terça-feira, 5 de setembro de 2017

Trabalhadores da Estatal sofrem novas demissões em massa hoje.






Maluf e Militar durante a Ditadura Militar.

    Esquema de empreiteira em São Paulo começou com Maluf há quase 40 anos, diz delator

    Ex-presidente da Odebrecht, Pedro Novis, relatou à força-tarefa da Lava Jato corrupção de agentes públicos e políticos paulistas nas obras de duplicação de ferrovia e construção de hidrelétrica durante o regime militar.

    Novamente, os Oficiais da Marinha do Brasil estão com sangue nos olhos e corações amargos: a maldade de perseguir e demitir os sofridos e mal remunerados empregados da Estatal da Marinha se repetiu: Trabalhadores da Estatal lotados no Arsenal de Marinha do Brasil escreveram para o Blog comunicando outra demissão em massa que já está acontecendo nesse momento em que escrevo esse texto.

    Os trabalhadores estão reféns, sem reação. A saída é a organização dos trabalhadores e denunciar a covardia praticada pelos Oficiais da Marinha nas ruas. Não há conquistas trabalhistas sem lutas e, inevitavelmente, a luta dos trabalhadores tem perdas. Vocês perderam grandes trabalhadores de luta durante essas duas decadas, por últimos, seu João, Jonas, Fom Fom e tantos outros trabalhadores que, de uma forma ou outra, se organizaram e lutaram contra essa maldade de homens que os veem como descartáveis enquanto vocês têm tanto direitos quanto eles.

   Nilo é um grande homem, apesar do temperamento. Ele só pede apoio de vocês para organizar passeatas e protestos com apoio do sindicato dos metalúrgicos que também está disposto a enviar carros de som e apoio logístico ao Ato.

   Vocês prestaram concursos públicos para estarem nessa Empresa Pública criada pela Marinha do Brasil, já a esmagadora maioria dos servidores da União não prestaram concurso público. Quem têm mais moral para estare aí dentro?

Leiam também:

Marcadores: ,

quarta-feira, 19 de julho de 2017

Julgamento da Ação Civil Pública é Hoje.




    Julgamento da Ação Civil aberto pelo Ministério Público que investiga prevaricação da Estatal da Marinha do Brasil na Contratação de Empregados via Escola Técnica da Marinha do Brasil, ETAM, sem Abrir Concurso de Ampla Concorrência será hoje, às 15h00.

    Abaixo, tela do Site MPT:  Inquérito Civil em que o Procurador Berthier se convenceu da denúncia de Improbidade contra o previsto na Constituição Federal de 1988, art. 37, incisos I, II, III, IV.

Contratação de Empregados Públicos via Escola Técnica da Marinha do Brasil, ETAM, gerou Ação Civil Pública contra Estatal da Marinha do Brasil.


Marcadores: , , ,

terça-feira, 2 de agosto de 2016

ARSENAL RENOVOU CONTRATO DE 70 MILHÕES DE REAIS COM EMGEPRON? PORQUE CENTENAS DE TRABALHADORES FORAM DEMITIDOS?: NILO CONVOCA TRABALHADORES E DEMITIDOS Á IREM NA REUNIÃO NA CTB.



Arsenal de Marinha renova contrato com a Estatal no valor de, quase, R$ 76 MILHÕES DE REAIS:


    No ano de 2015, o contrato entre Arsenal de Marinha tinha a cifra de R$ 56.463.152,49;

para o ano de 2016, os Oficiais da Marinha do Brasil reajustaram os valores para R$ 60.237.243,25 e, para o ano de 2017, R$ 75.296.561,62.

    Baseado nesse contrato, na modalidade de dispensa de licitação, entre Emgepron e Arsenal, não se vislumbrou, em hipótese alguma, a redução quantitativa dos gastos com o pessoal da Emgepron, DEMITIDO, que estava a serviço do Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro.

