Entenda a realidade na Emgepron.

Entenda a realidade na Emgepron.
Observem: Nesse Blog não há intenção de denegrir ninguém. A ideia é tornar pública as injustiças e estimular a luta por justiça. As referências feitas a pessoas são meramente por situações ocasionais e contextuais que ajudam ou, muitas das vezes, dificultam essa tão sonhada justiça, situações típicas de "ligar o milagre ao santo" que o praticou. O Blog se destina a crônicas, opiniões, desabafos e comemorações sobre a vitória dos Trabalhadores sobre a Injustiça.

DOCUMENTO PUBLICADO EM 23 DE AGOSTO DE 2014.

DOCUMENTO PUBLICADO EM 23 DE AGOSTO DE 2014.
DOCUMENTO DO 1° DN À PROCURADORA ISABELA TERZI DO MPT/ADMINISTRAÇÃO DA ESTATAL CONTRATOU O ADVOGADO DE 1 MILHÃO QUINHENTOS E QUARENTA E OITO MIL REAIS PARA ANULAR A SENTENÇA TRANSITADA EM JULGADO.

quinta-feira, 26 de novembro de 2015

Foi um tiro no Pé... Sentir os trabalhadores mais alienados tem sido duro... Na verdade, houve um retrocesso.


 

   "Obs.: 26/11/2015, Desembargadora Sayonará Grillo diz que os Autos estão Conclusos para Julgar a famigerada Ação Rescisória (veja) do Advogado de UM MILHÃO E QUINHENTOS MIL REAIS (leia mais) contratado pela Administração da Emgepron."

    Sempre me pergunto do Porquê das repetitivas demissões de Empregados da Estatal da Marinha do Brasil "a Emgepron" (cliquem)?


 

    Diz o Edital de Abertura do Concurso da Escola Técnica da Marinha (ETAM): "Os aprovados nos cursos, que preencherem os demais requisitos necessários para contratação pela EMGEPRON e que não forem, inicialmente, contratados no número de vagas disponíveis, formarão cadastro de reserva".

    Se a Marinha do Brasil, na pessoa de suas Organizações Militares: Espigão, Laboratório da Marinha, Fábrica de Munição da Marinha e Arsenal de Marinha não têm condições manter em seus quadros Empregados Públicos da Emgepron, ainda empregados, porque contratam mais Técnicos para os Quadros da Estatal, para estarem a serviço da Marinha, através da Escola Técnica do Arsenal de Marinha (ETAM)?

    Mais de uma Centena de Empregados Públicos foram selecionados e demitidos na Sede da Estatal, no Laboratório da Marinha do Brasil (LFM), na Fábrica de Munição da Marinha, em Campo Grande, RJ (cliquem e leiam como se dá uma desculpa esfarrapa para a mídia e ela santifica qualquer coisa que é bestial), foram sumariamente demitidos sob "alegação evasivas".

Mandado de Segurança contra descumprimento da Constituição contra o Diretor-Presidente da Emgepron.

    Há um crime contra a Constituição Federal de 1988, especificamente contra as cláusulas pétreas presentes no art. 37, inciso II, combinado com seu caput, da parte da Marinha do Brasil, nas pessoas de Chefes Máximos de suas Organizações Militares: como se pode contratar mais trabalhadores, se demitiram centenas somente esse final de ano (2015)? Segundo jornal O Globo, Jornal de Circulação Regional (RJ), a própria Marinha do Brasil "justificou" tais demissões como "contenção de gastos", ou, como a Corporação Militar disse ao Jornalista,"intuito de reduzir despesas".


 

    Esse Blog gira em torno do Respeito aos Direitos dos Empregados Públicos da Emgepron, sejam eles de que nível de escolaridade sejam. Se as Organizações da Marinha não podem sustentar um efetivo de 1800 Empregados Públicos, como abrem novos concursos com expectativas de contratações de novos Técnicos? Há algo aí...  E, é exatamente isso que denuncio aqui ser o Ministério Público, o Ministério do Trabalho e Emprego e TRT conluios com essa covardia imoral e desumana.

    Diz o Texto Constitucional (art. 37, II): "a investidura em cargo ou emprego público depende de aprovação prévia em concurso público de provas ou de provas e títulos, (...)"; e diz o caput, desse mesmo artigo 37: A administração pública direta e indireta de qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios obedecerá aos princípios de legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência e, também, ao seguinte:


I - os cargos, empregos e funções públicas (...).

