito, à legalidade, ao respeito à instituição do concurso público previsto na CF/88 é aceita com uma parcialidade incrível).

    Se os Trabalhadores querem justiça, não esperem a imprensa secular exigir Justiça à Marinha, isso é uma Utopia que sempre recusei aceitá-la. Denunciei expondo nossa situação à esses meios de comunicação secular, mas nunca acreditei piamente neles. A verdadeira dona da Estatal Emgepron é a Marinha do Brasil. A Imprensa parcial e antagônica ao Direito, à Justiça, quando o caso é Trabalhadores, compactua com os poderes, até que seja conveniente a ela, compactua com o capital.

Se quiserem Justiça terão de ir buscá-la.


Deputado Chico Alencar e ex-Deputada Luciana Genro, em respeito ao Projeto de Lei 1.128/2011, em respeito ao...
Posted by Metalúrgicos da Emgepron on Domingo, 13 de setembro de 2015


    O Blog foi avisado de outra Demissão em Massa, dessa vez na Fábrica de Munição da Marinha do Brasil, a FAJCMC, em Campo Grande, RJ:


               


Época, Época NEGÓCIOS, Época São Paulo, Evaldo José - CBN, G1 - O Portal de Notícias da Globo, Rede Globo, O Globo,...
Posted by Metalúrgicos da Emgepron on Segunda, 14 de setembro de 2015


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sábado, 14 de fevereiro de 2015

O que não daria, Companheiros, seria estar naquela reunião, na impossibilidade de se discutir essa equiparação salarial tão sonhada pelos Empregados da Estatal, vendo o que já vem sendo feito na CTMSP e AMAZUL e não pedir o mesmo tratamento.

    Não havia ali, na Reunião com o Almirante Mário, meios de se chegar a exigência de um Piso Salarial equiparado ao da CCT/SINAVAL. Os Trabalhadores, que usarem o bom senso, hão de convir comigo nisso pelas razões que apresentarei nessa postagem; isso (equiparação salarial), de fato, estará nas mãos dos 82 juízes das Varas de Trabalho que irão julgar os processos individuais, conforme já iniciado pelo Sindimetal Rio, e, acima desses processos individuais, os quais são ramos da árvore que é Processo Principal, 0168800.03.2005.5.01.0021, já transitado em Julgado que garantiu a Representatividade Sindical ao Empregados da Estatal, está a luta da Estatal na busca da Anulação dessa mesma sentença em 2009. "Subestimar essa Ação Rescisória será um erro de qualquer Advogado". Minha indagação é pertinente: Havendo a anulação de sentença devido a Ação Rescisória, o que acontecerá com as nossas ações individuais? (Leia mais aqui)

   Antes de entrarmos na Sala de Reunião do Gabinete do Diretor do AMRJ, prevemos esse cenário jurídico e a complexidade que é a relação contratual "Emgepron e AMRJ", a Ação Rescisória e as Ações Individuais; nos lembramos que ninguém, por mais rico que possa ser, em sã consciência, despejaria mais de 1 Milhão e Meio de Reais para que um Advogado volte de Mãos Vazias; colocamos em mente que, quanto ao assunto Equiparação Salarial e Direito À CCT estão em uma Ação Rescisória da Sentença que deu a Representatividade ao Sindimetal Rio, somada a  ordem clara da Juíza Gláucia ao Sindimetal Rio que é "se alguém quiser direito ao valores dessa CCT/SINAVAL terá que pedir isso individualmente (ouçam aúdio da Audiência ou leiam a transcrição da mesma aos 46min 26 seg)", isso (ação rescisória) poderá ser levado à Apreciação dos Ministros do STF por qualquer um dos dois que ganhar ou perder nas duas instância, TRT e TST (a alegação de que é muito difícil haver êxito na Ação Rescisória não se aplica a Estatal. Lembrem-se que tudo que aconteceu nessa processo principal era difícil de acontecer). O fato é que não importa quem ganha ou quem perde nas instâncias TRT e TST, eles levarão esse Processo ao STF e isso pode demorar década, para um desfecho final favorável a nós, ou contra nós.

   Tendo em vista que Enquadramento Salarial não seria discutido naquela reunião, mas nos Tribunais, foi que procuramos discutir a possibilidade de a Administração da Estatal fazer aos Trabalhadores o que já vem sendo feito aos Trabalhadores da AMAZUL e atenuar o estrangulamento vivido pelo Empregados da Estatal, até que essa lide trabalhista entre Estatal e Sindimetal Rio tenha um fim (ou que o PCS da FIA, realmente, venha ser discutido em Brasília pelo DEST/MPOG).

   O que não daria, Companheiros, seria estar naquela reunião, na impossibilidade de se discutir essa equiparação salarial tão sonhada pelos Empregados da Estatal, vendo o que já vem sendo feito na CTMSP e AMAZUL e não pedir o mesmo tratamento.

   Lembrem-se que nem a Juíza Gláucia Zuccari conseguiu obrigar a Administração da Estatal a equiparar o Piso Salarial dos Empregados da Estatal (confira a transcrição no link acima e a Resposta do Drº Medina ao Conselho da Juíza, na Audiência de Execução, em 23/09/2014, a equiparar os Salários dos Empregados da Estatal aos das Firmas terceirizadas pela Estatal, leia), nem as várias reuniões do Sindimetal Rio na Sede da Estatal com apoio e "intervenção" do Ministro Celso Amorim junto à Administração da Estatal e Comando da Marinha, contando a presença da Jandira Feghali (leia aqui), resolveram a questão salarial.

