quarta-feira, 23 de março de 2016

Quantos centenas ou quantas dezenas de trabalhadores foram demitidos depois daqueles 576, em 12 de Fevereiro desse ano? Houve nova Demissão no Arsenal de Marinha, dia 21 de Março.



    Hoje, mais um trabalhador entrou em contato comigo informando que os Militares da Marinha que controlam a Estatal continuam demitindo trabalhadores. É o segundo que avisa sobre as demissões, ou seja, pode estar havendo outra forma de agir da Estatal: Ao invés de demitir centenas para demonstrar o poder e impor medo nas mentes não afetadas pelas truculências, podem estar demitindo aos poucos e de forma isolada.

A MANIFESTAÇÃO SERÁ DIA 29/3, ÀS 16 HORAS, NA PRAÇA MAUÁ,
EM  FRENTE AO MUSEU DO AMANHÃ

    Na Ata da Audiência, do dia 16/3, sobre a Ação de Reintegração Coletiva movida pelo Sindimetal Rio, a Estatal diz ao Juiz:

    "2 - A ré informa que possuía cerca de 1.700 empregados e demitiu 400 empregados em fevereiro de 2016, não havendo expectativa de mais demissões;"

    Que Afronta é essa à Justiça? 

    Sabemos como agem a Estatal e os Militares da Marinha que a controlam direta ou indiretamente, mas essas atitudes são repreensíveis.
    Segundo todos os presentes à Audiência, houve um acordo mútuo entre Estatal e Juiz que não demitiria novamente seu pessoal até que a sentença seja aplicada.

    Mas, o que vemos é uma Estatal, fortemente pautada no militarismo, desafiando a Justiça, ignorando entendimento do STF na RE 589.998 e à decisão do Juiz de Primeiro Grau que a mandou parar as demissões até o julgamento da lide.

    Na Fábrica da Marinha (munição), um Trabalhador de luta que sempre esteve aqui no Blog dando sua opinião e me ajudando em muitos assuntos daquela OM foi truculentamente demitido. 

    A demissão desse trabalhador se deu após ter sua fotografia ser divulgada em ATO dos trabalhadores em defesa de Direito Coletivo contra as arbitrariedades de Almirantes, em Frente ao TRT, dia 16/3.

    Esses ATOS são a única forma que os trabalhadores podem fazer devido ao fato de os Militares da Marinha do Brasil entenderem a relação de Emprego Público como mera terceirização (ou pior, já que a Administração Militar da Marinha do Brasil tem uma certa predileção por terceirização de trabalhos que antes era execuados pelos Empregados da Estatal).

    Hoje, outro trabalhador conseguiu meu contato e me disse que também foi demitido... dessa vez, no Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro... 

Quantos centenas ou quantas dezenas de trabalhadores foram demitidos depois daqueles 576, em 12 de Fevereiro desse ano?

    Foram somente os dois? Não acredito.

    Alô, Sindicato!!! A Estatal da Marinha do Brasil está desafiando a Justiça... Vamos alertar esse Juiz que sua interpretação sobre lei e justiça está sendo desafiada.

Lutas houve, mas fomos punidos!

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sábado, 27 de fevereiro de 2016

Ação Judicial de Retorno para todos Trabalhadores Demitidos pela Estatal.


 
   
Aviso da Doutora Regina:

    Atenção, no dia 11/3, às 10 horas, vai haver Reunião Prévia com todos os Trabalhadores, na Praça Mauá (concentração em frente ao Museu do Amanhã). Veja o Convite: https://www.facebook.com/events/1687339488186536/.

    Nessa reunião, sexta, 26/2, foram apenas 18 pessoas. Acredita-se devido à reunião marcada pelos Advogados da RTR Advogados, no mesmo dia e horário da Reunião, na Praça Mauá, e total abstenção de união dos mais de 500 trabalhadores (as) demitidos arbitrariamente pelos militares da Marinha do Brasil.

Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), artigos 52 ao 54.
A ADMINISTRAÇÃO ESTATAL DA MARINHA ESTÁ DESCUMPRINDO A LEI E RETENDO SUAS CTPS POR MAIS DE 48 HORAS?
Denunciem essa Infração a Lei à Delegacia Regional do Trabalho-DRT e comunique o fato aos seus advogados.



