Entenda a realidade na Emgepron.

Entenda a realidade na Emgepron.
Observem: Nesse Blog não há intenção de denegrir ninguém. A ideia é tornar pública as injustiças e estimular a luta por justiça. As referências feitas a pessoas são meramente por situações ocasionais e contextuais que ajudam ou, muitas das vezes, dificultam essa tão sonhada justiça, situações típicas de "ligar o milagre ao santo" que o praticou. O Blog se destina a crônicas, opiniões, desabafos e comemorações sobre a vitória dos Trabalhadores sobre a Injustiça.

DOCUMENTO PUBLICADO EM 23 DE AGOSTO DE 2014.

DOCUMENTO PUBLICADO EM 23 DE AGOSTO DE 2014.
DOCUMENTO DO 1° DN À PROCURADORA ISABELA TERZI DO MPT/ADMINISTRAÇÃO DA ESTATAL CONTRATOU O ADVOGADO DE 1 MILHÃO QUINHENTOS E QUARENTA E OITO MIL REAIS PARA ANULAR A SENTENÇA TRANSITADA EM JULGADO.

quarta-feira, 20 de maio de 2015

Um Regime Ditatorial é o que se vive na Estatal... Esse Regime tem levado os Empregados a situação dramática, ao Caos.

   
Assim, irretocável a r. sentença declarou a nulidade da dispensa do autor e determinou a sua imediata reintegração, com o pagamento de todas as parcelas devidas durante o período de afastamento, e o restabelecimento do plano de saúde, sob pena de multa diária no valor de R$1.000,00 (hum mil reais). Nego provimento."

   No limite da resistência humana, a situação vivida pelos trabalhadores é humilhante. O arrocho salarial que vem se perpetuando desde 2008, data do último Plano de Cargos e Salários (PCS) que a Estatal prometeu colocar em prática na Estatal, mas nunca cumprido para os Trabalhadores, nos impõem a condição de humilhação, vergonha, desesperança. A situação dos Empregados da Estatal Emgepron é de desespero. Situação esta causada por uma política obsoleta de gerenciamento de Estatal onde somente se olha para a saúde financeira da Marinha do Brasil e nunca se olha para a saúde alimentar, social, familiar dos Empregados da Estatal da Marinha do Brasil.




    A situação estrutural familiar e psicológica dos Empregados da Estatal estão equivalentes a bomba-relógio a ser detonada; situações causadas pelo arrocho salarial terrível e a falta de um "fim" para essa agonia.

   O grande problema que aflige os Trabalhadores é causado pela falta de um simples benefício, como cesta alimentação, um abono salarial, como são fornecidos aos Empregados Públicos da Estatal IMBEL (leia no Site do TST); benefícios simples, levados ao Almirante Mário, Diretor do AMRJ, por mim e outros três trabalhadores, em Reunião, tendo a visão clara futura dessa situação em que os Trabalhadores estão levados a viver, foi desprezada pela Estatal, pois, segundo nos respondeu o Almirante Mário, Diretor do AMRJ, (leia), a resposta da Estatal foi "não" às nossas solicitações de socorro. Solicitamos que, se não pudesse reajustar os Pisos Salariais pela "burocracia do DEST", que nos concedesse a Cesta Alimentação que passaria desses hilários R$ 57,00 para algo em torno de R$ 500,00 (esse benefício de dissiparia em dedução do imposto de renda). Isso aliviaria a necessidade básica alimentar dos Trabalhadores, ampliaria o pobre poder de compra dos salários em torno de R$ 900,00 que, com esse baixo salário, têm que arcar com a Alimentação, contas de Água, Luz, Telefone, Vestiários, ou seja, os Empregados da Estatal estão como se uma Bomba-Relógio.

   Basicamente, a Estatal está ganhando tempo ao não aplicar o PCS que, supostamente, já foi elaborado pela Fundação Instituto de Administração (FIA), ao não aplicar aos Salários o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), ao Manter essa Cesta Alimentação de R$ 57,00, força uma situação para que a bomba-relógio estoure.

