Administração da Estatal divulga nota sobre Reajuste Salarial, após reunião com MPOG, Ministro da Defesa e Comando da Marinha.

Nota divulgada na Intranet, hoje, 27 de maio.
     Muitas das vezes alguns leitores do Blog pensam que escrevo as críticas ao sistema de espoliação salarial em que se vive na Estatal como uma forma
de afronta. Não. Quando escrevo tenho a intenção de que o Comandante Geral da Marinha leia o que escrevo, assim como o Ministro da Defesa e, quando escrevo sobre a situação dos trabalhadores na Fábrica de Munição da Marinha "FAJ", Laboratório Farmacêutico da Marinha "LFM",  etc., tenho a intenção de que os Almirantes dessas OM's leiam o que escrevo. Quando escrevi aos trabalhadores, o teor era "Vamos à Rua protestar contra as injustiças feitas pela Estatal?"

   Digo aos leitores do Blog que nessa possível reunião com os Sindicatos tem que ter a presença de trabalhadores. É inadmissível que reuniões com a Administração da Estatal não tenham a presença de trabalhadores. Não se trata de nada pessoal contra a Administração Pública da Estatal ou do Sindimetal, Sintec e Senge, trata-se de Confiança. Os trabalhadores estão mais dispostos a ouvirem o que for proposto à mesa de negociação do ponto de vista de seus companheiros de trabalho que do ponto de vista dessas instituições pública e sindicais.

Aos Trabalhadores do Laboratório Farmacêutico da Marinha "LFM", peçam ao Sindicato dos Metalúrgicos que enviem pedido de informações à Administração da Estatal, por Ofício, sobre essa suposta substituição da mão de obra dos Empregados Públicos da Emgepron por Cabos e Marinheiros RM2.

   Volto a lembrá-los que vocês não trabalham para um empregador pessoa física, nenhuma pessoa física é dona da Emgepron, a Empresa é Pública, não é privada. O Vice-Almirante Marcelio, assim como todos os Diretores-Presidentes que o antecederam, foram nomeados pelo Presidente da República em exercício. A Administração da Estatal deve obediência ao art. 37, caput e inciso I. da CF/88.

   Obs.: Conversei com a Tatiana, chefe do RH no AMRJ, e ela disse que a Administração do LFM fez uma reunião com os Empregados da Estatal, lotados naquele OM, e disseram a eles que a informação trata-se de um estudo e que não quer dizer que aquela Organização Militar irá pôr em prática tal estudo.

   "Qual o ponto de vista desse humilde trabalhador que desconfia de toda virtude humana? _ Munam-se de todas provas que dispuserem, dois trabalhadores devem denunciar o estudo ao Ministério Público do Trabalho.

   Essa é uma entidade do Governo Federal e o respeito aos Princípios Constitucionais deve ser instigado a serem respeitados pela Administração da mesma, sob pena de recair em Improbidade, quando a mesma, sabendo dessa condição, é omissa levando a Administração a ser processada com a possibilidade de prejuízo ao erário público.

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