    Então, em que se justifica a demissão de mais de 7 centenas de Empregados Públicos (entre os demitidos na FAJCMC, LFM, IPQM, SEDE e AMRJ), se os valores desses contratos estão reajustados em quase R$ 15 MILHÕES DE REAIS a mais?

    Administração Militar presente na Estatal banaliza o Ato Demissional de Empregados da Estatal. Centenas de trabalhadores foram demitidos, outras centenas vivem sob a sombra da demissão quando o contrato entre a Entidade Pública Emgepron com a OMPS-I AMRJ nunca previu com redução do valor do contrato tais demissões na renovação de seu contrato por dispensa de licitação.


A Sede da CTB fica na Avenida Presidente Vargas, 418, 17º Andar, Centro-RJ.

    DIRETORIA-GERAL DO MATERIAL
ARSENAL DE MARINHA DO RIO DE JANEIRO

EXTRATOS DE TERMOS ADITIVOS


Contratante: Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro. 
Contratado: EMPRESA GERENCIAL DE PROJETOS NAVAIS. 

Dispensa de Licitação nº.6-0041/2012-4. 

Termo Aditivo nº. 41.000/2012-125/08. 

Objeto: Alteradas a Cláusula Nona (Da Verba), a Cláusula Décima (Do Preço) e a Subcláusula Primeira da Cláusula Décima Quinta (Dos Prazos) do Acordo Inicial, conforme Justificativa Técnica para Aditamento de Contrato Administativo e anexos, às fls. 828/839, tendo em vista que os serviços prestados são necessários ao AMRJ, considerando-se a vantajosidade e satisfatoriedade na realização dos mesmos. 

Fundamento Legal: Inciso II, artigo 57, da Lei nº 8666/93. 

Valor: R$ 75.296.561,62.

Crédito Orçamentário: Projeto Z-05.2203.01.00. 

Data de Assinatura: 01/07/2016. 

Prazo de execução: 12 meses (válido até 01/7/2017).

     Sou apenas um Trabalhador demitido dessa Estatal que não sente a mínima vontade de voltar a trabalhar nessa Estatal controlada por Militares da Marinha por me recusar a dobrar-se frente a perseguição contra os que lutam pelos direitos coletivos e reprovo (como sempre reprovei) veementemente a atitude subalterna e vergonhosa que se submetem a esmagadora maioria dos trabalhadores e ex-trabalhadores dessa Estatal, sejam eles Administrativos ou operários (salvo raríssimas exceções), pois, mesmo quando não têm nada mais a perder, exceto se unirem e lutarem por direitos coletivos subtraídos pelo regime militar presente nessa Estatal, se recusam a tomar uma posição no front.

Marcadores: , , , ,

sábado, 25 de junho de 2016

Nilo Sérgio Grava Áudio para os trabalhadores demitidos:


Os Desembargadores da 7ª TURMA do Tribunal Regional do Trabalho do Rio de Janeiro-TRT1: Theocrito Borges dos Santos Filho,  Rogério Lucas Martins, Sayonara Grillo Coutinho Leonardo da Silva, Giselle Bondim Lopes Ribeiro e José Luís Campos Xavier irão julgar a Ação Rescisória que busca tirar os direitos sindicais já transitados em julgado dos trabalhadores, sejam eles demitidos ou não:


     A AÇÃO RESCISÓRIA SERÁ JULGADA DIA 30/6, NILO EM UMA CONVERSA PELO WHATSAPP PEDIU QUE FOSSE CONVOCADA ATRAVÉS DO BLOG A PRESENÇA DOS TRABALHADORE:




Áudio: NILO SÉRGIO CONVOCA PRESENÇA DOS DEMITIDOS.
     Creio que, para os que acompanham essa luta, essa Ação Rescisória está bem explicada, mas muitos sentiram a mão pesada dos Oficiais da Marinha, no controle da Estatal, agora, em 2016, e não estão familiarizados com o processo. Há muitos que me escrevem achando que se trata de mais um processo em meios aos mais de 500 movidos contra as demissões imotivadas na Estatal. Por isso, aconselho a todos que ouçam o Áudio em que Nilo Sérgio explica a Ação Rescisória e convoca-os à luta.