   Está tudo errado. Há uma Covardia contra os Trabalhadores Públicos da Estatal porque mistura direitos dos Empregados da Estatal com supostos orçamentos destinados à Marinha do Brasil que não "prevê" reajustes salarias para os Empregados da Estatal. Desde 2008, a Administração da Estatal Federal Emgepron vem estudando a aplicação de um Plano de Cargo e Salários (PCS) para os Empregados da Estatal, três Empresas diferentes (leia), a contar com a FIA, foram contratadas para esse mister e, agora, inconvenientemente, colocam a "culpa" na "crise" para não aplicar o PCS elaborada pela FIA.

   São 1500 Trabalhadores na Estatal, desses, pelo menos 1300 pessoas são massacradas pelo baixo Salário e a política de humilhantes arrochos salariais. São prisioneiros da situação imposta a eles, pois são levados a isso, quando Suas politicas salariais para os Trabalhadores deveriam ser compatíveis com setor privado (Sinaval).

    Os trabalhadores viram no seu único aliado, o Sindimetal Rio, um aliado ineficiente porque viram a Administração da Estatal atualizar suas CTPS indicando recolhimentos a outros Sindicatos e ao próprio Governo, comunicaram o fato ao Sindicato e não viram reação e não viram reação jurídica ou politica por parte dessa Entidade Sindical, sem falar que nunca viram uma atuação que lhes trouxessem algum benefício financeiro.

   Há um senso comum, entre os Trabalhadores, de que o Sindicato não tem forças para lutar, ou se esquiva de lutar, contra a Estatal. Somos prisioneiros dos limites e estratégias do Sindimetal Rio em "cozinhar" a Estatal (como disse o Wallace, ex-diretor jurídico do Sindimetal Rio, em um desses vídeos). Na verdade, trata-se de uma obsoleta forma de luta social, pois, se de um lado está a Poderosa Marinha do Brasil escudada pela mais poderosas ainda mãos do Comando da Marinha, mãos que puxam as cordinhas na Administração da Estatal, do outro lado estão os Diretores do Sindimetal Rio que esperam a vitória trabalhista em cima da Emgepron, que é da Marinha do Brasil, como se numa trincheira estivessem. Essas Estratégias são uma verdadeira arma de destruição para os empregados da Estatal Emgepron, pois elas contam com o tempo, anos, décadas...

    Por outro lado, a já sofrida vida estrutural alquebrada dos Trabalhadores da Estatal torna-se pior ainda a cada ano e década que se passam nesse joguinho de guerra (egos).

   Os Trabalhadores sentem o envelhecimento precoce e isso tem gerado essa baixa autoestima.

   O Arrocho Salarial imposto pela Marinha do Brasil aos Empregados da Estatal é Impiedoso (leia-se Comando da Marinha, Ministério da Defesa e Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão "MPOG", quando me refiro a Arrocho Salarial).

   Um Regime Ditatorial é o que se vive na Estatal... Esse Regime tem levado os Empregados a situação dramática psicossocial, ao Caos financeiro. 

   Os trabalhadores se transformam em vítimas de três fortes Órgãos do Governo: Ministério da Defesa, Comando da Marinha e o MPOG, pois, quando se sabem que os Trabalhadores têm direitos garantidos, nada se faz para garantir-lhes esses direitos; antes, tentam postegar, anular, embargar direitos, ou seja, tentam fazê-los sofrer mais, mais e mais...

   Sentem-se, os Empregados da Estatal, como se a Administração da Estatal os visse como inimigos dela. A maioria dos Trabalhadores teve sua avaliação de Desempenho Pessoal rebaixada, o que vai refletir diretamente nas suas participação nos "Lucros" e "Resultados" (PLR) da Empresa Pública Emgepron (alguns Trabalhadores já iniciaram Ações Judiciais Trabalhistas contra suas exclusões nesses direitos, pois se sentem prejudicados de forma dolosa).

   Peço aos Empregados da Estatal que pensem bem antes de tecerem seus comentários nesse Blog, pois os comentários são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião deste Blog.

   Volto a lembrá-los de que ninguém está anônimo na WEB. Se qualquer trabalhador achar algo que o ofenda, denunciem.

