quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

As constantes Ameaças aos Concursados da Estatal Federal Emgepron, no AMRJ.

   Entenda a realidade na Emgepron.
“Permita que a justiça seja feita mesmo que os céus desabem.”
Máxima Romana.

    DENUNCIEM O ASSÉDIO MORAL EM FORMA DE AMEAÇAS DE DEMISSÕES
COLETIVAS.





Presidente da República Dilma Rousseff, Ministro do Ministério da Defesa Aldo Rebelo, Deputados Federais Chico Alencar...
Publicado por Metalúrgicos da Emgepron em Quinta, 28 de janeiro de 2016


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quarta-feira, 23 de dezembro de 2015

UM DINHEIRO QUE PODERIA ESTAR AJUDANDO, NESSE MOMENTO, O SUSTENTO DAS CASAS DOS PRÓPRIOS TRABALHADORES.


    
    
    QUANTO A MARINHA DO BRASIL COBRA PARA VOCÊ, TRABALHADOR, ALMOÇAR NO RANCHO DAS ORGANIZAÇÕES DA MARINHA?



(Os valores citados abaixo são circunstanciado à interpretação pessoal das informações repassada a mim através do Protocolo 99925000026201588 aberto no site Acesso à Informação ao Cidadão da CGU.)




Resposta ao Pedido de informação que não foi respondida totalmente, infelizmente.
Recurso à Resposta ao Pedido de Informação (imagem anterior) que considerei incompleta.
     Quanto pagamos para Almoçar nos Ranchos do Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro (AMRJ), Laboratório Farmacêutico da Marinha, Fábrica de Munição da Marinha?
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quinta-feira, 26 de novembro de 2015

Foi um tiro no Pé... Sentir os trabalhadores mais alienados tem sido duro... Na verdade, houve um retrocesso.


 

   "Obs.: 26/11/2015, Desembargadora Sayonará Grillo diz que os Autos estão Conclusos para Julgar a famigerada Ação Rescisória (veja) do Advogado de UM MILHÃO E QUINHENTOS MIL REAIS (leia mais) contratado pela Administração da Emgepron."

    Sempre me pergunto do Porquê das repetitivas demissões de Empregados da Estatal da Marinha do Brasil "a Emgepron" (cliquem)?


 

    Diz o Edital de Abertura do Concurso da Escola Técnica da Marinha (ETAM): "Os aprovados nos cursos, que preencherem os demais requisitos necessários para contratação pela EMGEPRON e que não forem, inicialmente, contratados no número de vagas disponíveis, formarão cadastro de reserva".

    Se a Marinha do Brasil, na pessoa de suas Organizações Militares: Espigão, Laboratório da Marinha, Fábrica de Munição da Marinha e Arsenal de Marinha não têm condições manter em seus quadros Empregados Públicos da Emgepron, ainda empregados, porque contratam mais Técnicos para os Quadros da Estatal, para estarem a serviço da Marinha, através da Escola Técnica do Arsenal de Marinha (ETAM)?

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sexta-feira, 17 de julho de 2015

Se os Empregados da Estatal se unirem, a força dos Militares da Marinha que Administram a Estatal não será superior a nossa união: "Unam-se, pelo menos uma vez que seja, em defesa de vocês mesmos e suas famílias".


Relatório do MPOG/DEST: Diante de argumentos dos Advogados da Estatal à Juízes, essa posição do Governo sobre ser a Estatal uma Indústria pode fazê-los entender que a Estatal não é meramente burocrática atuante somente em Gerenciamentos de Projetos da Marinha, mas atuante na Indústria Bélica e Naval.
http://www.planejamento.gov.br/secretarias/upload/arquivo/dest-1/relatorio-anual/rel_2013_ano_base_2012_2.pdf


  Na cena, um Búfalo luta contra leões, expondo a própria vida em defesa de um pequeno filhote bezerro.

   Depois de quase perder o filhote para os leões, a manada de búfalos que fugiu volta e ataca os leões, pondo-os em fuga.

   Companheiros, cada um de nós é fraco demais para enfrentar a máquina de Estado que é a Estatal, o Drº Medina e a AGU, mas os 1700, homens e mulheres, juntos, são uma força incomensurável... Uma força que pode mudar o quadro de injustiça: Onde já se viu uma Estatal publicar em Diário Oficial da União a Contratação de uma Empresa por quase UM MILHÃO DE REAIS para fazer um Plano de Cargos e Salários "PCS" e não haver nenhum resultado...?