Marcadores: , , , ,

quinta-feira, 16 de junho de 2016

DGMM e a Renovação do Contrato entre Estatal e AMRJ. Boa sorte a vocês. (Sentença sobre o Passivo).

TURMA DE DESEMBARGADORES PRESIDIDA PELA DOUTORA SAYONARÁ GRILLO JULGARÁ A FAMIGERADA AÇÃO RESCISÓRIA.

UM DOS SÍMBOLO MAIS NEFASTO DE TODO MAU SOFRIDO PELOS TRABALHADORES DA ESTATAL FEDERAL EMGEPRON SERÁ JULGADO:

Dia 30/6/2016, se não houver novo curso no exterior, os Desembargadores do TRT 1 decidirão sobre a Ação Rescisória: Se de um lado estão os injustiçados Empregados Públicos da Estatal Emgepron, do outro está um advogado contrato por mais de R$ 1 MILHÃO E MEIO DE REAIS.




Novo andamento na Ação de Reintegração Coletiva movida pelo Sindicato dos Metalúrgicos (Sindimetal Rio) contra a Estatal:
Após um mês e oito dias, em que os trabalhadores demitidos aguardam a sentença ser publicada, com justa esperança de que o mal lhes feito pelos Oficiais da Marinha do Brasil  ao eles ao demiti-los ignorando seus direitos sindicais conquistados por sentença transitada em julgado venha ser corrigido, a sentença ainda não foi publicada. 
   
    Aqui fora, não é fácil escrever sobre Emgepron e os desrespeitos contra o Trabalhador. A última, que os quase 600 trabalhadores tiveram, foi a Estatal chegar na hora da homologação da rescisão com a CCT/SINDIREPA, o homologador avisar que está errado e ter de engulir os cálculos fraudulentos feitos contra o sofrido trabalhador (a), isso dentro da Casa que deveria primar pela Justiça.

    Mais qual é  posição de uma pessoa adulta frente à injustiça? Esse é o paradoxo que o Blog se encontra o blog: Covardia de homens poderosos ligados à Marinha do Brasil em total desprezo a Direitos Trabalhistas e Trabalhadores sacaneados, crédulos,  amedrontados.

    Desde o início, o objetivo aqui é denunciar abertamente e chamar os trabalhadores à Luta através da conscientização. Meu ponto de vista é um: não esperar, fazer acontecer.

    Quanto à publicidade dada ao Contrato DGMM e Emgerpro, basta uma busca rápida em Diário Oficial da União e verão centenas de contratos entre a Diretoria Geral de Material da Marinha e Emgepron: Em 2011, o Arsenal de Marinha se declarou em dificuldades para cumprir o Contrato com Emgepron. Até onde me disseram, na época, o DGMM passou a pagar as contas do contrato e uma das exigências foi ajustes financeiros (demissões de funcionários na base da pirâmide). Com isso centenas de companheiros (as) foram demitidos em 2011.

    A partir dessa época (2011), o Olho Vivo encerrou o Blog dele e eu projetei a continuação daquela luta na Web denunciando os desmandos e covardias (2012). Denunciava a péssima higiene e filas enormes expondo os trabalhadores à intempérie da natureza (rancho e filas a céu aberto), denunciava e convocava outros a denunciar comigo. Mas, dentro da Estatal, eu via o pensamento desse homens, mão me fiava em boatos, eu buscava informação. Aqui fora, não possuo forma de continuar essa luta de denunciar; e convocar á luta nunca foi possível.

