quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

A PODEROSA EMGEPRON, A FORÇA MARINHA DO BRASIL e a POSIÇÃO DO SINDIMETAL RIO.




Sorrir conscientes que há os que choram, isso amplia nosso vínculo com o próximo:
Gaste um tempo vendo as fotos, clique no link: www.divulgandodesaparecidos.org/desaparecidos_com_foto.
Quem sabe você, leitor, tenha visto alguém deles por aí?
Há conhecido/parente desaparecido? Cadastre-se e dê publicidade/divulgação ao fato. Clique no link: "http://www.divulgandodesaparecidos.org/desap_cadastro.php".

 
    De que se queixa, pois, o homem? Queixe-se cada um dos seus pecados.
(Livro das Lamentações do Profeta Jeremias, cap3 v39.)

    DIANTE DO TERRORISMO, PARA COM OS CONCURSADOS DA ESTATAL EMGEPRON, FEITO NO AMRJ, É NÍTIDO O MEDO NOS OLHOS DOS TRABALHADORES E, 

AO MESMO TEMPO,
HÁ COVARDIA ESCANCARADA NOS ROSTOS DOS ADMINISTRADORES DO AMRJ e DA
EMGEPRON.


    Porque temem ser demitidos os trabalhadores? Porque ameaçam os trabalhadores de demissão os Militares do AMRJ e EMGEPRON?


    ESSE TEXTO, DO PROFETA JEREMIAS, É ANÁLOGO À SITUAÇÃO VIVIDA PELOS TRABALHADORES DA EMGEPRON: "O MEDO SOMADO A OMISSÃO POR PARTE DOS TRABALHADORES SÃO AS CAUSAS DE TODAS AS INJUSTIÇAS QUE ELES E SUAS FAMÍLIAS MESMOS SOFREM". 

    Esse medo e omissão têm sido o "pecado" de que se queixam os trabalhadores da Estatal.


    O Procurador João Batista Berthier Leite Soares está atendo, pelo Procedimento Preparatório PP 003461.2015.01.000/0, denúncias do Cleiton, demitido da FAJ, sobre a demissão em massa na Fábrica de Munição da Marinha "FAJCMC". Como parte interessada, qualquer um, dos quase mil trabalhadores do Arsenal de Marinha, seus familiares e parentes, amigos, pode escrever a esse Procurador e ajudar na denúncia do Cleiton contra o ATO "brincalhão" das Administrações do ARMJ, FAJ, LFM e SEDE DA EMGEPRON ao abrir concursos públicos, contratar 1800 concursados e demitir os concursados (art. 37, caput e inciso II, da CF/88). Mas, até agora, nenhum trabalhadores "ousou" peticionar ao Procurador... 

    Porque será? 

    Não quer se "expor"? Então, novamente a pergunta, seguida da resposta do Próprio Profeta Judeu: "De que se queixa, pois, o homem? Queixe-se cada um dos seus pecados.
(Lamentações, cap3 v39.)

    Acham que vou fazer essa petição? Não, não sinto medo da tal "demissão". Meus "pecados" estão escritos nesse Blog, nos movimentos que ajudei a organizar (20 de maio de 2014), nos protestos dentro e fora do AMRJ que ajudei  a promover e participei, nas várias denúncias feitas à Procuradora Isabela Terzi, na Petição, junto a outro trabalhador, ao Ministério Público para que aquele Órgão acompanhasse a Ação Rescisória movida pela Estatal a preço de mais R$ 1 Milhão e Meio de Reais, denúncias feitas sobre a última ameaça de demissão de "porcentagem" dos trabalhadores em 2014... 

    De que me queixaria, se não dos meus próprios "pecados"?

    RESPONDAM: QUEM ESTÁ PAGANDO OS CUSTOS PARA QUE O AMRJ ESTEJA FUNCIONANDO? 

    QUEM DEU A ORDEM PARA QUE, SUPOSTAMENTE, UMA ESTATAL CIVIL ESTEJA PAGANDO DESPENSAS COMO AS CONTAS DE ÁGUA, LUZ, TELEFONE E OUTRAS DESPESAS DO ARSENAL DE MARINHA DO RIO DE JANEIRO "AMRJ" (Organização Militar)?

    Diante das respostas, é desumana e desleal as ameças de demissões...



Friedrich Engels, ao escrever a introdução ao livro de Karl Marx “A luta de classes na França”: "Se houver alguma possibilidade de as massas trabalhadoras chegarem ao poder, a burguesia não admitirá a democracia sendo até capaz de golpeá-la".

    Então vejo os trabalhadores amedrontados... 

   Covardia tem sentido duplo nessa postagem.