    Então, porque é difícil para esses homens se adaptarem aos imperativos da Constituição Federal de 1988? Ou será que eles pensam como pensam a maioria dos Servidores, que desconhecem a Constituição Federal, no que tange ao artigo 173? Ou será que acham que essa Estatal criada por força da LEI Nº 7.000, de 09 de junho de 1982 e cujo Estatuto previsto na Constituição Federal de 1988, no artigo 173, § 1º, foi autorizado através do Decreto nº 98.160, de 21 de setembro de 1989 é uma Empresa Privada? Conheço servidores, de todos os níveis de escolaridade, no AMRJ, oriundos da época da Transformação dos Empregados do extinto Ministério da Marinha em Servidores não estáveis (leiam) que acreditam, e afirmam, que a Emgepron, é uma firma... é uma Empresa Privada de "algum" Almirante...

    Esse Blog teve uns únicos objetivos, mas como tudo no Brasil nasce com suas finalidades e objetivos e acaba se perdendo a essência para o qual foi criado, o Blog perdeu a sua essência: Quando criado, O Blog objetivou elevar a consciência política do Trabalhadores, pois essa a essência do exercício de exigir, de reconhecer seu lugar na "sociedade", é a essência da Cidadania. Ver o Blog ser tornar um tipo de "self service" estilo "vou ver o que o cara do Blog postou hoje" não foram os fins desejados para esse trabalho. Nunca tive a petulância de fazer ter, esse trabalho, cunho informativo algum e, sim, de denúncias, de chamamento à luta contra a injustiça que se sofre, ainda hoje, dentro das Instalações da Marinha do Brasil (a Emgepron é Marinha) ao qual cada um de vocês (trabalhadores) prestam seus serviços. 

    Chamei-os à luta por seus direitos, juntos a outros trabalhadores, talvez tivéssemos conseguido nos organizar, mas a mente humana é cheia de preconceitos, egos e mesquinharias. Todo esforço foi esvaído pela ideia de separação, pelo orgulho de "eu sou técnico", "eu sou profissional", o sindicato é nosso", "ou vocês são do Sintec", "eu tenho que ganhar mais por ser técnico", etc.


    Hoje, quando falo em luta por direito, recebo a ideia de "minha luta particular na justiça... eu quero é o meu". Ju$tiça... A grana fala alto lá... e a Estatal sabe com gastar seus MILHÕES DE REAIS para não pagar nada os trabalhadores. Dinheiro não é Justiça, dinheiro nunca foi respeito, mas seus Direitos sim, isso é justiça e é respeito.

   Fizemos aquilo que tínhamos que fazer quando apoiamos a ideia de espalharmos os Processos de Execução de Sentença por vários Advogados particulares quando o Sindimetal Rio ser recusava a ouvir a razão dos Trabalhadores: que a Juíza Gláucia havia mudado de lado e não daria a sentença coletiva, mas o Sindicato se recusava a fazer as execuções individuais (coisa que o Sindimetal está fazendo também). Mas foi um tiro no Pé, senti os trabalhadores mais alienados, amedrontados, esperando a hora de desfrutarem do seu piso e indenizações justas, quando, na verdade, houve um retrocesso.

    Esse Blog, a não ser por motivos pessoais, não receberá postagens. As postagens que acho mais relevantes estarão no www.facebook.com/metalurgicosdaemgepron. O Objetivo é claro: As injustiças contra os Empregados da Estatal em nada diminuíram e os Trabalhadores não têm forças para reagir na sua coletividade. Mas posso continuar "implorando" aos assessores gerenciadores de páginas oficiais de membros da política, no Facebook, como o Ministro da Defesa Aldo Rebelo, a nos ouvir... É difícil, eu sei, mas tenho que continuar tentando: Não me sinto apto a ver tantas covardias da parte de homens poderosos e não denunciar.

    Não há meios de se conseguir respeito, se não exigindo. Não há como se conseguir direitos, se não lutando. 

    O medo dos Trabalhadores da Estatal é suas fraquezas.




Um comentário:

  1. Amanhã será uma data emblemática para mim.

    Quase no mesmo horário, o Sindicato e esse Blogueiro estarão em lugares distintos mas denunciando, em depoimento, as mesmas covardias.

    https://m.facebook.com/story.php?story_fbid=546930832130789&id=457551821068691.

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Quando um homem perde a fé em algo, ele perde a motivação de lutar por esse algo.

Devida situação atípica, os Comentários estão abertos.