Entenda a realidade na Emgepron.

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Observem: Nesse Blog não há intenção de denegrir ninguém. A ideia é tornar pública as injustiças e estimular a luta por justiça. As referências feitas a pessoas são meramente por situações ocasionais e contextuais que ajudam ou, muitas das vezes, dificultam essa tão sonhada justiça, situações típicas de "ligar o milagre ao santo" que a praticou. O Blog se destina a crônicas, opiniões, desabafos e comemorações sobre a vitória dos Trabalhadores sobre a Injustiça.

O convívio com uma pessoa embriagada não deve ser nada fácil.

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É necessário ter paciência, mas seja sincero ao falar.

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Você conhece alguém que está passando por dificuldades com uso de drogas? Busque apoio... Clique e busque um Grupo em seu Bairro, ou Próximo.

O poder da Estatal e contra quem lutamos pelo Justo.

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Copie e cole em seu navegador: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/AGU/PRC-JT-06-2009.htm. Câmara de Conciliação e Arbitragem da Administração Federal (CCAF): Na visão do Professor Arnaldo Sampaio de Moraes Godoy, o problema tem origem quando o Ministro da Defesa pediu à Casa Civil intervenção para que se provocasse a Advocacia-Geral da União. O INSS, que foi sucedido pela Secretaria da Receita Federal SRF e pela PGFN, pretendia cobrar suposto débito da EMGEPRON,cerca de 16 milhões e trezentos mil reais. A dívida decorria de autos de lançamento fiscal efetivados por auditores do INSS que imputavam à EMGEPRON equívocos na fixação do grau de risco de atividade laborativa preponderante, para efeitos de recolhimento de contribuição previdenciária devida sobre o total de remunerações pagas e creditadas a segurados empregados. Segundo o INSS, a alíquota incidente era de 3%, porquanto o nível de grau de periculosidade da atividade fiscalizada era máximo. Ao longo dos anos, a EMGEPRON vinha recolhendo na alíquota de 2%, isto é, entendia que o grau de periculosidade da atividade que desenvolvia era de nível médio. O INSS também entendeu que a EMGEPRON incorretamente fizera autodeclaração para efeitos de recolhimento do Fundo de Previdência e Assistência Social-FPAS, indicando código que não refletia a situação da empresa, que é pessoa jurídica de direito privado. A EMGEPRON insistia que é empresa pública que presta serviços gerenciais à Marinha, e não ao público em geral. As tabelas de classificação não são exatas e a classificação no código pretendido pelo INSS que identifica, entre outros, pessoas jurídicas que atuam no comércio varejista, em nenhum momento captava e refletia a realidade negocial da EMGEPRON. "Clique na imagem e baixe o livro "Domesticando o Leviatã". Leia a partir da página 278: "O art. 173 da Constituição, que veda benefícios fiscais a empresas públicas, não se aplicaria ao caso porque a EMGEPRON não concorria no mercado".

Ouçam o Áudio da Audiência de Execução em 23/09/2014.

Ouçam o Áudio da Audiência de Execução em 23/09/2014.
Na Audiência: Juíza Gláucia Zuccari, Advogados contratados pela Estatal, Capitão de Mar-e-Guerra (preposto), Pessoal do Sindicato e Trabalhadores da Estatal.

O Blog tem a visão de que, independente de decisão judicial, a injustiça feita tem que ter um fim.

O Blog tem a visão de que, independente de decisão judicial, a injustiça feita tem que ter um fim.
O céu está acima de tudo. E lá preside um juiz que nenhuma "autoridade" pode corromper. (William Shakespeare)

segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

Hoje, 26/01/15, fui até ao RH do Arsenal. Conversei com a Tatiana, chefe do RH.

Quanto aos ATOS de Protestos durante o horário de almoço:

    Os trabalhadores têm se reunido próximo ao Rancho Geral (Ed. 49) como uma forma de protestos silenciosos contra esse arrocho salarial impostos pela Estatal aos Trabalhadores.

   Hoje, 26/01, houve votação sobre se os protestos que começamos continuariam de segunda à sexta-feira, como têm sido, ou que os dias dessas reuniões fossem escolhidos, previamente, após as reuniões junto à CTB.

   Embora a maioria dos Trabalhadores tenham votado pelas reuniões esporádicas, após cada reunião realizada na CTB, outros trabalhadores decidiram continuar os protestos agregando todos quanto quiserem se juntar a nós.