20 comentários:

  1. que nos concedesse a Cesta Alimentação que passaria desses hilários R$ 57,00 para algo em torno de R$ 500,00 (esse benefício de dissiparia em dedução do imposto de renda).

    alexandre quando voce sai de ferias voce ve quanto a emgepron devolve pra voce pelo mes que voce nao vai comer no rancho? é mais do que isso. eles ja repassam esse dinheiro para o arsenal, faj, lfm. o dinheiro que voce pediu ja vai direto pra maos do proprio arsenal faj lfm.

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  2. Alexandre não tenho nada contra você, pelo contrário acho que tu és um bravo representante nosso; mas tu cansa a gente nessas tuas teorias, aprenda simplificar um pouco, esses textos que posta, longos e cansativos, e sempre a mesma coisa, isso tem afastado o pessoal.

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  3. Aprenda a incentivar mais o pessoal, do que tratar a EMGEPRON, como o um oponente indestrutível, pois o dia deles está chegando, e quando falei que tu era nosso representante, eu errei na verdade, você é seu próprio representante, e de sua família, como nós somos das nossas, pois tu não precisa aparecer como herói, só como todos nós, correndo atrás de nossos direitos, só isso!!!!

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    1. "A covardia, seja da parte dos Trabalhadores ou da parte da Estatal me incomoda da mesma forma, com o mesmo peso".

      Na ordem do AMRJ em proibir os Trabalhadores de fazerem horas extras, pernoites, dobras, serões, viagens e etc., então conversei com alguns amigos e pensamos, nos convencemos, de que o momento era o ideal para sairmos a rua em protestos, de incentivar os Trabalhadores a iniciarem a luta tão sonhada, ou seja, era tudo ou nada; chamei os Trabalhadores para Atos de grande envergadura.

      Iniciamos protestos dentro do AMRJ, já ali os Trabalhadores nos abandonaram dando voltas enormes para não passarem próximos dos 30 que se mantiveram ali e não abandonaram o Ato, eram vestígios claros que não teríamos o apoio deles nos próximos passos, fora do AMRJ, no HEMORIO. Mas, ainda assim, e conseguimos duas Audiências com o Almirante Mário e tiramos a resposta que pleiteamos, junto ao Almirante Mário, da Administração da Estatal. Ao mesmo tempo, em silêncio, eu e João pedimos ao MPT que acompanhasse os passos do Sindimetal Rio, e da União, e da Estatal, nessa Ação Rescisória.

      Entrei, pessoalmente, em contato com o HEMORIO sobre o ATO que estava previsto, tudo ao mesmo tempo, naquela instituição e falei sobre o objetivo do ATO: buscar lançar luz sobre a Covardia que sofremos para, em seguida, fazermos os ATOS junto ao MPT, uma vez que esse Órgão investigativo já havia sido acionado.

      A reposta dos Trabalhadores foi a que "não iriam para protesto algum e que a luta deles era nos tribunais através de seus advogados da Avenida Rio Branco".

      O Blog falhou nisso, tenho que convir, e não vou tentar algo como isso novamente.

      Quando escrevo aqui, não vejo os Trabalhadores como alvo do que escrevo, essa fase passou, mas há objetivo em escrever, não dou ponto se nó, pode acreditar. Esse Blog permanece aberto até que eu seja demitido ou peça demissão, uma das duas coisa vai acontecer.

      Companheiro, não vendo ilusão, não crio mundo da fantasia. O que disse que iria acontecer, como se fosse um profeta do apocalipse, aconteceu, mesmo os Trabalhadores me execrando, me olhando de cara feia, os fatos estão aí.

      Essas ações individuais, "promovidas pelo Blog", iniciada com João Carlos, eram paliativos e não a "luta" em si.

      Usaram o que era meio como se fosse o fim, como se fosse o objetivo final...

      Para mim, isso foi frustrante, pois não existe guerra avisada. A Estatal já estava esperando por isso, a própria Juíza Gláucia disse que não haveria outra forma. Mas foi o João que entendeu que o melhor seria sairmos das mãos dos Sindimetal Rio e espalhar os Processos entre vários Advogados, mas os processos espalhados pela Varas do Rio de Janeiro beneficiam a Estatal mais do que você pensa.