   Somos vítimas de uma covardia cruel, desumana, de uma profundidade terrível...
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terça-feira, 14 de julho de 2015

Novo Andamento na Ação Rescisória, hoje, 14/7 /DESPACHO DA DESEMBARGADORA SAYONARÁ GRILLO, ONTEM, DIA 13/7 / Resposta da Giovanna, Chefe do RH, a Solicitação de Informação á Controladoria Geral da União "CGU".

   Companheiros, mantenham-se de olhos bem abertos e pressionem o Sindicato. Os Interesses negativos nessa causa são maiores que possamos imaginar: há muito dinheiro em jogo, mas não nas mãos dos Empregados da Estatal.


Novo andamento no Processo, hoje, dia 14/7: A União, que pediu para ser apenas "assistente", na Ação Rescisória, para não figurar como "autora" junto à Administração da Estatal, pediu à Desembargadora Sayonará Grillo que dê a Liminar ao Drº Medina "o advogado contratado por UM MILHÃO QUINHENTOS E QUARENTA E OITO MIL REAIS" contra os Trabalhadores da Estatal.

Acima, novo andamento na Ação Rescisória: União pede à Desembargadora "liminar (tutela antecipada)" contra os Trabalhadores.

É a força  governamental, a qual tenho dito aqui, contra os Empregados da Estatal.


Aos Engenheiros: Ministério Público intimou o SENGE, Sindicato dos Engenheiros, ao Inquérito Civil 001845.2010.01.000/2.

Solicitação de Informação ao site do Governo e-SIC.
   Abaixo, a Resposta da Giovanna, Chefe do RH, Sede da Estatal (como a resposta carece de documentos oficiais probatórios, fiz recursos à CGU).
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quarta-feira, 27 de maio de 2015

Administração da Estatal divulga nota sobre Reajuste Salarial, após reunião com MPOG, Ministro da Defesa e Comando da Marinha.

Nota divulgada na Intranet, hoje, 27 de maio.
     Muitas das vezes alguns leitores do Blog pensam que escrevo as críticas ao sistema de espoliação salarial em que se vive na Estatal como uma forma
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quarta-feira, 15 de abril de 2015

Segundo o SINDIMETAL Rio, A Administração da Estatal se predispõe a fazer Acordo Coletivo de Trabalho (ACT), mas sem discutir Piso Salarial.

   Maurício Ramos entrou em contato comigo informando que a  Administração da Estatal, segundo informação passada por ele, se recusa a discutir salários.

   A Proposta da Estatal, para o  SINDIMETAL Rio,  é  fazer um Acordo Coletivo de Trabalho (ACT), mas sem ter que  abordar questão salarial.
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quinta-feira, 26 de março de 2015

Há algo de muito errado em tudo isso... Ou a Fundação Instituto da Administração (FIA) "não" cumpriu o contrato e o PCS que ela se comprometeu a Elaborar pelo Preço de R$ 894.450,00 (oitocentos e noventa e quatro mil reais) "não" está pronto ou o Drº Moutinho não sabe que o PCS elaborado pela FIA está pronto.

Sou um pai de família... 

Me preocupo com a situação de minha família... Com a saúde e o futuro de meus filhos...

   Senhores Administradores da Estatal Federal Emgepron, por favor, não brinquem com a realidade de homens e mulheres trabalhadores. O fato de eles se silenciarem sobre tudo isso é por que sentem medo, não por que sejam coniventes com essa situação injusta.

   Prefiro ser demitido, quando chegar ao Trabalho, amanhã, a calar-me diante de tanta injustiça.

   A Fundação Instituto da Administração (FIA) elaborou um PCS... Teve um prazo contratual de 09 meses e o contrato dela encerrou-se no mês de Fevereiro de 2014 (ano passado). 
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sábado, 21 de março de 2015

PCS: Não tem data para sair e que provavelmente este ano só o IPCA



Meus amigos,


Sexta feira, 06 de março, às 12:20, fizemos uma reunião com os colegas, na qual estava presente o Eraldo e o Alexandro para falarmos o que foi dito no encontro com o Almirante Mário, diretor do Arsenal. A reunião durou por duas horas.


