quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

Hoje, eu e outros três trabalhadores (a decisão de entrar em contato com o Diretor foi tomada hoje, dia 19 e não consegui fazer contato com Eraldo a tempo de avisá-lo) fomos até o Edifício 11 (AMRJ) objetivando perguntar ao Almirante Mário (Diretor do AMRJ) se houve resposta da Estatal sobre o tratado entre nós, na Reunião. Mas, ao chegar na portaria do Edifício 11, soubemos que Secretária do Almirante havia saído.

      Foi nos passado, pelo Gabinete do Diretor, o Ramal da Secretária do Diretor: Mais tarde, pelo telefone, perguntei a ela se o Almirante entrou em contato com a Administração da Estatal e se houve respostas da mesma?

   A Secretária ficou de perguntar ao Diretor do AMRJ, já que, segundo ela, o Almirante Mário estava em reunião naquele momento: "Ela pediu para que eu volte a ligar para ela amanhã, dia 20/02".

   Companheiros, peço, estejam atentos, pois, havendo respostas, vamos combinar o dia, o mais breve possível, para nos reunirmos novamente.

   O xxxxx propôs que a Reunião para transmitir a Resposta do Diretor do AMRJ seja feita na hora de almoço (12:30), uma vez que não há outra forma ou lugar para nos reunir fora do AMRJ.

   Aos Trabalhadores da FAJ, LFM e outros AM's que acompanham e aguardam notícias dessa resposta do Diretor do AMRJ, pelo Blog: Após essa Reunião com os Trabalhadores do AMRJ, onde haverá, com certeza, ideias e sugestões, caso a Resposta da parte da Estatal seja negativa ou, mesmo, que não haja respostas, o Blog irá publicar o Tratado entre nós.

   Companheiros, torço, com todas a forças do meu ser, para que a Administração da Estatal e o Almirante Mário tenham entendido a gravidade da Situação vivida pelos Trabalhadores com esse salário líquido, entre R$ 600,00 e R$ 700,00, pelo que foi repassado a ele por nós, naqueles 43 minutos de reunião, a ter que (junto aos demais Pais de família trabalhadores da Estatal que estão indignados com essa situação e esperam essa resposta do Almirante Mário avidamente), convocar os Trabalhadores para expor a situação de fome vivida pelos Trabalhadores e suas respectivas família publicamente por causa desse salário pago pela Estatal.

   Se o PCS da FIA ainda não foi aprovado, a Estatal precisa nos ajudar a sobreviver. Passar esse ano de 2015 até 2016 sem reajuste salarial não será mole para a maioria dos Trabalhadores. Nossa situação está cada vez mais difícil, para não dizer insuportável. É por causa disso que (uma vez que baixos salários não é coisa só da Estatal) a maioria das Pequenas e Grandes Empresas atenua essa dificuldade que é o Trabalhador sobreviver com um liquido salarial pequeno, como o que recebemos, e ter que pagar suas contas como água, luz, telefone, internet etc., arcar, muitas das vezes, com medicação, cuidar da alimentação, da escola de filhos e outras necessidades de suas família, é que essas Empresas se valem da Instrução Normativa SRF Nº 011 de 21 de Fevereiro de 1996 (DOU de 22/02/1996), art. 27, parágrafo único (leiam a lei). Ao fazer isso, os Trabalhadores dessas Empresas usam seus salários líquidos para complementar as compras do mês e têm, assim, subsidiados, pelas Empresas, meios de eles arcarem com as despesas de suas famílias.

   Companheiros, como escrevi nessas postagens (cliquem aqui e aqui): enquanto essa luta judicial que a Estatal está travando para desconstituir a Sentença da Juíza Gláucia Zuccari (Ação Rescisória) e sua busca para anular o direito do Sindimetal Rio de representar os Empregados da Estatal, a Estatal não obedecerá as regras de pisos salariais iguais ao da CCT/SINAVAL, ou seja, Companheiros, temos que pensar em nós e em nossas famílias. "Há muitas águas para rolar por debaixo dessa ponte", até que esse Processo (Ação Rescisória) tenha fim.

   Companheiros, quando houver a convocação, o Blog pede: Atendam nosso pedido para tentar mostrar ao Brasil que, se a Estatal não fizer nada para nos ajudar, os Trabalhadores e suas respectivas famílias sofrerão.