SINDICATO:


 

    Estive no Sindicato, hoje, 05/02/16, e conversei com Jonas, ex-funcionário da Estatal e diretor da base metalúrgica no Centro. Segundo Jonas, no dia 25/02, o Sindicato foi convocado, por Ofício, a comparecer à reunião, na Sede da Estatal, sobre a Participação nos Lucros ou Resultados "PLR". Quem compareceu à Reunião foi o Melquisedeque (segundo ele, tentou entrar em contato comigo para avisar da reunião e não conseguiu). Melqui, atual Diretor Jurídico do Sindimetal Rio e o Diretor Alexandre Cavalcante Loyola foram quem compareceram a essa Reunião na Sede da Estatal. A reunião foi sobre a PLR. O Sindicato não concordou com as regras da PLR que só prejudicam o trabalhador e mandou que estivesse registrado em ATA essa posição de recusa por parte do Sindimetal Rio. Melquisedeque pediu para que os representantes da Empresa se explicassem sobre a ameaça de demissão em massa dos Trabalhadores, os representantes da Estatal se recusaram a dar explicação sobre esse tema.

    Perguntei ao Jonas que atitude o Sindicato está tomando para coibir essa selvageria da parte da Estatal. Segundo Jonas, eles estão com denúncia (anterior a essa ameaça) no Ministério Público do Trabalho (Procedimento Preparatório "PP 003461.2015.01.000/0") e também em contato com a Deputada Federal Jandira Feghali (PCdoB) sobre essa decisão da Marinha em demitir os Empregados da Estatal.

    Segundo Jonas, é estranha a Posição do Comando da Marinha do Brasil, força militar a que a Estatal é subordinada e que, através desta, está vinculada ao Ministério da Defesa, cujo Ministério tem como Ministro atual, Aldo Rebelo (PCdoB) em, de certa forma, autorizar a demissão dos Empregados da Estatal. Uma vez que o próprio Governo Federal (Presidente Dilma Roussef) tem lutado para manter os postos de trabalho, subsidiado meio como o Acordo de Leniência para que as Empresas mantenham os postos de trabalho, é estar na "contramão" do interesse do Próprio Governo.

Segundo Jonas, essas indagações estão sendo levadas as Autoridades.

    Observação: Sobre a informação de que o Sindimetal Rio esteve em reunião convocada pelo Sintec Rio com os técnicos (print do panfleto da convocação está acima), Jonas esclareceu que o Presidente do SINTEC Rio pediu para que o Presidente do Sindimetal Rio, Jesus Cardoso, marcasse um encontro entre eles para discutir esse assunto em comum: "Emgepron". Segundo Jonas, o conselho dele ao  Jesus é que marcassem esse encontro. Ressalto que, segundo Jonas, o Sindimetal Rio não esteve nessa reunião, quinta-feira 04/02, convocada pelo SINTEC Rio e não fora convidado.
 
Posição desse humilde trabalhador:

    Minha posição pessoal sobre isso continua a mesma: "a Estatal Emgepron não é Empresa de nenhum Almirante; os Trabalhadores que se encontram lá, com exceção dos Diretores-Militares convidados pelo Diretor em Exercício ou nomeados pelo Presidente da República em exercício, são todos concursados (art.37, inciso II, em concordância com o caput desse mesmo artigo). Concluo que a demissão em massa de trabalhadores dessa Estatal é afrontar a Constituição Federal, é desafiar o Direito Constitucional ao Emprego Público previsto no inciso II do artigo 37 da CF/88 desses trabalhadores concursados.

    A mudança de maus hábitos administrativos adquiridos pela Administração dessa Estatal para o bom hábito, a ser adquirido, só se dará  com a organização consciente dos trabalhadores, só se dará com a conscientização política da situação e da necessidade de serem respeitados. 


    Somente coletividade de trabalhadores pode impor respeito ao Direito de, ao ter prestado concurso público, ter o direito constitucional a conquista do Emprego garantido.

    Se o Órgão Militar da Marinha não tinha condições de ter um
pequeno efetivo de Empregos Públicos, não deveria ter "brincado" com a Instituição do Concurso Público para tê-lo.


Leiam essa postagem na Página do Blog: https://www.facebook.com/metalurgicosdaemgepron/posts/571789579644914.

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quinta-feira, 8 de outubro de 2015

Comentarista do Blog comunica que haverá demissões no AMRJ.

Ao Blog, ainda que não sejam Boas Notícias para muitos, só cabe avisar, alertar. 


Esse Blog pede bom senso aos leitores. 

Trata-se de informações e os trabalhadores precisam estar atentos. Se verdade ou boatos de quem escreveu, não cabe a mim julgar.