Foram discutidos os seguintes pontos:


- Revindicação: Será incluída no PCS;


- PCS: Não tem data para sair e que provavelmente este ano só o IPCA;


- DEST: Eu acho que é incompetência dos diretores da EMGEPRON junto ao DEST, mas os xxxxxxxx acreditam que é falta de boa vontade da empresa para resolver a questão salarial;


- Salário: Todos nós consideramos este salário pago pela EMGEPRON como uma miséria fora da realidade (palavra de um dos xxxxxx), e que realmente não dá para sustentar uma família;


- Demissão: A "empresa não vai mandar ninguém embora". Quem não estiver satisfeito que peça as contas. (novamente a palavra de um dos xxxxxxx); (lembrem-se, por favor, que esse e-mail do XXX foi anterior as demissões na FAJ. Obs: O grifo é desse Blog).


- Motivo: Todos concordamos que a EMGEPRON tem medo que o funcionário demitido peça na justiça a reintegração, alegando perseguição; pois existe uma sentença judicial a cumprir contra a empresa.


Além disso, é difícil encontrar um profissional que queira trabalhar para ganhar este salário de miséria;



- Fatura: Os trabalhadores que faltam, saem cedo ou chegam atrasado são descontados, porém a fatura que chega no Arsenal xxxxxxxxx. Isso é porque o valor que xxxxxxxxxx xxxxxxx, xxxxxxxxxxxxxxxxx.

Ass: xxxxx

(xxxx o trecho substituído por "X" é como disse a você, não publico coisa alguma nesse Blog que, de uma forma ou outra, eu não possa provar. Seus e-mail (até o fechamento desse Blog) serão publicados com prazer, mas somente com argumentos e denúncias que podemos provar.)




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domingo, 8 de março de 2015

"Lutar contra o Leão não me mete medo porque sei que morrerei, quando ele me pegar. Me preocupa mesmo é o balido desesperado das ovelhas."

  Os 70 trabalhadores que sempre estão na luta por justiça dentro da Estatal,

   Recebi seu e-mail, xxxx, li o texto a ser publicado no Blog. Mas, xxxx, como falei com você, esse Blog vai ser deletado definitivamente; não há porque continuar atacando, se defendendo, articulando ação (se há uma coisa de que me orgulho, é cumprir a palavra empenhada). Suas críticas e informações são pertinentes, mas sei que você vai entender minhas razões para não publicar seu texto e aproveito para explicar aos leitores minha decisão de fechar o Blog, de uma vez por todas.

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quarta-feira, 4 de março de 2015

Na condição de trabalhadores, não podemos pagar o preço da luta da Estatal contra o Sindimetal. Essa luta levará anos e os trabalhadores precisam sair desse Arrocho Salarial.

   Amanhã, o Almirante Mário dará resposta da Estatal: "sim ou não".

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domingo, 1 de março de 2015

No dia 05, desse mês de março, os trabalhadores que compuseram a primeira comissão, eu e outros três trabalhadores, a pedido do Próprio Almirante Mário, iremos nos reunir novamente com ele.

 Há um Patrimônio da Estatal que precisa de investimento.

   Embora o Almirante Mário nada tenha a ver com nossa situação diretamente, o Almirante quis entender, pela nossa própria visão, o motivo pelo qual nós protestávamos na nossa hora de Almoço no AMRJ. O Almirante Mário nos contatou, através do Serviço de Inteligência (uma vez que os ATOS de Protestos Silenciosos no AMRJ estavam sendo convocados pelo Blog), e nos convidou a falar com ele sobre o que motivava os ATOS; ouvindo a motivação e o que propusemos, ele se comprometeu conosco ser o mediador e levar nossa situação de desespero vivido por nós, e que se agrava exponencialmente em nossas casas, à Administração da Estatal.

   A convocação daquela primeira reunião (leiam-na), por parte do Almirante Mário, foi um ato que merece todo meu respeito por ter sido um Ato Administrativo em que um Administrador de um Estaleiro quis ouvir a razão e buscar solução para o motivo que levava um Pequeno Número de Trabalhadores a Protestar e, acima de tudo, explicar a nós a situação em que vive o AMRJ e suas dificuldades para quitar, todos mês, a fatura de mais de 5 milhões com a mão de obra fornecida pela Estatal.


