Se há de se reduzir os gastos do AMRJ, não deve ser começado com os Injustiçados Empregados Públicos da Emgepron.

"Ou os Empregados da Estatal buscam dentro de si a coragem necessária às tomadas de decisões para as mudanças de reconhecimento, respeito e justiça ou não poderão usá-la, se não a possuirem."

Solicitação ao Portal do Acesso à Informação do Governo Federal encaminhado ao Comando da Marinha. 
Informativo que vem sendo repetidamente divulgado no Plano do Dia do Arsenal de Marinha:











    O teor demonstra a busca da Administração do AMRJ em diminuir aquilo que na teoria da administração é chamado de "absenteísmo", ou seja, as várias circunstância em que o trabalhador deixa de realizar suas obrigações referentes ao seu trabalho. É justo!, mas os pratos da balança estão em total desequilíbrio:
   Os baixos salários, a não reposição da perda do salário com a inflação e, até agora, o aperto sofrido com a proibição de simples compensação de horário, no AMRJ, horas extras que complementariam o salário defasado que recebem são incompatíveis com a injustiça sofrida:



Acima, detalhes do Contrato da FEMAR com o AMRJ  
  A situação de injustiça e crueldade que se vive como trabalhador da Estatal a serviço da Marinha do Brasil, as restrinções feitas aos trabalhadores e os Valores repassados à Empresa da Iniciativa Privada FEMAR demonstram o grau de injustiça praticada contra os Empregados da Estatal. São iguais, tecnicamente, aos valores repassados à Empresa Pública Emgepron e o Efetivo da FEMAR é menor em números que o da Emgepron. Se a questão é economizar não pagando atrasos, faltas, não deixando os Empregados fazerem serões, pernoite, horas extras com esse aperto na Regularização de Frequências "RF's"; por que não há o mesmo "aperto" na fiscalização de faltas, atrasos, proibições de horas extras e pernoites nos quadros da FEMAR? Porque as severas restrinções aos Empregados da Emgepron não são recomendadas da mesma forma aos Empregados da Femar, no Plano do Dia do AMRJ? A CF/88, caput, diz: "todos são iguais perante a lei..."

   O que de tão diferente os Empregados da Estatal fazem para merecerem tratamento diferenciados que os prejudiquem? Quando os Empregados da Estatal não podem compensar faltas e atrasos, tiram o direito deles à Participação nos Lucros ou Resultados da Estatal. Ou será que nossos salários são tão altos que colocam em risco o Orçamento do AMRJ?

Contrato da Estatal Emgepron. Aguardando aprovação para renovação.
   É desleal e cruel os baixos salários repassados aos Trabalhadores da Estatal. Os Trabalhadores precisam tomar as rédeas dessa situação e exigir direitos: Se são profissionais, não se permitam receber aquém de um piso salarial digno ao de profissionais.

   Não são poucos os boatos de demissões de Empregados da Estatal por "corte de orçamento", reduzir o valor do contrato da Emgepron com as OM's, etc. Companheiros, se essas ameaças continuarem, por mais sutis que sejam, são covardias e devem ser representadas ao MPT com o peso que têm, pois o valor dos Contratos da FEMAR (fundação da iniciativa privada) é igual em milhões ao da Emgepron (empresa pública federal) para o AMRJ.

   Tenho para mim que, para se demitir um empregado público concursado da Estatal quer seja para diminuir o impacto no orçamento do AMRJ, deve se começar as demissões com os Empregados da FEMAR. Fazendo o contrário, a Administração Pública das OM's estaria favorecendo o interesse de empresários da iniciativa privada, ainda que com o título de "Organização de Utilidade Pública Federal",  como os donos da FEMAR, em detrimento Público e Concursado.

   Ressalto: Estou aguardando a resposta do Comando da Marinha sobre a petição enviada ao Acesso à Informação e encaminhada aquele Órgão para eu poder representar, junto com >>>>>, se ele quiser, ao MPT sobre as supostas ameaças de demissões aos Empregados da Estatal. São verdadeiros assédios mentais aos Empregados da Estatal em seus legítimos direitos de lutar na Justiça por um piso salarial que lhes estão sendo negados, após sentença transitada em julgado cuja validade de sentença termina agora, em setembro; se há de se reduzir os gastos do AMRJ e outras OM's com o pessoal contratado, não deve se começar com os Injustiçados Empregados Públicos da Emgepron.

   Reponham as perdas salariais sofridas com a Inflação (IPCA) aos Salários dos Trabalhadores; reajustem os salários dos Empregados da Estatal de acordo com a Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) do Sindicato que representa os Empregados da Empresa Pública, segunda sentença transitada em julgado em 2013, no TST.

   Obs.: >>>> enviou ao Blog um Laudo realizado sobre a situação do AMRJ como área de periculosidade e insalubridade. Muitos Trabalhadores estão tendo problemas com o código lançado pelo Engenheiro chefe do SESMT ao Pedir o PPP para agilizar sua aposentadoria; esse mesmo laudo, também, se encontra nos autos investigativos do Ministério Público do Trabalho.

  Quem quiser, o >>>> autorizou o download do arquivo: Clique aqui.


Participo com orgulho, pois se trata de vitória de um Trabalhador:


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