    Como os Advogados do Escritório RTR Advogados, que defendem quase 200 trabalhadores da Estatal a terem direitos à CCT/Sinaval, mandaram seus clientes procurarem o Sindicato (ouça o áudio) para fazer essas Ações e que os trabalhadores devem entender a importância e apoiar a Ação Coletiva de Reintegração movida pelo Sindimetal Rio, por ser a forma certa de agir, talvez, dia 16 de março, dia da Audiência com Estatal, haja maior união e conscientização da parte dos trabalhadores e, com isso, haja número expressivo de demitidos motivados a fazerem suas partes diante dos direitos feridos por homens que usam fardas (mas burlam direitos civis), em  frente ao TRT .

    Lembro-os que, embora o pessoal do Sindimetal tenha dito, inúmeras vezes, não reconhecer outro sindicato que não seja o Sindimetal Rio a representar os trabalhadores da Estatal, por força de Sentença Judicial Transitada em Julgado, e que Técnica não é uma categoria profissional diferenciada regulamentadas por Lei (diferentemente das Profissões de Engenharia e Técnica em Medicina), mas ser apenas especialidade em alguma profissão pré-existente, naquela reunião do dia 24/2 (leia), o pessoal do Jurídico, daquela Entidade, foi claro não descartando a malícia e crueldade da Administração daquela Estatal em levar essa argumentação para o Juiz dizendo que há uma suposta categoria diferenciada dentro da Estatal representada por outro Sindicato (SINTEC RIO e SENGE), e que as mesmas foram ressalvada na Sentença da Juíza Gláucia, em 2011.

    Pelo que o Sindimetal Rio disse, eles foram ao TRT pedindo Retorno de todos os Trabalhadores Demitidos pela Estatal.

    É importante que os trabalhadores se reunam para entender essa realidade e traçar planos de ações de impacto, no dia da Audiência entre Sindimetal Rio e Juiz da 48ª Vara do Trabalho.
Leia mais aqui: http://metalurgicosdaemgepron.blogspot.com.br/2016/02/sindicato-convoca-trabalhadores.html.

    A omissão frente à bestialidade da parte da Administração daquela Estatal, seja sindical, política ou dos trabalhadores prejudicados, é igualmente covarde.


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quinta-feira, 26 de novembro de 2015

Foi um tiro no Pé... Sentir os trabalhadores mais alienados tem sido duro... Na verdade, houve um retrocesso.


 

   "Obs.: 26/11/2015, Desembargadora Sayonará Grillo diz que os Autos estão Conclusos para Julgar a famigerada Ação Rescisória (veja) do Advogado de UM MILHÃO E QUINHENTOS MIL REAIS (leia mais) contratado pela Administração da Emgepron."

    Sempre me pergunto do Porquê das repetitivas demissões de Empregados da Estatal da Marinha do Brasil "a Emgepron" (cliquem)?


 

    Diz o Edital de Abertura do Concurso da Escola Técnica da Marinha (ETAM): "Os aprovados nos cursos, que preencherem os demais requisitos necessários para contratação pela EMGEPRON e que não forem, inicialmente, contratados no número de vagas disponíveis, formarão cadastro de reserva".

    Se a Marinha do Brasil, na pessoa de suas Organizações Militares: Espigão, Laboratório da Marinha, Fábrica de Munição da Marinha e Arsenal de Marinha não têm condições manter em seus quadros Empregados Públicos da Emgepron, ainda empregados, porque contratam mais Técnicos para os Quadros da Estatal, para estarem a serviço da Marinha, através da Escola Técnica do Arsenal de Marinha (ETAM)?

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terça-feira, 17 de novembro de 2015

Repetição de um Adendo, no dia 31/10/2015, à Postagem do Dia 11 de Outubro de 2015.


 
   Há postagens com informações que somente estarão publicadas na Página do Blog no Facebook. Isso é devido ao fato de lá eu poder acionar Jornais e Assessores de Políticos que Gerenciam Páginas de Políticos, em denúncias específicas (cliquem no texto).

   Mesmo lá (assim como o Blog, o Facebook me dá relatóriosde visitas em tempo real), os trabalhadores continuam achando que se mantiver ocultos sem curtir, não apoiando abertamente, estarão bem "na fita". É preciso coragem para reagir. Os medos que os trabalhadores sentem e os fazem se esconder só fortalecem quem os demitem , a quem não repõem as perdas salariais e pedem Acordos Coletivos a Sindicato estranho à Sentença Transitada em Julgado, supostamente, sem nada a oferecer para os trabalhadores e, segundo dizem, sob ameaças veladas de retirarem as poucas conquistas anteriores. 