Abaixo, sentença sobre meu processo do Passivo:
Sentença sobre o Processo sobre Execução da Sentença, na 63ª Vara do Trabalho do Rio de Janeiro: https://drive.google.com/file/execucaodesentenca.
    Ainda tenho feito denúncias contra a Estatal, Arsenal, FEMAR; não só eu, há outro Trabalhador da FAJ, lutando em seu processo, mas denunciando tudo isso. Digo que a Empresa tem calcanhar de aquiles, mas vivemos em país corrupto aonde o judiciário é movido pelo  tráfico de influência assim como todo sistema legal brasileiro o é. E, em alguns casos, a "influência" tem falado mais que dinheiro da corrupção, sendo o efeito de ambos devastadores para obtenção do direito. Tudo isso dificulta o acesso do homem comum à justiça e a cobrar dos Órgãos Fiscalizadores da Lei a fiscalização e autuação necessária a fazer com que os culpados por crimes contra a Constituição Federal sejam responsabilizados duramente.

   Tenho tido prudência em não publicar esses Atos aqui para evitar qualquer mal entendido dos Órgãos acionados por mim e esse não é o objetivo desse Blog: a ideia aqui era fazer com que os Trabalhadores se indignassem juntamente comigo e não temessem esses homens, que tivessem a consciência do mal que eles preparavam.

    Fico realmente surpreso em ter visto trabalhadores não demitidos regozijantes achando que pelo Arsenal não ter renovado o tal contrato com a Estatal, supostamente ser o DGMM o responsável, espalhar informação que tudo vai melhorar: Memória curta, companheiros, ou divulgadores de informação tendenciosa?

    No dia 9 de maio, era preciso que uma Testemunha que não tivesse sido demitida desse depoimento ao juiz: nenhum compareceu. Mesmo aqueles que tiveram votos dos demitidos à CIPA, ou que estavam estáveis por um ano após mandato, não deram seus nomes para ser apresentados ao juiz, nem mesmo compareceram à Audiência (entrei em contato com alguns). Em que ambiente estão? Há forma de luta diante desses quadro?

    Boa sorte a vocês.

    Bem, só quero que vocês saibam, os contratos do DGMM com Emgepron têm acontecido. Nem sempre eles se referem a contrato relativo Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro e quando tomaram o controle financeiro do contrato, ordenaram demissões bárbaras:





Marcadores: , , ,

sábado, 16 de abril de 2016

Não tem como correr... Há notícias concretas de Metalúrgicos que tiveram suas homologações realizadas no MTE.

    ONTEM CONFIRMEI COM UM ELETRICISTA QUE ELE HOMOLOGOU A RESCISÃO DE CONTRATO DELE NO MTE. DEPOIS, POR E-MAIL, FUI AVISADO QUE UM PINTOR TAMBÉM HAVIA HOMOLOGADO.  

    O Almirante, Diretor da Estatal, e seu séquito composto de civis e militares aposentados e da ativa, ocupantes de lucrativos cargos comissionados, entendem os trabalhadores públicos da Estatal como terceirizados e a Estatal uma prestadora de serviços à Marinha pior que as terceirizadas privadas, logo, se o "contratante" não está pagando sua parte no contrato (como se a Marinha fosse uma empresa privada qualquer de fundo de quintal) por ter outras prioridades com a terceirização de serviços executado pela Estatal, comprar navio sucata Siroco (Bahia) da França, os Oficiais da Marinha do Brasil, no controle da Estatal, logo lançam olhares maliciosos e avermelhados para vocês... Demite-os!!! Esfregam as mãos, uma contra a outra, ávidos por demitir concursados e manter pagamentos a servidores RJU do Arsenal com gratificações superiores em vezes ao maior piso salarial da maioria dos verdinhos, técnicos, nível superior... então os citados Oficiais da Marinha demitem os trabalhadores. Não querem saber que concorreram a concursos públicos para estar naquele Emprego e por isso estão respondendo a séries de denúncias no Ministério Público e MTE e espero que aja uma Ação Civil Pública, em breve.


    Não adianta correrem da briga, companheiros, os Oficiais da Marinha sempre tiveram muita sede em vocês. Seus salários saem direto da conta do AMRJ, FAJ, LFM e é fiscalizado pelo Tribunal de Contas da União, TCU. É muito diferente do que acontece com as terceirizadas da Marinha que têm trabalhadores menos qualificados que vocês. O dinheiro que sai dos cofres das OMPS-I da Marinha vão direto para as contas bancárias dos donos das gatas, SKM, FEMAR etc. Diferentemente, também, dos Servidores Transformados na época do Collor de Melo e concursados cuja remuneração sai dos Cofres do Ministério da Defesa, então não são "peso" para os Oficiais da Marinha do Brasil.