   Tendo isso sido exposto, entendemos que em nada adiantaria sermos intolerantes naquela mesa de negociação exigindo algo que estava além da nossa capacidade de negociar, uma vez que nem de longe o Almirante Mário se encontrava contra a parede, intimidado pelo pequeno Ato de Protestos iniciado, ou na condição de refém pela situação gerada pelo pequeno número de protestantes que aderiram ao movimento de protestos silenciosos na Escadaria do Ponto de Ônibus dos Trabalhadores da Sede, como pensam alguns Trabalhadores. O fato é: ele buscava, como Administrador, ser o mais diplomático possível, pois reconheceu a razão exposta pelos quatro homens sentados à mesa com ele que o Baixo Sálario recebido pelos Trabalhadores tem sido o pivô dos Atos de Protestos; ele conveio conosco que com o salário líquido recebido por nós não dá para manter uma família, por menor que fosse essa família.

   Entendemos que tínhamos que pensar em nossas situações, dívidas normais como conta de luz, telefone, alimentação de nossas famílias e não invocar as questões sindicais a serem resolvidas, a longo prazo, pela Justiça... Em suma, ali, tínhamos a certeza absoluta que era hora de demonstrar, cabalmente, a ele a nossa necessidade imediata e o caos que o baixo salário líquido que recebemos tem causado na vida social e familiar dos Trabalhadores da Estatal e os problemas de ordem psicológica que têm gerado nos trabalhadores no ambiente de trabalho. Isso, para que ele entendesse o motivo que nos levava a protestar.

   Propomos ao Almirante Mário que ele levasse até a Administração da Estatal que a situação em que nós vivemos é de desespero total devido ao salário líquido que recebemos da Estatal. Pedimos a ele que levasse até a Administração da Estatal que, se nada for feito de imediato, a situação alimentícia dos familiares dos Trabalhadores se agravará ficando em um nível insuportável, pois o que sobra em nossos salários, após os descontos em folha, não ultrapassa os R$ 800,00 (em alguns níveis, como o F1, salário base da Estatal para os concursados para nível fundamental é R$ 952,00, brutos), o salário líquido não chega a R$ 700,00.

   Companheiros, a despeito do que alguns pensam, a Posição do Almirante Mário naquela reunião não era a de um homem refém da situação, mas a de um Administrador que queria fazer com que nós entendêssemos a situação pela ótica administrativa vivida pelo AMRJ, mas, também, ele queria ouvir o que tínhamos a propor a ele. Ouvindo nossa proposta para atenuar a situação gerada pela baixa remuneração, ele se comprometeu a buscar meios, junto a Administração da Estatal, para resolver a situação.

   Concordem ou discordem do que escrevo aqui, mas esse Blog é o canal pelo qual nos comunicamos, é um meio de comunicação e de articulação nosso. A maioria dos Trabalhadores não teria feedback das reuniões com o Almirante Mário sem esse instrumento, por isso, peço que entendam, tenho responsabilidades aqui; é meu dever analisar a situação vivida por nós, denunciá-la e expor meu ponto de vista sobre o que entendo ser certo ou errado (ainda que pague preço alto por isso).

   A minha posição é que, mesmo que a Resposta vinda da Estatal seja negativa, os Atos de Protestos dentro do AMRJ não devem ser retomados.

   Somos homens e mulheres livres e maduros. Sabemos que a única forma de falarmos com o Governo sobre nossa situação salarial ou é usando a força da massa de trabalhadores nas Ruas (que não é o nosso forte) ou, no nosso caso, devemos ir nos articulando por meios eficazes que façam nossas vozes chegarem até aos ouvidos dos que precisam nos ouvir e estão, nesse momento, decidindo nossa situação (cito, como exemplos, os Procuradores do MPT que investigam as denúncias feitas por trabalhadores contra as Demissões em Massa pela Estatal, o não cumprimento do Piso Salarial da CCT/SINAVAL, as diferenças de remunerações entre trabalhadores que exercem as mesmas funções, dentre outras denúncias; a Turma de Desembargadores, tendo como Relatora a Desembargadora Sayonara Grillo (TRT Rio) que está julgando a Ação Rescisória que visa anular a o Direito do Sindimetal Rio de ser nosso Representante, em consequência, anular direitos Trabalhistas Metalúrgicos ganhados com essa Representatividade).