    Essa tem sido, para mim, a tônica das injustiças em que vivemos e do porquê o Ministério Público ser tão cordial, não incisivo quanto quando se trata de Empresas na iniciativa privada: o texto destacado em Amarelo é o famoso "Você sabe com quem você está falando?", trata-se da famosa carteirada.

    Trecho da Ata da Audiência em que Agente Público Administrativo, cargo comissionado, se apresenta, como fora denunciado no texto: "inicialmente', como Capitão-de-Mar-e-Guerra..."

    As demissões são costumazes. Se os Órgãos de Marinha não têm condições de ter esse efetivo de 1800 trabalhadores, porque os contratam? Em 2011? Foi a crise? As demissões em massa em 2011, 2013 foram por crises? Hipocrisia!

    Meu maior desgosto é ler as Atas de outras Audiências da Estatal no Ministério Público e me sentir ultrajado, não pelas "promessas" tipo: "estamos tentando", do Dr° Moutinho, mas pela complacência dos Procuradores do Ministério Público.
São covardes, corporativistas, parciais e politizados.

    São homens e mulheres mal remunerados em uma Estatal que declarou em seu Balanço Patrimonial, em 2013 e 2014, estar em boa situação financeira devidos ao seu Capital de Giro depositados nos bancos BB e CEF: R$ 95 milhões de reais, em 2013; em 2014, declarou Capital de Giro no valor de R$ 65 milhões de Reais. Considero esse capital o suor dos trabalhadores, o desespero de famílias desesperadas, a educação com qualidade que seus filhos não podem ter.

    Além de serem mal remunerados durante todos os anos trabalhados, demitidos sem o princípio constitucional da impessoalidade do Ato, os trabalhadores se deparam com outra dura realidade, uma realidade que não deve ser tão chocante para trabalhadores públicos de outras estatais como Petrobras: "ficam sabendo que não podem receber seu seguro desemprego por serem empregado por regulamentos constitucionais, artigo 37, II"; o caput desse artigo presume que as demissões de concursados são ilegal em suas essências. A demissão de Empregado Público, pelos princípios constitucionais, só se daria devido à "justa causa", somente (as demissões que tenho tido conhecimento na Emgepron, fora os trabalhadores que sofrem perseguições por motivações ideológicas e outros por motivações pessoais, caracterizam, facilmente, Ato de onerar, com multas de verbas rescisórias, a Administração Pública; nas situações citadas, anteriores, facilmente se caracteriza o ato administrativo de intimidar o Empregado Público em sua função no Emprego à serviço da Administração a não exercer direitos constitucionais presentes nos artigos 5° ao 11, 37 e 173.


Mas, quando se é demitido, a Estatal diz que não tem obrigação de respeitar esse mesmo artigo na Impessoalidade, Motivação, Probidade... Vejam os Processos dos que lutam para ser reintegrados.


    Em que tipo de Estado de Direito covarde é esse em quem vivemos? Há um Estado de Direito onde uma Administração Pública usa a Constituição do País para tirar direitos e usa a mesma para negar Direitos?

    A Estatal Emgepron foi criada por Lei 7000/82, em 1982, ou seja, anterior à Constituição Federal de 1988 que estabeleceu os artigos 5°, 7°, 8º, 37 e 173.
Os tempos mudaram. Trabalhamos em uma Estatal pautada no Militarismo autoritário, sim.


    O militar, em questão, é um Agente Público Administrativo, em uma atividade civil trabalhista.


   A Estatal Emgepron é uma Instituição Pública civil (leia).


   A FEMAR é uma Instituição Privada, nada tem a ver com o Governo (leia, se comporta como as Organizações Sociais "OS", é verdade, ao se vincular ao Governo igualmente as Fundações Roberto Marinho (leia), Xuxa Meneghel, Ayrton Senna, etc., (leia mais).


   Quando o "Agente Público Administrativo" Marcus Vinícius, Chefe do RH da Estatal, diz que ela é uma Paraestatal ao fazer menção de que vocês não têm direito ao Seguro Desemprego (contrariando o artigo 173, inciso II, da CF/88), ele coloca a Estatal como uma "OS" sem "Fins Lucrativos" (estilo FEMAR) e não como uma Administração Pública nos moldes do artigo 173, inciso II, da CF/88, mas como uma Organização Social sem Fins lucrativos, como se a Estatal fosse somente uma Organizações da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIP), (leia).