Quem demite Trabalhadores da Estatal? São os Militares? ou é o  RH da Estatal dentro da Organização Militar?

 Leia como a Estatal Emgepron financia em dinheiro as OMPS, Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro (AMRJ), Laboratório Farmacêutico da Marinha (LFM), Fábrica de Munição Almirante Jurandyr Müller de Campos (FAJCMC): Leia.

Ainda creio que a Estatal Federal Emgepron está agindo na contra-mão dos direitos garantidos na Constituição Federal de 1988 a todos que contratam (concurso público é uma forma de contrato) que são Princípios elencados na Carta Magna, dentre eles: Moralidade, Impessoalidade, Motivação.

    Os  trabalhadores, que se sentirem injustiçados, devem procurar o Sindicato dos Metalúrgicos, devem procurar o Jonas, devem pedir suas reintegrações. O Sindicato tem feito contato com o Ministério Público. 

    Vocês devem escrever ao Deputado Federal que vocês ajudaram a eleger,  devem escrever ao Senador que vocês confiaram os seus votos e denunciar quaisquer Covardias feitas contra seus Direitos. 


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quarta-feira, 20 de maio de 2015

Um Regime Ditatorial é o que se vive na Estatal... Esse Regime tem levado os Empregados a situação dramática, ao Caos.

   
Assim, irretocável a r. sentença declarou a nulidade da dispensa do autor e determinou a sua imediata reintegração, com o pagamento de todas as parcelas devidas durante o período de afastamento, e o restabelecimento do plano de saúde, sob pena de multa diária no valor de R$1.000,00 (hum mil reais). Nego provimento."

   No limite da resistência humana, a situação vivida pelos trabalhadores é humilhante. O arrocho salarial que vem se perpetuando desde 2008, data do último Plano de Cargos e Salários (PCS) que a Estatal prometeu colocar em prática na Estatal, mas nunca cumprido para os Trabalhadores, nos impõem a condição de humilhação, vergonha, desesperança. A situação dos Empregados da Estatal Emgepron é de desespero. Situação esta causada por uma política obsoleta de gerenciamento de Estatal onde somente se olha para a saúde financeira da Marinha do Brasil e nunca se olha para a saúde alimentar, social, familiar dos Empregados da Estatal da Marinha do Brasil.

Mais informações »

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terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

MINISTÉRIO PÚBLICO DO TRABALHO ENTRA NO CIRCUÍTO / "ORDEM PARA REBAIXAR AVALIAÇÃO" / PESQUISA NO BLOG

O Documento abaixo está nos Autos de Procedimento aberto, em 2014, pelo MPT:

   Companheiros, a luta é árdua, pois tudo que pedimos é o direito de sobreviver. Não dá para sobreviver com salário líquido de R$ 700,00 tendo que pagar conta de luz, telefone, fazer as compras do mês etc.

   Eu espero que a Estatal nos ajude, pois sabemos que essa luta dela nos Tribunais contra o Sindimetal poderá levar anos, a fio, ou mesmo não ter um fim, mas não podemos ser penalizados por essa luta sem fim. Pensamos que o fim estava na Intimação (veja-a), mas foi anulada e ficamos a ver navios, somente que nós somos trabalhadores da Estatal e precisamos sobreviver.

Investigado: UNIÃO FEDERAL (EMPRESA GERENCIAL DE PROJETOS NAVAIS).
 DESPACHO
Vistos, etc.
Notifique-se a investigada para que, no prazo de 20 dias, informe a situação das tratativas com o Sindicato para elaboração do Plano de Cargos e Salários.
O texto acima está disponível em um dos vários procedimentos abertos a pedido de Trabalhadores e ex-trabalhadores no MPT, basta peticionar ao Procurador para visualizá-los (clique). 
   Outra coisa: Conforme relatório da Google, temos uma média de 400 leitores, diários, fieis ao Blog. É muito pouco acesso a essa ferramenta de comunicação nossa. São poucas pessoas acessando o Blog, frente a necessidade de comunicação e articulação que teremos que ter, isso pelo que temos em mente para realizar. 

   Poucos trabalhadores acessam o Blog, mas podemos partir daí para entender o que podemos fazer:





   No topo do Blog, haverá uma pesquisa, ou melhor, uma votação (com tempo final para votação determinado). O que queremos saber com isso? Queremos saber se os Leitores do Blog compareceriam a Atos de Protestos que visam tornar Pública Nossa Situação de Baixa remuneração vivida na Estatal.