      Nisso o Advogado de UM MILHÃO E MEIO DE REAIS da Estatal foi ardiloso, quando "convenceu" a Juíza Gláucia a não dar nova sentença coletiva, eu explico por que penso assim: Há, pelo menos, 915 Empregados Públicos dentro do maior estaleiro da América Latina "AMRJ", sem falar na Fábrica de Munição da Marinha "FAJ", e a Estatal pagará (se pagar) apenas algumas dezena de Trabalhadores? Umas poucas centenas de trabalhadores de imediato? Acredite, ela não cumprirá a CCT para os demais, há evidências disso quando há um amigo de trabalho Verdinho e dois Engenheiros recebendo piso salarial, há tempos, mas, isso, ela aplica somente a eles.

      O idealizado por esse Blog, desde 2012, era o Dia em que os Trabalhadores reagiriam as demissões em massa, perderiam o medo, teriam coragem de colocar a cara e dizer abertamente o que tem que dizer. Mas essas Ações Individuais que eram paliativas, uma forma de incomodar, de serem pivôs de Protestos em frente ao TRT, viraram esconderijo para que a maioria dos Trabalhadores se acovardassem e se escondessem da luta corpo a corpo, nas ruas, como o projetado e recusado pelos próprios trabalhadores.

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    2. dissestes bem quando dissetes que tinha trinta com vc na manifestação no arsenal. Esses trinta estão esperando ser convocado para a proxima . Alexandre a diferença para derrota e derrotado. Só porque o pessoal de às costas não quer dizer que vc tem que parar de chamar eles pra luta. Tem que continuar tentando.

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    3. então pelo que vc pensa a gente não tem que correr atras dos nossos direito? pelo que vc falou vc tambem colocou na advogada de niteroi. tem muitas forma de lutar alexandre. quando não da pra derrubar o inimigo de um jeito a gente tenta de outro jeito. esquece o o que passou. o que passou passou. continua denunciando as covardia do seu jeito. a justiça que todos nos sonhamos vai chegar.

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    4. Você tem razão. Estou sendo intransigente demais. Meu maior defeito é não perdoar meus erros e superestimar meus acertos.

      Na verdade, não culpo os trabalhadores pela falta de reação. Na verdade, me culpo por não ter tido êxito, uma vez que eu havia planejado.

      Já escrevi aqui que essa foi a posição da Juíza Gláucia e que ela não voltaria atrás: "quem quiser direito a essa convenção tem que pedir isso individualmente, pois a sentença dela apenas declarou que o sindicato dos trabalhadores da Emgepron é o Sindimetal Rio".

      Os trabalhadores estão fazendo o que a Justiça mandou. É uma pena esperado por tanto tempo sendo cozinhados pelo Sindimetal Rio com as promessas de que tinha uma"carta na manga", já que os processos individuais podiam ter sido iniciados em Setembro de 2013, assim que transitou em julgado no TST.

      Pedi ao João que só aguardasse que um dos contracheques dos trabalhadores que tiveram a ordem de receber o piso do Sindicato imediatamente venha reajustados para que ele inicie a publicidade dessa vitória por aqui E convoque os trabalhadores que ainda estão intimidados a lutaremas na justiça pelos seus direito, uma vez que não virá de mãos beijadas.

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  4. alexandre porque voce nao da esse blog por joao. voce parece nao tar mais com vontade de ficar na empresa. isso pode faze voce menos atuantes. nao deixa o blog morrrer nao. da ele pro joao.

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  5. alexandre porque voce nao da esse blog por joao. voce parece nao tar mais com vontade de ficar na empresa. isso pode faze voce menos atuantes. nao deixa o blog morrrer nao. da ele pro joao.

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  6. http://www.imbel.gov.br/index.php/noticias/85

    sindicato é um bando de achacadores. se finge que tão ajudando mas faz um monte de acordo por fora. pede 80 por cento e ganha 30, mas ganharam carro, dinheiro, viage pra cuba. o imposto sindical de tres milhoes e so a ponta do aicenberg. se voces nao colocasse em advogado particular o sindicato de voces nao ia fazer nada por voces. eles so se mexeram porque todos voces entraram na justiça. ai a empresa ficou puta porque tinha um acordo com eles. depois que eles comerçaram a entrar com processo individual mas depois que voces ja tinha entrado.

