Entenda a realidade na Emgepron.

Entenda a realidade na Emgepron.
Observem: Nesse Blog não há intenção de denegrir ninguém. A ideia é tornar pública as injustiças e estimular a luta por justiça. As referências feitas a pessoas são meramente por situações ocasionais e contextuais que ajudam ou, muitas das vezes, dificultam essa tão sonhada justiça, situações típicas de "ligar o milagre ao santo" que o praticou. O Blog se destina a crônicas, opiniões, desabafos e comemorações sobre a vitória dos Trabalhadores sobre a Injustiça.

DOCUMENTO PUBLICADO EM 23 DE AGOSTO DE 2014.

DOCUMENTO PUBLICADO EM 23 DE AGOSTO DE 2014.
DOCUMENTO DO 1° DN À PROCURADORA ISABELA TERZI DO MPT/ADMINISTRAÇÃO DA ESTATAL CONTRATOU O ADVOGADO DE 1 MILHÃO QUINHENTOS E QUARENTA E OITO MIL REAIS PARA ANULAR A SENTENÇA TRANSITADA EM JULGADO.

quinta-feira, 7 de abril de 2016

HÁ VAGAS NO MTE PARA HOMOLOGAR, ENTÃO PORQUE AINDA ESTAMOS ESPERANDO?

    Na imagem compartilhada comigo pelo WhatsApp, print da tela de denúncia feita por Trabalhadora à Defensoria Pública do Rio de Janeiro.
http://www.portaldpge.rj.gov.br/Portal/fale_conosco.php.
    
    Esse Blog não é mero meio de informação, embora em seu bojo contenha isso, ele é um chamado à luta; é trabalho de companheiro. 

    Não é minha visão falar "mal" da Estatal ou de qualquer outra entidade ou órgão, se não tornar pública uma covardia sofrida pelos 1800 trabalhadores cometidas diretamente pelos Militares da Marinha, seja por perseguição, desrespeito à Constituição Federal ou demissão em massa sem motivação. 

    O Último chamado à luta para tornar conhecido o nome da Empresa foi recusado pelos trabalhadores, assim como foram todos esforços de luta que exigiram participação coletiva ( ATO de Doação de Sangue ao HEMORIO, Protestos na Escadaria do AMRJ, Manifestações no TRT). 

    A Estatal tem uma vantagem que a Petrobras e outras grandes Estatais não possuem, o total desconhecimento de seu nome na grande mídia; isso deveria ser quebrado por ações coletivas que tornassem esse nome EMGEPRON notável aos jornais e demais mídias televisivas. Mas, isso não depende desse Blog, isso dependeu de você, leitor:

     E-mail enviado ao Superintendente do Ministério do Trabalho do Rio de Janeiro:
    Mayla, ontem estive no dia 06/4/2016, às 16h, no 14º andar do MTE, na Avenida Presidente Antônio Carlos, 251, com a senhora, para falar da demora excessiva a que os mais de 500 trabalhadores demitidos da Estatal Emgepron estão sendo submetidos e os prejuízos sociais e econômicos que isso têm nos causados.

    Venho humildemente pedir a ajuda do Superintendente.

    Somente venho a senhora por ter tomado conhecimento que parte dos trabalhadores da categoria técnica estão homologando, segundo informação, quase 100 trabalhadores técnicos tiveram suas homologações realizadas (anexo1).

    Infelizmente, os trabalhadores metalúrgicos não estão tendo suas homologações realizadas nem no MTE, nem no Sidicato da categoria. Ressalto que eu e outros trabalhadores vimos isso acontecer na FAJ e solicitamos ao Sindicato dos Metalúrgicos que nosso direito de realizar as homologações no sindicato. Até onde tenho conhecimento, a empresa não voltou a entrar em contato com o sindicato e deixa os trabalhadores metalúrgicos sufocados (vide anexo "Ata").

    Até hoje, nenhum telegrama chegou marcando as homologações das rescisões de contrato, cujas demissões ocorreram em 12/02/2016 (no meu caso, em 15/02/2016, em anexo).

    Quando ligo para o Recursos humanos da Empresa, nos informam que estão esperando vagas no MTE.

    Então, liguei para o xxxxxx, e fui informado que isso não existe lá, pois há vagas sim. Tanto é que marcaram minha própria homologação com a data que quisessem escolher.

    Fui informado pelo MTE que a própria empresa ou o trabalhador pode ligar e agendar as homologações (protocolo de atendimento na Central é 20160002030305, em 06/04/2016).

    Mas, como no mês de setembro de 2015 foi levado ao conhecimento do Superintendente Regional fato semelhante em torno de 150 trabalhadores foram demitidos e que a demora na homologação estava causando a eles sérios problemas de ordem pessoal e econômica, venho pedir a ajuda desse Órgão no caso dos mais de 500 trabalhadores demitidos esse anos 2016. Tudo que pleiteio é poder homologar para dar entrada em meu FGTS e pleitear o Seguro Desemprego.

    Mayla, escrevo por centenas de outros trabalhadores que não estão tendo suas rescisões de contrato homologadas e por muitos que, por terem idade avançada, ou não possuírem facilidade com o mundo digital, não teriam como se reportar a senhora.

    Peço, encarecidamente, que ajude os trabalhadores que, além da demissão, encaram uma demora excessiva em ter seus direitos ao FGTS e, posterior, Seguro Desemprego, em caso de não conseguirem se recolocar ao mercado de trabalho.

   O prazo formal de 120 dias para dar entrada no Seguro-Desemprego está se esgotando, faltam 60 dias, e pode não haver tempo hábil para requerer o benefício Seguro-Desemprego (anexo).

   Mayla, peço sua compreensão por copiar essa mensagem simultaneamente as senhoras Giovanna Anunciação, Chefe do Departamento de Recursos Humanos da Estatal Emgepron, e a senhora Solange (anexo), para que elas possam explicar ou demonstrar ao MTE que eu estou equivocado nesse pleito.


Obrigado.


Essa homologação marcada por mim mesmo é prova que há vagas...

O protocolo acima é prova gravada que o MTE está aberto para homologar os trabalhadores do Rio de Janeiro em Geral.

Isso não quer dizer que a Emgepron vai comparecer, mas é prova que há dolo, caso não compareça.

Um comentário:

  1. Na edição 73 do segundo semestre de 2015 da revista "Fonoclama",o diretor presidente da emgepron Francisco Antonio M. Laranjeira disse:

    "Por fim, desejo a todos empregados e colaboradores um excelente 2016. Neste momento é fundamental reconhecer e agradecer a todos que contribuíram com a consolidação dos projetos e ações da nossa Empresa, de modo a transformá-la em uma instituição cada vez mais qualificada e humanizada."

    Mas logo no começo de 2016 esse senhor mandou quase todo mundo embora. Ele usa a palavra "humanizada", mas não há nada de humano nisso, pois ele deixa os funcionários demitidos sem fazer a homologação, deixando assim eles refém da empresa e sem a possibilidade dos mesmos seguirem os seus caminhos.

    Por fim desejo que ele seja mais humano.

    Ass: Maria Aparecida

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Quando um homem perde a fé em algo, ele perde a motivação de lutar por esse algo.

Devida situação atípica, os Comentários estão abertos.