Relação de Empregados pedido pela Procuradora do Trabalho
 SABELLA GAMEIRO DA SILVA TERZI (documento confidencial).

   Quando digo que temos que lutar para que nossa situação se resolva, vislumbro o Poder dessa Estatal e a Força Governamental com que ela se mantém.

   No documento acima, vi o interesse para que a coisa se perpetue da mesma forma que está. A força usada para que a ordem natural das coisa não se inverta... Tudo isso quando vejo documentos, em cujo título está escrito "confidencial", entregues ao Ministério Público do Trabalho, em 03/02/2015. Ali, vi Profissionais que, ou por motivo de doença ou aposentadoria, estão afastados ou aposentados, a época, com salários de R$ 610,00, sendo ele um Pintor, afastado por doença; outro caso, R$ 890,00, sendo um Oficial Industrial/Mecânico, aposentado por invalidez (esses são apenas dois exemplos), digo a vocês que algo tem que ser feito.

   Não será pela força, isso é fato, mas precisamos ir até Brasília: Sim, vocês podem se calar, se omitir, é um direito de cada um de vocês. Mas, penso, nós podemos, juntos, fazer algo para mudar isso. Embora eu não compartilhe mais da velha ideia de se chamar atenção parando trânsito e causando o caos urbano, quando temos 1700 votos, diretos, a serem depositados nas urnas a favor de alguém que nos apoie. Sim, podemos ajudar a eleger um político nosso. 

  Discordo, terminantemente, de usarmos novamente os meios que já usamos para ir até Brasília pela via politica, pois eles falharam vergonhosamente em nos proteger. Falharam naquilo que considero o mais sagrado: "salários dignos". 

   Devemos buscar outros caminhos que abram as portas do Senado Federal, da Câmara dos Deputados, do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão/MPOG.
   Algo tem que ser feito, se não forem os Trabalhadores, não será mais ninguém.

   Nesse documento, em poder do Ministério Público do Trabalho, está a relação de Todos os Trabalhadores ativos e afastados por invalidez ou doença. Nele se vislumbra a justiça salarial quando um Assistente em Administração contratado em 1988 tem sua remuneração em R$ 4.625,00 e a injustiça quando há um Oficial Industrial/Eletricista contratado em 2007 que tem sua remuneração em R$ 1.077,00, quando o piso salarial de sua Convenção diz R$ 2.353,03.

   Sim, nós podemos nos calar, é um direito de cada um. Mas nós podemos fazer algo para mudar isso.

   Somos tem 1700 votos, em potencial, a serem depositados nas urnas a favor de alguém que nos apoie. O Voto é uma arma poderosa apontada para um político e podemos usá-la a nosso favor, sem que precisemos "bater de frente" com o Almirantado que Administra a Estatal.

   Somente usando a força de 1700 eleitores que se comprometam a votar em um Politico que leve essa injusta situação salarial até Brasília e convoque o Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão para resolver a situação.

   Podemos apoiar um Político que não use demagogia conosco, mas que realmente fale do Plenário à Câmara, ao Senado Federal. São votos, os Trabalhadores. Somos 1700 votos, isso sem contar os Votos de nossas respectivas famílias e amigos. Podemos oferecer essa força de apoio nas urnas ao contatarmos um politico e pedir que ele nos apoie levando nossa situação ao Plenário para Votação, ao Senado, ao Ministro do DEST/MPOG. Podemos apoiá-lo nas urnas, se ele se demonstrar lutando por solução à nossa situação.

   Não se trata de utopia, isso é possível, é um ATO que só é preciso, novamente, de UNIÃO dos Trabalhadores no propósito proposto.

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quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

Aos Trabalhadores da Estatal: "A Reunião Marcada para o dia 03/05 está cancelada".

Print acrescentado.
   Hoje, o Pessoal que Assessora o Almirante Mário ligou para mim e avisou que o Almirante Mário marcou uma Reunião comigo e os Três Trabalhadores voluntários, dia 05/03/2015.

  Essa Reunião, a princípio, será para nos dar a Resposta da Administração da Estatal sobre a conversa que tivemos com o Almirante Mário (leia a conversa aqui), onde o mesmo se prontificou a ser um elo entre nós e a Administração da Estatal.

Dois dos Trabalhadores foram avisados por mim, já o Alexandro Marinho, se não lê o Blog, precisará ser avisado.


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