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  7. Só para lembrar uma velha máxima: “a Marinha não poupa gastos para fazer economia!”

    O corte vai ser severo, mas não a ponto de ameaçar o uísque 12 anos dos convescotes dos almirantes. Afinal de contas, se a decadência é inevitável, que se mantenha o mínimo de elegância.

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  8. No LFM o pessoal ficou sabendo que estão querendo substituir toda a mão de obra da Emgepron por militares. Ou seja, em tese estão querendo tirar a Emgepron de vez do LFM.

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    1. Hoje, conversei com o Jessé, do RH, no Arsenal, mostrei a ele a foto do quadro de avisos com a suposta substituição do pessoal daí por Marinheiros e Cabos RM 2, a resposta é que ele desconhece a informação. A Tatiana, chefe do RH, não estava presente, naquele momento, mas amanhã vou fazer a mesma pergunta a ela.

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  9. No LFM o pessoal ficou sabendo que estão querendo substituir toda a mão de obra da Emgepron por militares. Ou seja, em tese estão querendo tirar a Emgepron de vez do LFM.

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  10. Ouvi um boato sobre demissões massivas no LFM. Procede?

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    1. O pessoal do RH disse desconhecer completamente a questão, mas a Tatiana não estava presente. Amanhã vou procurar a Tatiana. Caso ela não tenha resposta, vou pedir que ela pergunte a Geovanna, na Sede da Estatal.

      Peço ao Pessoal do LFM que levem a foto que me enviaram ao Sindicato dos Metalúrgicos. Ele é o Sindicato reconhecido pela Justiça para defender os interesses dos trabalhadores.

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    2. eles pode mandar a gente embora? esse sindicato vai defender a gente?

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    3. A Emgepron não é uma Empresa Privada, ela é uma Empresa Pública, por isso ela tem alguns procedimentos antes de comprar e vender, contratar e demitir são alguns desses procedimentos que a Administração pública da Estatal tem de obedecer (RE 589998). No "rodapé" do Blog, há um vídeo do julgamento dessa RE e a posição dos Ministros sobre demissão imotivada. Aconselho a lerem o Acórdão, na íntegra, e a assistirem o vídeo do julgamento.

      Quanto ao Sindicato, há uma nova diretoria lá. Talvez seja melhor procurá-los. Eles podem enviar pedido de informação a Estatal através de Ofício.

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  11. infelizmente a emgepron é covarde , podem demitir sim a hora que quiserem,mesmo se tratando de uma "estatal", mas é regida pela clt, isso é uma luta árdua de longos anos, para os mais novos em idade que fiquem , agora para os que ja estaõ a beira da aposentadoria, correm o risco de para de trabalhar ganhando esse salario miserável, vcs tem que dar qualidade de vida para as vossas familias e não ficarem esperando a tal representação,piso do sindicato, passar pro quadro , acordem do sono da indolência,até quando vcs vão ficar nessa famigerada empresa, passando dificuldades, contando os centavos cheios de dividas, sei bm o que digo . isso não é conselho pra ninguem apenas um desabafo de um ex func. da firma ou estatal como chamam.

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    1. É difícil fazer uma pessoa entender o que é uma empresa pública de prestação de serviços públicos, como a DATAPREV, ETC, COMLURB, EMGEPRON.

      RE 589998, pesquise sobre a decisão do STF. Veja, também, ADIn 2.135, sobre o art. 39 da CF/88.

      A quantidade de empregados de Empresas Públicas e Sociedades de Economia Mista são autorizados pelo DEST/MPOG, assim como sua redução.

      A Estatal deve muito dinheiro a esses trabalhadores. Na sua condição de "ex-empregado" de uma genuína Empresa Pública cuja criação foi autorizada pela Lei 7000/82 e amparada na lei 200/67, aviso: "A ECT luta até hoje, junto ao STF, para que o efeito da repercussão geral da RE 589998 seja ex nunc.

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Quando um homem perde a fé em algo, ele perde a motivação de lutar por esse algo.

Devida situação atípica, os Comentários estão abertos.