Entenda a realidade na Emgepron.

Entenda a realidade na Emgepron.
Observem: Nesse Blog não há intenção de denegrir ninguém. A ideia é tornar pública as injustiças e estimular a luta por justiça. As referências feitas a pessoas são meramente por situações ocasionais e contextuais que ajudam ou, muitas das vezes, dificultam essa tão sonhada justiça, situações típicas de "ligar o milagre ao santo" que o praticou. O Blog se destina a crônicas, opiniões, desabafos e comemorações sobre a vitória dos Trabalhadores sobre a Injustiça.

DOCUMENTO PUBLICADO EM 23 DE AGOSTO DE 2014.

DOCUMENTO PUBLICADO EM 23 DE AGOSTO DE 2014.
DOCUMENTO DO 1° DN À PROCURADORA ISABELA TERZI DO MPT/ADMINISTRAÇÃO DA ESTATAL CONTRATOU O ADVOGADO DE 1 MILHÃO QUINHENTOS E QUARENTA E OITO MIL REAIS PARA ANULAR A SENTENÇA TRANSITADA EM JULGADO.

quinta-feira, 7 de maio de 2015

Todos os vídeos gravados na Assembleia Geral dos Empregados da Emgepron 2015/Omissão e descaso por parte dessas Três Altas Autoridades: covardias vindas do Ministro do MPOG, da Patente Máxima no Comando da Marinha e do Ministro do Ministério da Defesa.

Obs.: Semana passada, conversando com uma Advogada, ele me disse que essa impugnação na Ação Rescisória, que eu disse, erroneamente, se  tratar, "somente", de impugnação às Ações Individuais feitas pelas Advogadas do Sindimetal Rio (leia) é tentativa do Advogado Diogo Campos Medina Maia, Filho do Drº Luiz Otávio Medina Maia, a todas Ações Individuais feitas por todos os Trabalhadores. Leia-se que nessa Ação Rescisória já aparece o Ministério Público do Trabalho acompanhando o movimento do Sindimetal Rio, Estatal Emgepron e do Advogado de UM MILHÃO E MEIO DE REAIS* (*leia). 

Na visão da Drª, o pedido de impugnação se trata de tentativa desesperada e é difícil de se conseguir. Segundo ela, até mesmo a Ação Rescisória será difícil de eles terem êxito. Esse é o ponto de vista da Advogada com quem conversei sobre o assunto.

Sequência dos Vídeos da Assembleia Geral 2015.

   Entenda a posição do Sindicato sobre os Processos Individuais, sobre a resposta da Administração da Estatal em reajustes salariais em zero porcento (0%) "segundo a visão do Sindimetal" nos Reajustes salarial em ACT 2015, as cobranças dos Trabalhadores e respostas do Alex Santos, Wallace e Advogadas do Sindimetal Rio e mais.
   

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Todos os vídeos gravados na Assembleia Geral dos Empregados da Emgepron 2015.

Na Estatal da Marinha do Brasil, vive-se a situação da Escravidão Legalizada. Uma Escravidão tão brutal quanto a vivida no exílio forçado dos africanos.

Na Estatal há uma Violência tão brutal que fere o Trabalhador e seus familiares tanto quanto as chibatadas deferidas pelo "sinhozinho" feriam os escravizados africanos.

   Na Estatal, a política de má remuneração e escravidão legalizada persiste. Essa é a  face obscura e cruel demonstrada pelo Comando da Marinha, Ministério da Defesa e o Ministério de Planejamento, Orçamento e Gestão "MPOG" (MPOG é o repassador de dinheiro (orçamento) para esses dois Órgãos). Uma  face cruel voltada para os Trabalhadores da Estatal; os baixos
salários são tão agressivos quanto uma arma apontada para suas cabeças: "Piso Salarial de R$ 898,00 (leia)". A má remuneração recebida pelos trabalhadores e uma arma apontada para eles dão a mesma sensação de impotência, ambas são covardia. Os trabalhadores, com seus familiares, não conseguem viver com mínima dignidade recebendo esse salário, somente sobrevivem à dura pena com esse salário pago pela Estatal. Os Trabalhadores sofrem com um empobrecimento terrível, um ataque ao seu moral, sua dignidade, sua paz psicológica, e a Administração da Estatal solta verbas vultosas (leia) para que Advogados anulem, impugnem, os direitos de seus Trabalhadores à execução individual da Sentença que visa receber o Piso Salarial mínimo a que eles têm direito, uma vez que há  sentença que garante isso a eles.