   Os Empregados Públicos (em especial os Empregados da Emgepron que sofrem em um ciclo viciante de demissões em massa desleal, leia (como as que sofriam os demitidos no Arsenal de Marinha, anistiados como perseguidos por militares em seus direitos de reivindicações), como na denúncia do Sindicato, sem que seu Sindicato pudesse negociar essas demissões e defender seus representados (essa barbaridade foi noticiada em um relatório feito pela Própria Marinha em sindicância sobre as contas da Estatal, leia) têm direitos constitucionais presentes no artigo 173, inciso II. (leia mais sobre Anistiados por Perseguição.)

    Dentro dessa visão, ser a Estatal uma Organização sem fins lucrativos, os Trabalhadores são "colaboradores", não Empregados Públicos, ou servidores nos moldes da Constituição Federal, art. 37, inciso II, Lei 8429, art. 2°, Decreto 1.171, Seção III, Das Vedações ao Servidor Público, Inciso XXIV, Lei 8666/93, art. 84.


    Mas como foi criada a Emgepron?, como ordena a Lei à Criação de Estatais no Decreto 200/67!, logo, trata-se de uma Estatal e não uma Paraestatal "OS".


    Me enojo diante de tudo isso. Sinto repulsa e desprezo diante de covardias.


    A empresa privada FEMAR tem seus Empregados como Instrutores da Escola Técnica do Arsenal de Marinha "ETAM". Eles são denominados colaboradores, já que a Empresa deles se comporta como se não tivesse "fins lucrativos" alguns (a alegoria que se conta e reconta de que a FEMAR é vinculada ao Ministério de Ciência e Tecnologia é balela, ela está lá assim como várias empresas privadas que conseguem esse credenciamento válido por 5 anos, leia, leia mais; trata-se de um credenciamento valioso que traz alguns benefícios às Empresas "sem fins lucrativos", como o previsto na Lei 8666/93, art. 24, inciso XXI.

    Obs.: Essa Ata não é a da Audiência do dia 19/10.

    A Procuradora Isabela Terzi não mais autorizou meu acesso aos autos, estando pendente a solicitação, por isso não pude baixar a Ata da Audiência do dia 19/10 (foi autilizado, dia 10/ 11).

    Essa Ata, acima, foi cortesia ao Blog do Trabalhador, Advogado, Cleiton:


   "Quanto aos Boatos, lembrem-se: leiam. Antes de crerem de "boa fé" em boatos peçam, através do site da CGU,documentos probatórios da veracidade das "informações" repassadas "boca à boca"."


(31 de outubro de 2015)

Fim.


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terça-feira, 15 de setembro de 2015

Lembro-os que a Advogada do Sindicato, na última reunião com os trabalhadores, na CTB, nos disse que Demissão em Massa, como a carnificina na Fábrica de Munição da Marinha, só poderia ter acontecido com anuência do SINDIMETAL RIO. Por isso o Blog pede que todos os demitidos na FAJ entrem com Ações de Reintegração e denunciem a Marinha, os Militares que o perseguiu e a Administração Pública da Estatal.

Esses são pequenos vídeos enviados a mim via whatsApp. Suas mensagens são dignas de serem compartilhadas.

Leiam sobre a importância do Projeto de Lei 1.128/2011 de autoria do Deputado Federal Chico Alencar/Luciana Genro.
    Trabalhadores, peço que enviem e-mail ao Deputado. Tenho feito ele conhecer nossa luta através do facebook, mas Políticos se movem através de números e votos. Se grande parte dos leitores, sejam trabalhadores e/ou familiares, enviarem mensagem a ele, positivamente, solicitando uma audiência, talvez ele nos receba.
 

    Façamos a nossa parte clicando ou copiando o endereço eletrônico abaixo e enviem uma mensagem solicitando essa audiência com os trabalhadores:  dep.chicoalencar@camara.leg.br.

Como o Blog, demais trabalhadores de luta vêm avisando: "o prazo da sentença está caducando".

Sindimetal convoca os que não entraram com suas ações inviduais. Cliquem e leiam.

    Aos Cipeiros que afirmam terem sido reduzido o número de membros da CIPA/AMRJ para a próxima Eleição, 
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quarta-feira, 9 de setembro de 2015

Emgepron, a Estatal que atua de costas para os Trabalhadores Públicos. O Blog avisa: meu computador quebrou. Estou sem acesso à WEB. Devido a isso, é possível que o Blog fique inoperante. Em casos urgentes, farei as postagens rápidas em lan house.


