Um Regime Ditatorial é o que se vive na Estatal... Esse Regime tem levado os Empregados a situação dramática, ao Caos.

   
Assim, irretocável a r. sentença declarou a nulidade da dispensa do autor e determinou a sua imediata reintegração, com o pagamento de todas as parcelas devidas durante o período de afastamento, e o restabelecimento do plano de saúde, sob pena de multa diária no valor de R$1.000,00 (hum mil reais). Nego provimento."

   No limite da resistência humana, a situação vivida pelos trabalhadores é humilhante. O arrocho salarial que vem se perpetuando desde 2008, data do último Plano de Cargos e Salários (PCS) que a Estatal prometeu colocar em prática na Estatal, mas nunca cumprido para os Trabalhadores, nos impõem a condição de humilhação, vergonha, desesperança. A situação dos Empregados da Estatal Emgepron é de desespero. Situação esta causada por uma política obsoleta de gerenciamento de Estatal onde somente se olha para a saúde financeira da Marinha do Brasil e nunca se olha para a saúde alimentar, social, familiar dos Empregados da Estatal da Marinha do Brasil.




    A situação estrutural familiar e psicológica dos Empregados da Estatal estão equivalentes a bomba-relógio a ser detonada; situações causadas pelo arrocho salarial terrível e a falta de um "fim" para essa agonia.

   O grande problema que aflige os Trabalhadores é causado pela falta de um simples benefício, como cesta alimentação, um abono salarial, como são fornecidos aos Empregados Públicos da Estatal IMBEL (leia no Site do TST); benefícios simples, levados ao Almirante Mário, Diretor do AMRJ, por mim e outros três trabalhadores, em Reunião, tendo a visão clara futura dessa situação em que os Trabalhadores estão levados a viver, foi desprezada pela Estatal, pois, segundo nos respondeu o Almirante Mário, Diretor do AMRJ, (leia), a resposta da Estatal foi "não" às nossas solicitações de socorro. Solicitamos que, se não pudesse reajustar os Pisos Salariais pela "burocracia do DEST", que nos concedesse a Cesta Alimentação que passaria desses hilários R$ 57,00 para algo em torno de R$ 500,00 (esse benefício de dissiparia em dedução do imposto de renda). Isso aliviaria a necessidade básica alimentar dos Trabalhadores, ampliaria o pobre poder de compra dos salários em torno de R$ 900,00 que, com esse baixo salário, têm que arcar com a Alimentação, contas de Água, Luz, Telefone, Vestiários, ou seja, os Empregados da Estatal estão como se uma Bomba-Relógio.

   Basicamente, a Estatal está ganhando tempo ao não aplicar o PCS que, supostamente, já foi elaborado pela Fundação Instituto de Administração (FIA), ao não aplicar aos Salários o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), ao Manter essa Cesta Alimentação de R$ 57,00, força uma situação para que a bomba-relógio estoure.

   Está tudo errado. Há uma Covardia contra os Trabalhadores Públicos da Estatal porque mistura direitos dos Empregados da Estatal com supostos orçamentos destinados à Marinha do Brasil que não "prevê" reajustes salarias para os Empregados da Estatal. Desde 2008, a Administração da Estatal Federal Emgepron vem estudando a aplicação de um Plano de Cargo e Salários (PCS) para os Empregados da Estatal, três Empresas diferentes (leia), a contar com a FIA, foram contratadas para esse mister e, agora, inconvenientemente, colocam a "culpa" na "crise" para não aplicar o PCS elaborada pela FIA.

   São 1500 Trabalhadores na Estatal, desses, pelo menos 1300 pessoas são massacradas pelo baixo Salário e a política de humilhantes arrochos salariais. São prisioneiros da situação imposta a eles, pois são levados a isso, quando Suas politicas salariais para os Trabalhadores deveriam ser compatíveis com setor privado (Sinaval).

    Os trabalhadores viram no seu único aliado, o Sindimetal Rio, um aliado ineficiente porque viram a Administração da Estatal atualizar suas CTPS indicando recolhimentos a outros Sindicatos e ao próprio Governo, comunicaram o fato ao Sindicato e não viram reação e não viram reação jurídica ou politica por parte dessa Entidade Sindical, sem falar que nunca viram uma atuação que lhes trouxessem algum benefício financeiro.

   Há um senso comum, entre os Trabalhadores, de que o Sindicato não tem forças para lutar, ou se esquiva de lutar, contra a Estatal. Somos prisioneiros dos limites e estratégias do Sindimetal Rio em "cozinhar" a Estatal (como disse o Wallace, ex-diretor jurídico do Sindimetal Rio, em um desses vídeos). Na verdade, trata-se de uma obsoleta forma de luta social, pois, se de um lado está a Poderosa Marinha do Brasil escudada pela mais poderosas ainda mãos do Comando da Marinha, mãos que puxam as cordinhas na Administração da Estatal, do outro lado estão os Diretores do Sindimetal Rio que esperam a vitória trabalhista em cima da Emgepron, que é da Marinha do Brasil, como se numa trincheira estivessem. Essas Estratégias são uma verdadeira arma de destruição para os empregados da Estatal Emgepron, pois elas contam com o tempo, anos, décadas...

    Por outro lado, a já sofrida vida estrutural alquebrada dos Trabalhadores da Estatal torna-se pior ainda a cada ano e década que se passam nesse joguinho de guerra (egos).

   Os Trabalhadores sentem o envelhecimento precoce e isso tem gerado essa baixa autoestima.

   O Arrocho Salarial imposto pela Marinha do Brasil aos Empregados da Estatal é Impiedoso (leia-se Comando da Marinha, Ministério da Defesa e Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão "MPOG", quando me refiro a Arrocho Salarial).

   Um Regime Ditatorial é o que se vive na Estatal... Esse Regime tem levado os Empregados a situação dramática psicossocial, ao Caos financeiro. 

   Os trabalhadores se transformam em vítimas de três fortes Órgãos do Governo: Ministério da Defesa, Comando da Marinha e o MPOG, pois, quando se sabem que os Trabalhadores têm direitos garantidos, nada se faz para garantir-lhes esses direitos; antes, tentam postegar, anular, embargar direitos, ou seja, tentam fazê-los sofrer mais, mais e mais...

   Sentem-se, os Empregados da Estatal, como se a Administração da Estatal os visse como inimigos dela. A maioria dos Trabalhadores teve sua avaliação de Desempenho Pessoal rebaixada, o que vai refletir diretamente nas suas participação nos "Lucros" e "Resultados" (PLR) da Empresa Pública Emgepron (alguns Trabalhadores já iniciaram Ações Judiciais Trabalhistas contra suas exclusões nesses direitos, pois se sentem prejudicados de forma dolosa).

   Peço aos Empregados da Estatal que pensem bem antes de tecerem seus comentários nesse Blog, pois os comentários são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião deste Blog.

   Volto a lembrá-los de que ninguém está anônimo na WEB. Se qualquer trabalhador achar algo que o ofenda, denunciem.

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