   Trata-se de um esforço colossal vergonhoso da Estatal "mas que humilha os Trabalhadores" para manter sua política interna de escravidão legalizada e a continuação da sua política interna de baixa remuneração. Trata-se de uma covardia brutalizada contra homens e mulheres trabalhadores e seus familiares.

   O que causa tudo isso? É, sem dúvida alguma, a omissão e descaso por parte dessas Três Altas Autoridades: Omissão e descaso vindas do Ministro do MPOG, da Patente Máxima no Comando da Marinha e do Ministro do Ministério da Defesa.

    Não dá mais para eu olhar para o Diretor-Presidente da Estatal como o grande vilão da nossa situação, como cheguei a pensar; pensei que ele podia abrir o cofre da Estatal, tomar decisões etc., mas, ao entender que as forças cruéis que massacram 1500 dos 1700 trabalhadores da Estatal estão em Brasília, quando ignoram o efetivo de trabalhadores da Emgepron em suas previsões de Orçamento anual.

   Os Administradores, naquela Sede da Estatal, são como fantoches desse Figurões de Brasília e não podem equacionar a questão salarial, pois isso mexeria direto nos cofres da Marinha do Brasil (AMRJ, FAJ, LFM, etc.).

   Quando vejo homens experientes como os Diretores do Sindimetal Rio nos levando a pensar que nas reuniões anuais para discutir cláusulas de supostos PCS, na Sede da Estatal, pode trazer solução, quando eles sabem que a situação da IMBEL é resolvida em Brasília, na Presença do Ministro Ives Gandra Martins Filho, membro do TST...  "Vejo isso com maus olhos."

   As últimas reuniões da Administração da Estatal com o pessoal do  Sindimetal Rio não  trouxeram solução ou benefícios alguns aos trabalhadores da Estatal nem prejuízo algum à Estatal, a não ser àquelas reuniões forçadas pelo Sindicato quando subiu a Brasília e envolveu o Comando da Marinha, o Ministério da Defesa, o ex-Presidente da Estatal "Vice-Almirante Marcelio Carmo de Castro" e Jandira Feghali.

   No Jornal "O Dia" (clique), você lê notícias sobre a IMBEL, suas greves e Acordos Coletivos, mas no caso da Estatal, o ex-Presidente do Sindimetal Rio, Alex Santos, repete aquela velha oração que os Trabalhadores mais assíduos na cobrança de atitudes incisivas do Sindicato na mídia estão cansados de ouvir: "Nós tentamos "pagar" para o jornal publicar a situação de vocês, mas isso não interessa a eles..."

Pergunto: "- Quem pagou essa Matéria?" 
"- Foi de Graça?"  

Qual é o "Problema" da Mídia com a luta dos Empregados da Estatal Emgepron contra a injustiça que sofrem nas mãos de Administradores  Almirantes, para que somente no nosso caso ela não queira publicar nem a dinheiro?

   Como é possível que um Ministro proponha reajustes salariais à IMBEL acima da inflação, ainda que 1%, proponha reajustes no auxílio-creche, na cesta básica, mas para os Empregados da Estatal Emgepron é o inexorável 0%, sem que o Sindimetal Rio questionasse isso ao mesmo TST? O Mesmo Ministro que mediou a questão IMBEL deve ser acionado para propor solução a questão Emgepron. Ou será que eles também não querem tocar no assunto Empregados da Emgepron?

   Há um descaso "cumplicioso" aí, isso é fato. Um descaso malicioso que lançou nas mãos dos Trabalhadores uma decisão tal que deveria ter sido levada à Brasília, aos Ministros do Tribunal Superior do Trabalho (como acontece na IMBEL, em 2012, 2014 e sempre) e isso é imperdoável porque a situação vivida pela exploração e sonegação de direitos na Estatal não permite aos Trabalhadores se manter sob a égide de Orgulho Sindical nem  sob a égide de Orgulho Militar. Exigimos ATITUDES.

   Nessas reuniões forçadas em Brasília, que é onde se resolvem verdadeiramente as questões das Estatais ligadas ao Ministério da Defesa, o Sindimetal Rio só obteve êxito na liberação dos Impostos Sindicais depositados em juízo, mais nada. Impostos Sindicais esses liberados "ironicamente" pelo malhete daquela Juíza Substituta, àquela que anulou, a pedido do Drº Luiz Otávio Medina Maia "o Advogado de UM MILHÃO E MEIO DE REAIS, a intimação de cumprimento da Sentença da Juíza Gláucia "quando ela estava em férias". É fato que dessas reuniões entre Sindimetal Rio e Administração da Estatal nunca houve nenhum ganho real para os trabalhadores.  A impressão que me passa é que os Administradores da Estatal estão ali para fazer melhorias que não sejam às que beneficiem os Empregados da Estatal da Marinha do Brasil.