Um grupo de 1700 homens e mulheres clama por justiça há mais de duas décadas. Juízes com seus malhetes não podem fazer...
Posted by Metalúrgicos da Emgepron on Sábado, 12 de setembro de 2015

Desembagadora Sayonará Grillo dá sinal de que a famigerada Ação Rescisória movida contra os Direitos dos Trabalhadores a terem Pisos Salariais está chegando ao fim. 

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sexta-feira, 4 de setembro de 2015

Aos Trabalhadores que foram demitidos na Sede da Estatal, ou em quaisquer outras Organizações Militares da Marinha: O Sindicato dos Metalúrgicos pede aos Demitidos que entrem em contato urgente com o Departamento Jurídico daquela Entidade. Haverá possíveis novas Denúncias ao Ministério Público por parte do Sindicato.


    Haverá remarcação da Audiência em relação àquela, dia 24/08/15, em que eu e outro trabalhador comparecemos à intimação e não fui ouvido (leia mais).


    EXCELENTÍSSIMO(A) SENHOR(A) PROCURADOR(A)
DO MINISTÉRIO PÚBLICO DO TRABALHO
Procedimento IC 002852.2014.01.000/8 

    Excelência, quando li o relatório que motivou o arquivamento da denúncia, observei que o motivo da denúncia
de nosso Companheiro de trabalho foi feita em 24/08/2014 quando o Processo 0168800-03-2005-5-01-0021 movido
pelo Sindicato dos Metalúrgicos do Rio de Janeiro já havia sido transitado em julgado no Tribunal Superior do
Trabalho-TST, em 30/09/2013. 

Pela notícia do Fato da denúncia do Trabalhador, ele denunciou que a Administração
da Estatal Federal Emgepron, mesmo com a sentença transitada em julgado, continua se recusando a cumprir os
Acordos Coletivos (em anexo), não obstante a mesma ter recolhido, na época, os Impostos Sindicais de Todos os
Trabalhadores para o Sindicato vencedor da lide sobre a representatividade dos Trabalhadores da Estatal. Cabe
ressaltar que são direitos presentes na Convenção Coletiva de Trabalho daquele Sindicato que a Estatal...


Acima, trecho da Petição enviada à Procuradora Isabela Terzi, no dia 27/08. 
O conteúdo dessa Petição, acima, na íntegra, em PDF, será liberado mediante solicitação por E-mail: Link da Petição em PDF.

No dia da Audiência (leia), a Administração não compareceu, isso segundo o Ministério Público. 
Leia mais: metalurgicosdaemgepron.blogspot.com.br/quem sabe o principio elencado-na.html .

    O Blog pede que os Trabalhadores que conhecerem os Trabalhadores que foram demitidos, na Sede da Estatal, ou em quaisquer outras Organizações Militares da Marinha, ainda que seja por Whatsapp ou por Facebook, que peçam a eles, urgentemente, a se apresentarem à Sede do Sindicato e procurarem o Departamento Jurídico daquela entidade. Digam a eles que são os trabalhadores que foram demitidos da Sede da Estatal: O endereço da Sede do Sindicato dos Metalúrgicos fica na Rua Ana Néri, 152, em Benfica.


    O Blog pede que os leitores copiem esse texto do Blog e enviem por Twitter, Whatsapp, Grupos ou quaisquer outros meios de comunicação onde hajam Trabalhadores da Estatal. O objetivo é que os Demitidos sejam contados e conhecidos pelo Sindicato para que eles entrem com Denúncias contra as demissões arbitrárias e pedidos de reintegrações e possíveis danos causados pela suas demissões imotivadas (se assim as foram).

    Segundo o Jurídico do Sindicato, para Administração dessa Estatal causar demissões em massa, antes deve haver comunicação ao Sindicato que representa os Trabalhadores por força da sentença transitada em julgado.



    Ainda que as demissões não venham a ser configuradas como "demissões em massa" pelo pequeno número de pessoas que foram demitidas,  outras, ao longo dos anos, podem vir a acontecer sem que os direitos dos Trabalhadores à ampla defesa e ao contraditório, o direito à impessoalidade ao ser demitido igual à mesma impessoalidade respeitada, quando foram admitidos à Estatal, sejam respeitados.

    Peçam a eles (os demitidos) que atendam a convocação do Sindicato e denunciem, pessoalmente, as demissões e seus motivos.
No site do Centro de Controle Interno da Marinha (CCIMAR): Relatório de Auditoria de Gestão da Marinha na Emgepron, Os Auditores denunciaram as demissões covardes em 2011. Tivemos demissões em massas repetidas em 2013 e estamos sob amaças de se repetir, agora, em 2015: "Clique e leia a página 14". 