    Vocês, empregados da Estatal, são pedras no sapato desses homens por não darem lucros a pessoa física, como os dão terceirizados da iniciativa privada....

    Eu comparo a Emgepron como típico valentão que distribui porrada em todo mundo e todos se mantém amedrontados.

    O espírito dos trabalhadores da Emgepron é de medo por isso eles e suas famílias sofrem.

Link para o comentário: metalurgicosdaemgepron.blogspot.com.br/2016/04/resposta-do-juiz-da-48-vt




Valores pagos mensalmente para, compulsoriamente, os trabalhadores fazerem 
refeições no Rancho do AMRJ:



Marcadores: , , ,

quinta-feira, 7 de abril de 2016

HÁ VAGAS NO MTE PARA HOMOLOGAR, ENTÃO PORQUE AINDA ESTAMOS ESPERANDO?

    Na imagem compartilhada comigo pelo WhatsApp, print da tela de denúncia feita por Trabalhadora à Defensoria Pública do Rio de Janeiro.
http://www.portaldpge.rj.gov.br/Portal/fale_conosco.php.
    
    Esse Blog não é mero meio de informação, embora em seu bojo contenha isso, ele é um chamado à luta; é trabalho de companheiro. 

    Não é minha visão falar "mal" da Estatal ou de qualquer outra entidade ou órgão, se não tornar pública uma covardia sofrida pelos 1800 trabalhadores cometidas diretamente pelos Militares da Marinha, seja por perseguição, desrespeito à Constituição Federal ou demissão em massa sem motivação. 

    O Último chamado à luta para tornar conhecido o nome da Empresa foi recusado pelos trabalhadores, assim como foram todos esforços de luta que exigiram participação coletiva ( ATO de Doação de Sangue ao HEMORIO, Protestos na Escadaria do AMRJ, Manifestações no TRT). 

    A Estatal tem uma vantagem que a Petrobras e outras grandes Estatais não possuem, o total desconhecimento de seu nome na grande mídia; isso deveria ser quebrado por ações coletivas que tornassem esse nome EMGEPRON notável aos jornais e demais mídias televisivas. Mas, isso não depende desse Blog, isso dependeu de você, leitor:

     E-mail enviado ao Superintendente do Ministério do Trabalho do Rio de Janeiro:
    Mayla, ontem estive no dia 06/4/2016, às 16h, no 14º andar do MTE, na Avenida Presidente Antônio Carlos, 251, com a senhora, para falar da demora excessiva a que os mais de 500 trabalhadores demitidos da Estatal Emgepron estão sendo submetidos e os prejuízos sociais e econômicos que isso têm nos causados.

    Venho humildemente pedir a ajuda do Superintendente.

    Somente venho a senhora por ter tomado conhecimento que parte dos trabalhadores da categoria técnica estão homologando, segundo informação, quase 100 trabalhadores técnicos tiveram suas homologações realizadas (anexo1).

    Infelizmente, os trabalhadores metalúrgicos não estão tendo suas homologações realizadas nem no MTE, nem no Sidicato da categoria. Ressalto que eu e outros trabalhadores vimos isso acontecer na FAJ e solicitamos ao Sindicato dos Metalúrgicos que nosso direito de realizar as homologações no sindicato. Até onde tenho conhecimento, a empresa não voltou a entrar em contato com o sindicato e deixa os trabalhadores metalúrgicos sufocados (vide anexo "Ata").

    Até hoje, nenhum telegrama chegou marcando as homologações das rescisões de contrato, cujas demissões ocorreram em 12/02/2016 (no meu caso, em 15/02/2016, em anexo).

    Quando ligo para o Recursos humanos da Empresa, nos informam que estão esperando vagas no MTE.