   Se não houver adesão dos Trabalhadores, nada mais poderá ser feito, uma vez que o Sindicato falhou nessa missão de proteger os Trabalhadores.

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Temos que dar um voto de confiança ao almirante Mário, diretor do Arsenal.

Meus amigos.

Temos que dar um voto de confiança ao almirante Mário, diretor do Arsenal. Porque foi do interesse dele em nos ouvir. Ele marcou dia e horário para nos recebermos. Agora se ele vai conseguir fazer alguma coisa é esperar para ver.

Agora não havendo nenhum resultado, cabe a nós tomarmos uma atitude para sermos ouvidos ou vamos para frente da sede, ou Hemorio, ou para a ponte; mas, com certeza, temos que tomar uma atitude para sairmos desta miséria salarial.

Vamos mostrar aos diretores da EMGEPRON que não adianta vir com desculpas esfarrapadas como a desse orçamento, PCS e que o país está assim e assado. Não dá mais para engolir esta situação.

E para aquelas pessoas, que acham que a empresa do jeito que estar está bom. É só olhar para o lado que verá pessoas com 15, 20 anos de empresa que está ganhando um salário de miséria. Uma coisa tenho certeza, pior que estar não vai ficar, cabe a nós, trabalhadores, mudar está situação.



Ass: xxxxxx




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segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015

Vamos nos reunirmos para trocar ideias e achar uma maneira para sairmos desta situação em que estamos.


Meus amigos, quando escrevi aqui sugerindo a passeata na ponte, foi para discutir a hipótese do que podemos fazer. O movimento terá que ter o apoio de todo mundo: Ou vai todo mundo ou não vai ninguém.


Em relação aos fuzileiros, nós não vamos invadir o Mocanguê. Se não podermos soltar no ponto, soltaremos no mais próximo e atravessaremos a pé pela ponte. Se houver resistência, ficaremos parados; pois de qualquer maneira chamaremos a atenção para a nossa situação de miséria salarial na qual estamos.


Vamos nos reunirmos para trocar ideias e achar uma maneira para sairmos desta situação em que estamos.



Ass: xxxxxxx



   E-mail enviado pelo xxxxx, para ser publicado no Blog, em resposta a dúvida levantada no comentário da penúltima postagem dele (leia).

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sábado, 14 de fevereiro de 2015

Tivemos, nesta semana, um exemplo do que temos que fazer para chamar a atenção da população para a situação na qual vivemos, neste estado de miséria salarial.


As fotos foram copiadas do site G1 (vejam).

Funcionários do COMPERJ fecharam a Ponte Rio-Niterói




Meus amigos, tivemos nesta semana um exemplo do que temos que fazer para chamar a atenção da população para a situação na qual vivemos, neste estado de miséria salarial. Mostrar, mesmo trabalhando em uma estatal da Marinha, nosso salário de passar fome.


Vamos fazer uma faixa com o nome da empresa para mostrar as pessoas que estamos lutando pelos nossos direitos e que a Justiça está a nosso favor.


No dia e hora marcada, sairemos para pegar o ônibus e soltaremos próximo ao Mocanguê e de lá sairemos em direção ao Rio.


Peço a todos que fiquem atento para esse dia, pois será o dia do nosso grito de liberdade, que será ouvido por essa diretoria insensível, que será ouvido em Brasília, no Brasil e pelo restante do mundo!



Ass: xxxxx

   A ideia é excelente e possível de se pôr em prática e, uma vez que já foi explorada pelos Trabalhadores da COMPERJ e foi bem sucedida, a imprensa irá cobrir nosso ATO e divulgar a motivação. Um ATO como esse pode decidir no TRT essa Ação Rescisória que nos prejudicará, caso venha ser vencida pelo Advogado Drº Medina. 

  Mas, como falei com xxxx por telefone, devemos discutir, de forma ampla, os detalhes desse ATO com os demais trabalhadores.

   Companheiros, todos esses planos de Ação precisam contar com a força de apoio dos Trabalhadores. ATOS como esses só fracassam se houver medo  e covardia mesclados.

   É natural que haja medo de demissão, retaliação, etc., mas pensem em suas famílias em casa, isso trará coragem.

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