    Lembrem-se que tanto na FAJCMC, como no AMRJ, a Administração da Estatal foi obrigada a reintegrar dezenas de Trabalhadores porque os Juízes entenderam que houve flagrante desrespeito à Instituição do Concurso Público e da motivação exigida no artigo 37, caput e inciso II, da CF/88 e ao entendimento da RE 589.998/STF. Se suas avaliações de desempenho pessoal estão boas, se foram demitidos sem motivação, conjecturo eu, se "por perseguições ideológicas, assédios, preconceitos, etc", compareçam ao Sindicato e comuniquem, peço, por favor, que repassem essa informação para que chegue até os Trabalhadores que foram demitidos".

    Dos demitidos, tenho conhecimento de uma Assistente Social na Sede da Estatal (não tenho contato com ela) e uma Trabalhadora que já esteve lotada na SECOM, no Edifício 11, Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro. Sei que houve outras várias demissões. Lembro aos leitores que é importante que os que foram demitidos compareçam ao Sindicato dos Metalúrgicos para que denúncias sejam abertas contra possíveis Atos de Arbitrariedades no Ato Administrativo Demissional por parte da Estatal.

 


    Ontem, dia 03/9/15, houve uma reunião informativa do Sindicato no Auditório do Sindicato dos Empregados Públicos dos Correios e Telégrafos. Essa reunião foi solicitada pelo Nilo.

    Nessa reunião, os Trabalhadores, dentre tantos pontos de questionamentos, reclamações pendentes feitas na gestão anterior ao da do Presidente Jesus (não é o mesmo Jesus eletricista da Estatal que está recebendo o PISO) e informações do Sindicato sobre suas estratégias sobre o Processo Coletivo, levamos ao Conhecimento dos Diretores do Sindicato a notícia de que na Sede da Estatal, localizada no 1º Distrito Naval, está havendo demissão de Trabalhadores Concursados. Os Sindicalistas pediram que, para eles verem como denunciar as possíveis demissões imotivadas, aqueles Trabalhadores que desejarem entrar com Ações de Reintegrações e indenizações por possíveis danos sofridos pela sonegação de seus Direitos devem fazer contato.

Art. 49, inciso X, previsto na Constituição Federal de 1988: "É da competência exclusiva do Congresso Nacional:...
Posted by Metalúrgicos da Emgepron on Sexta, 4 de setembro de 2015

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terça-feira, 25 de agosto de 2015

Quem sabe o Princípio elencado na Constituição Federal de 1988, artigo 37, caput, " a isonomia (impessoalidade)", seja a tônica desse Órgão Fiscalizador da Lei. Porque "ouvir o Comandante de Marinha (preposto) e o Advogado Moutinho dizerem que a Empresa está se esforçando para fazer um ACT com o Sindimetal Rio" ; "que até uma carta do Sindicato recebeu para esse mister"; "que está se esforçando para aplicar o PCS"; "que reconhece a sentença transitada em julgado..." e a Excelentíssima Procuradora do Ministério Público "MPT" arquivar um Inquérito Civil quando todos nós, inclusive ela, com as petições feitas, sabemos que nada disso, efetivamente, vem acontecendo...



Mas nos diz que o PCS encomendado por quase 1 MILHÃO DE REAIS à Fundação Instituto da Administração-FIA, está em estudo (leia) pelos Almirantes, 2/3 dos Trabalhadores tiveram suas carteiras anotadas com os impostos recolhidos a Sindicato estranho a sentença transitada em Julgado no TST nº 0168800-03-2005-01-0021...


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quinta-feira, 13 de agosto de 2015

Data da Audiência no Ministério Público/Rumores de Demissão em Massa/Deputado Federal



A audiência no Ministério Público será no dia 24 de Agosto:

    Companheiros, me sinto em meio ao ano de 2011, naquela nefasta demissão em massa de quase três centenas de Empregados da Emgepron...   Em todo canto do AMRJ vejo trabalhadores atemorizados, cabisbaixos, amedrontados.... Em todo canto, no AMRJ, se perguntam sobre se os "rumores" de demissões em massa dos Empregados da Emgepron no AMRJ  são verdadeiros. Segundo o Trabalhador Shadow (um antigo comentarista do Blog), os rumores de demissão em massa são fatos, também, na Fábrica de Munição da Marinha do Brasil (FAJ).
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