   A situação de Administrador Fantoche de Empresa Pública não é caso isolado da Estatal Emgepron, pois, segundo esse site, o General da IMBEL abandonou a mesa de negociação quando pressionado na questão salarial e coube ao Ministro do TST chamá-lo de volta à negociação e propôs as alterações, tanto no salário quanto no abono salarial, cesta básica, auxílio creche.

   Na reunião com a Estatal, o Sindimetal ouve a Administração que lê o mesmo script que o General que administra a IMBEL leu para a Intersindical, que o Sindimetal Rio é parte (leia), e o desenrolar foi parar em Brasília. No nosso caso, o Sindimetal joga nas nossas mãos, em Assembleia Geral, o SIM ou o NÃO.  "Pergunto eu: _Porquê?"

   Se o General da IMBEL fez Cláusulas Econômicas diante de um Ministro, mesmo dizendo para a Intersindical, "no ofício de 8 de abril que não era possível aceitar a proposta dos trabalhadores por prever reajuste salarial no percentual do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC, não o famigerado IPCA) acrescido de 15%", será que o Almirante da Emgepron agiria diferente do General da Imbel? Ele peitaria os Ministros do TST dizendo que discutiria somente "Cláusulas Econômicas"?

   Ou será que os Diretores do Sindimetal Rio lavaram as mãos? Quem, de alguma forma cruel, se beneficiou com a retirada do Sindimetal Rio da mesa de negociação sem ao menos ter tido acesso à Cópia das "Cláusulas Econômicas" proposta pela Estatal, para que a confrontássemos (leia) foi a própria Estatal que, agora, tem argumentos jurídicos válidos para não pagar um centavo, nem mesmo o famigerado IPCA, e, ainda, não ser confrontada com Ministros do Tribunal Superior do Trabalho (TST), como tiveram que estar frente a frente, através da Intersindical que o Sindimetal Rio é parte, quando o General da IMBEL se retirou da mesa de negociação.

   É fato que trabalhadores estão sendo covardemente espoliados em seus direitos a salários dignos e respeito.

   O baixo salário congelado tem sido sinônimos de desestímulo e desespero.
   

   Lei 12.382: Dispõe sobre medidas complementares ao Plano Real e dá outras providências.



  Se não ocorrer reajustes salariais na Estatal, o Sindicato deverá ir a juízo pelo “dissídio coletivo” no Tribunal Regional do Trabalho que decidirá o conflito, inclusive o percentual de reajuste, como foi na IMBEL.

4 comentários:

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  2. Alexandre, há uma imensa diferença entre as ideias que você têm e as viabilidades práticas para executá-las. Os acontecimentos e as circunstâncias não viabilizão a aplicação de suas ideias, meu amigo. Reflita a acerca da necessidade de mudar seus planos e perceber o quanto algumas suas ideias e teorias andam meio defasadas. Sei que isso tudo pode lhe chatear muito, eu sei, pois é muito chato planejar as coisas, criar ideias de como agir e ocorrem imprevistos que te levam a ter que replanejar. Mas, pense bem: não será tudo isso uma excelente oportunidade para você, Alexandre? Ver as coisas sob vários e indeterminados pontos de vista?

    Reconheço que a vida lhe obrigue a ver o outro lado das coisas como você as vê, Eu sei, é exatamente isso que lhe torna altamente libertador.

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  3. agora da pra entender bem qual é a desse sindicato. nos primeiro quatro minuto desse ultimo video o rapaz do sindicato disse que se a empresa ta cozinhando o sindicato entao eles vao cozinhar a "tomem". alexandre o negocio deles é dinheiro.

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  4. pra eles o tempo é igual mais e mais dinheiro na conta. quando eles falam que vão cozinha a empresa eles tbm tão cozinhando a gente. A gente tá f@#do e mal pago. Tamos entre a cruz e o punhal :emgepron e sindicato. Os dois só tão de olho no malote. Só olham pros próprios umbigo.

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Quando um homem perde a fé em algo, ele perde a motivação de lutar por esse algo.

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