   Lembro-os que há um mal entendido por parte de alguns trabalhadores e acredito que é por eles não acompanharem as postagens do Blog e a maioria não participar das nossa reuniões e, por não lerem o Blog, acabam por não entenderem o objetivo desses Atos que estamos conclamando, ou seja, queremos que nossa situação chegue até aos Desembargadores do TRT que estão Julgando a Ação Rescisória... Até Brasília... Até ao Procurador Geral do Trabalho, em Brasília. 

Temos ciências de que somos pós e cinzas... Apenas Cidadãos Trabalhadores...
Sabemos que o muito que fazemos para proteger nossas famílias ainda é pouco, uma vez que Grandes são os homens que detêm o Poder (capital).



   Não temos a presunção que vamos resolver nossa situação aos Gritos com esses Atos de Protestos nas Ruas, mas queremos que os Desembargadores, antes de continuarem nesse "Jogo de Gato e Rato" entre Estatal Emgepron e Sindimetal Rio, entendam a situação pela realidade vivida pelos Empregados da Estatal que, em sua Maioria Absoluta, têm seus salários líquidos na faixa de R$ 600,00 e R$ 700,00 e tudo que pedem é justiça salarial, ou seja, sobrevivência. São Metalúrgicos, outros não são na Profissão, mas todos estão em área naval, e não são remunerados como tais.

   Considero essa Injustiça salarial, frente a Gigante que é a Estatal em que trabalhamos, conforme Relatório de Gestão do Ano de 2012 da Estatal "Faturamento no período foi de R$ 339,2 milhões, 3,89% superior ao realizado no mesmo período do exercício anterior, e gerou um lucro líquido de R$ 17,3 milhões. Confrontando-se o lucro líquido do período com o patrimônio líquido no final do exercício de 2011, observa-se uma taxa de retorno de 20,36%, superior à inflação e aos juros praticados pelo mercado (Leiam, no Relatório, página 65)" uma forma cruel e desumana, pois fere aquilo que temos de mais precioso nesse mundo: nossas famílias, sonhos e projetos.

   Ficamos felizes com o Sucesso da Estatal, mas nossas famílias sofrem e precisamos que a Estatal nos Ajude a sair desse sufoco, pelo menos até que o PCS da FIA seja Aprovado.

   Pedimos que a Administração da Estatal conceda aos Seus Empregados condição de sustentar suas respectivas famílias com o Salário que recebem pelo seus Trabalhos prestados à Marinha do Brasil.

Observem, por favor:


    Hoje, um Trabalhador ligou para mim comunicando que as Chefias de Alguns AM's disseram que receberam ordens superiores para rebaixar as Avaliações de Desempenho Pessoal já assinadas pelos Trabalhadores.

   Todos os Trabalhadores que estão sendo prejudicados por essa ordem superior devem fazer uma denúncia formal ao Ministério Público do Trabalho. Mas, primeiro, devem munir-se de alguma prova (ex.: Documentos explicando o rebaixamento ou Áudio de algum chefe afirmando ter recebido ordem para rebaixar suas avaliações por ordem de algum superior).

   Relembro-os que, segundo a Repercussão Geral do Recurso Extraordinário RE 589998 (obs.: clique no link e procurem o link "inteiro teor do Acórdão": leia-o), o Supremo Tribunal Federal (STF) entende que para haver demissão de Empregados Públicos Federais, Estaduais ou Municipais, a Administração dessas Estatais (dentre elas a Emgepron) e Sociedade de Economia Mista devem, em primeiro lugar, motivar a demissão pelos princípios constitucionais pétreos que estão previstos no Art. 37, caput, da CF/88. Isso, tendo-se em vista que as contratações de Empregados Públicos estão subordinadas as leis peculiares, além da CLT, e ao que diz o art. 37, II da CF/88, ou seja, você, Trabalhador da Estatal, tem que dar esse motivos à Administração da Estatal para que ela o ponha na Rua: Avaliação de Desempenho Pessoal baixa pode causar sua demissão motivada (conforme diz o documento acima, no primeiro parágrafo), além de prejudicá-lo na Participação dos "lucros e resultados" (PLR) da Estatal. Há Trabalhadores na Estatal que foram demitidos sem que tivessem dado motivos para isso, e foram reintegrados ao Quadro da Estatal por antecipação de Tutela pela Justiça.

   A melhor forma de se defender de uma Agressão aos Seus Direitos é a Denúncia, e rebaixar Avaliação de Desempenho Pessoal de qualquer Trabalhador, de forma deliberada, é o mesmo que premeditar prejuízo ao Trabalhador, é o mesmo que agredi-lo em seu direito. Digo-os: Juntem-se, em Grupos, e vão, ao mesmo tempo, ao MPT e denunciem isso. Mas, volto a dizer: "em primeiro lugar, munam-se de provas do que irão afirmar ao Procurador do Ministério Público do Trabalho".

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