   Nessa reunião com o Almirante Mário, entendemos de forma subjetiva que a Emgepron está ali para servir à Marinha; entendemos que exigir aumento, em espécie (dinheiro vivo), nos nossos salários implicaria, na visão que nos fora exposta pelo Diretor do AMRJ, o mesmo que aumentar o valor que cada Navio da Marinha paga pela docagem no AMRJ e serviços feitos nos cais e atracamentos no AMRJ, uma vez que a fatura mensal pelos nossos trabalhos no AMRJ é paga pelo AMRJ (segundo o Almirante Mário, não há Orçamento "verba" vindo da União para esse mister).

   "Companheiros, convenhamos que esse tema (equiparação salarial) fugia completamente a capacidade de solução dos quatro homens que estavam ali, isso é caso de sentenças judiciais contra a Estatal".

   Coube a nós eu e outros três trabalhadores buscar o melhor caminho para demonstrar ao Almirante Mário que, se algo não for feito, os Empregados Públicos da Estatal não suportarão e a situação sairá do controle dos Trabalhadores, pois, "onde há fome, há revolta".

   Coube a nós, apresentar a ele que, se a Administração da Estatal olhar para os Empregados dela, tanto o AMRJ quanto a Estatal terão trabalhadores menos hostis e mais motivados, menos protestadores, com vontade de fazer Atos de Manifestações e Protestos dentro do AMRJ (como os que já estavam sendo feitos, antes do Almirante buscar, junto dos Trabalhadores, ser um mediador e levar nossos problemas a Administração da Estatal, leia), pois a vontade de qualquer trabalhador é sustentar sua família com dignidade e respeito.

    Agora, não sabemos qual será a resposta da Administração da Estatal ao proposto pelos Quatro Trabalhadores. Não podemos prever o que pensam os 12 Administradores da Estatal (leia a relação nas páginas 31 e 32) sobre o pedido de sobrevivência feita por nós, ou, mesmo, o que eles pensam sobre o fim desse arrocho com medidas simples de aumento da Cesta Alimentação do atual valor simbólico de R$ 56,00 para R$ 500,00 e a redução do valor cobrado pelo PAMSE (Plano de Saúde da Emgepron).

   Esses ajustes, embora não vindo em espécie, ou seja, dinheiro vivo, ajudarão os Trabalhadores a se organizar, até que essa luta judicial (Ação Rescisória e Ações Individuais que podem levar décadas nos tribunais tenham fim e, ou que PCS da FIA venha ser aprovado).

   Por não sabermos se haverá boa vontade da parte da Administração da Estatal de atenuar essa angústia causada pela baixa remuneração com a elevação dessa Cesta Alimentação de R$ 56,00 para R$ 500,00 e a redução com os encargos do Plano de Saúde, é que estamos planejando protestos. Lembro que esses ATOS serão desencadeados se houver recusa a proposta de pôr fim a essa angustiante situação vivida pelos Empregados da Estatal, pois os maiores Atos de Protestos feitos pelos Trabalhadores são as AÇÕES INDIVIDUAIS. Mas, e se essa Ação Rescisória levar anos ou décadas para ser julgada? Todas ações individuais estão ligadas a essa Sentença que a Administração da Estatal quer anular, torna-se evidente que temos de nos precaver projetando ATOS de Ruas, como Doação de Sangue e Protestos em Frente ao MPT e o proposto pelo xxxx (postagem abaixo).

   É nítido que a vontade dos Trabalhadores irem para rua é extremada pelo Arrocho Salarial que sofrem e entendemos que levará tempo para que esse problema seja resolvido, até que o PCS da FIA seja aprovado de fato.

   Havendo uma demonstração da Parte da Estatal, junto com o Diretor do AMRJ, Almirante Mário, em atenuar essa agonia que vivem os Empregados da Estatal, não há dúvidas de que haverá no AMRJ e demais setores (como FAJ, LFM e outros projetos), onde há Empregados da Estatal, a serviço da Marinha, trabalhadores mais confiantes na Administração da Estatal e no Órgão AMRJ, pois os Trabalhadores verão que há boa vontade em se resolver o que mais fere os Trabalhadores e suas respectivas famílias: O BAIXO SALÁRIO RECEBIDO e as consequências graves advindas daí.

    Companheiros, esperar que os quatro trabalhadores que estiveram na Reunião com o Almirante Mário (Diretor do AMRJ) trouxessem solução para a questão equiparação salarial com o Piso Salarial da CCT/SINAVAL, quando a própria Juíza Gláucia ordenou que o Sindimetal Rio pulverizasse os 1700 processos pelas 82 Varas do Trabalho no Rio de Janeiro, é entendível, mas seria esperar demais. Sim, tentamos logo no início da Reunião abordar esse ponto, quando o xxxxx Abordou o tema. Só que eu e os outros três trabalhadors tivemos essa percepção, quando iniciamos a conversa, que continuar batendo nessa tecla não nos levaria a lugar algum, por isso, fizemos o que pudemos. 

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