    Então, liguei para o xxxxxx, e fui informado que isso não existe lá, pois há vagas sim. Tanto é que marcaram minha própria homologação com a data que quisessem escolher.

    Fui informado pelo MTE que a própria empresa ou o trabalhador pode ligar e agendar as homologações (protocolo de atendimento na Central é 20160002030305, em 06/04/2016).

    Mas, como no mês de setembro de 2015 foi levado ao conhecimento do Superintendente Regional fato semelhante em torno de 150 trabalhadores foram demitidos e que a demora na homologação estava causando a eles sérios problemas de ordem pessoal e econômica, venho pedir a ajuda desse Órgão no caso dos mais de 500 trabalhadores demitidos esse anos 2016. Tudo que pleiteio é poder homologar para dar entrada em meu FGTS e pleitear o Seguro Desemprego.

    Mayla, escrevo por centenas de outros trabalhadores que não estão tendo suas rescisões de contrato homologadas e por muitos que, por terem idade avançada, ou não possuírem facilidade com o mundo digital, não teriam como se reportar a senhora.

    Peço, encarecidamente, que ajude os trabalhadores que, além da demissão, encaram uma demora excessiva em ter seus direitos ao FGTS e, posterior, Seguro Desemprego, em caso de não conseguirem se recolocar ao mercado de trabalho.

   O prazo formal de 120 dias para dar entrada no Seguro-Desemprego está se esgotando, faltam 60 dias, e pode não haver tempo hábil para requerer o benefício Seguro-Desemprego (anexo).

   Mayla, peço sua compreensão por copiar essa mensagem simultaneamente as senhoras Giovanna Anunciação, Chefe do Departamento de Recursos Humanos da Estatal Emgepron, e a senhora Solange (anexo), para que elas possam explicar ou demonstrar ao MTE que eu estou equivocado nesse pleito.


Obrigado.


Essa homologação marcada por mim mesmo é prova que há vagas...

O protocolo acima é prova gravada que o MTE está aberto para homologar os trabalhadores do Rio de Janeiro em Geral.

Isso não quer dizer que a Emgepron vai comparecer, mas é prova que há dolo, caso não compareça.

Marcadores: , ,

quinta-feira, 24 de março de 2016

ESTATAL FAZ SUA DEFESA DIANTE DO JUIZ PARA IMPEDIR A REINTEGRAÇÃO DOS 570 DEMITIDOS E IMPLORA QUE O JUIZ ENVIE UM PERITO JUDICIAL PARA AUDITAR AS CONTAS DELA?



Trecho da Defesa da Estatal contra a Ação de Reintegração Coletiva:
Acima, está o coração da Estatal com relação aos seus Trabalhadores;
acima, sintetiza a baixa remuneração; sintetiza
a negação sindical e
a luta nos tribunais para não pagar.
Abaixo, print da defesa em que a própria Emgepron pede, grifando em colorido, perícia em suas contas.    

    Para mim, soa como se um traficante pedisse a polícia dar uma busca na boca de fumo, ou seja, a Estatal já está preparada. 

    Agora, sinceramente, não sei o que esse Juiz disse naquela Audiência que fez todos os presentes
entenderam que essa auditoria foi imposição dele (eu fiquei com o pessoal em frente ao Brizolão), mas o que está escrito na Defesa da Estatal da Marinha do Brasil é ela pedindo, implorando, por uma Perícia. 
   
    Armadilha, Companheiros, e, nós, estamos caindo como ratos nela? Mas, como dizem que sou pessimista, vou emitir essa opinião para os leitores e torcer com os otimistas para que eu esteja errado, afinal, o meu direito também está na reta, caso o circo visualizado esteja armado previamente.

                            

Na defesa da Estatal para impedir a reintegração dos 570 demitidos em 12/2, ela implora ao Juiz
que envie um Perito Judicial para auditar as finanças dela...
Seguem todos documentos (Autos) em que a Estatal faz sua Defesa diante da Justiça:






















Marcadores: , ,