   Ficou definido que os Trabalhadores continuarão com seus ATOS de Protestos, de segunda à sexta-feira, no horário de almoço, das 12:00 às 12:50.

   Estejam atentos ao anúncio no Blog sobre os locais onde nos reuniremos. Divulguem para os demais trabalhadores cada novo local, pois, amanhã, dia 27/01, por indicação de um dos Trabalhadores na reunião de hoje, o local onde nos reuniremos será em frente a Rua da Barbearia, próximo ao Dique Almirante Régis.

  Ali, na esquina do Edifício 11, há uma árvore que faz uma sobra ampla. Os Trabalhadores se reunirão ali, até que marquemos outro local para a continuação dos ATOS de Protestos durante nossa hora de almoço.

   Pedimos que, todos quanto lerem esse anúncio sobre o local, divulguem para os demais trabalhadores.

   Aos Trabalhadores da FAJ e LFM, estejam atentos. Quando for marcado o ATO de Doação de Sangue ao Hemorio, unam-se aos do AMRJ.

   Quanto as informações sobre o nega do DEST ao PCS da FIA:

   Conversei com a Tatiana, chefe do RH (AMRJ) sobre as informações que falam sobre um suposto cancelamento do PCS da FIA pelo DEST/MPOG.

   Nesse Blog, fui o primeiro a me posicionar contra esse PCS (leia), e me posicionei assim com razão, pois "havia" uma intimação de cumprimento da sentença para ser cumprida pela Estatal em 30 dias e sempre questionei o porquê encomendar um PCS se havia uma Intimação?,  mas todos sabem o desfecho dessa "estória".

   As informações sobre um suposto corte no orçamento que levou o cancelamento do PCS feito pela FIA têm sido divulgadas aos Trabalhadores e têm tomado proporção. Companheiros, o Blog não tem como questionar a informação repassada aos Trabalhadores, não tenho como desmenti-la.

   Mesmo não podendo questionar as fontes de onde se originam essas informações, fiz o que qualquer meio de comunicação dos trabalhadores faria:  Por esse motivo, fui ao RH (AMRJ) e fiz as perguntas a Tatiana sobre esse boato. Disse a ela que, embora esse Blog seja um forma de oposição contra as agressões (baixa remuneração) da Estatal aos Trabalhadores, ele tem sido o meio de comunicação que usamos.

   Segue abaixo a resposta da Tatiana a mim:

 Segundo a Tatiana, o RH não recebeu nenhuma informação da Administração da Emgepron sobre o "nega" dos DEST ao PCS da FIA. Ela disse que toda informação que ela tem é que o PCS foi para o DEST (Brasília) para aprovação e aguarda resposta do Órgão. Informou que esse atraso na resposta do DEST estava previsto pelo pessoal da FIA quando disse que há casos em que eles precisam voltar a Brasília várias vezes para ajustes ao PCS.

   Porque fui até a Tatiana?

   Embora essa mesma informação dada a mim, pela Tatiana, tenha sido repassada a mim toda vez que solicitei informações sobre o PCS da FIA aos três representantes dos Trabalhadores na Comissão da FIA (grupo de trabalho), do AMRJ, busquei a informação em uma fonte em que qualquer um de vocês pode ir e  tirar suas próprias dúvidas, diretamente.

   Crer no que a Tatiana informou a mim? Não crer no que ela disse? Esse é um direito nosso. Só peço que os Trabalhadores tenham bom senso e discernimento sobre o que ouvem.

domingo, 25 de janeiro de 2015

Os Empregados Públicos da Estatal veem os Administradores da Estatal Emgepron como uma fonte de maus tratos e ameaças.

Diante da insensibilidade e do SILÊNCIO dos Administradores da Estatal Federal Emgepron sobre o Plano de Cargos e Salários (PCS) feito pela fundação privada FIA e os reajustes salariais, os Trabalhadores terão que buscar levar as injustiças que sofrem até as autoridades através de ATOS de MANIFESTAÇÕES.

   O enquadramento sindical é regra estabelecida na Consolidação das Leis do Trabalho nos artigos 511, 570 e outros da CLT, isto é, o enquadramento sindical dos Trabalhadores não depende da vontade das partes, empregador, sindicato e empregados, é Lei.

  Assim, tanto a categoria econômica (empregador) como a profissional (empregados) devem se submeter aos instrumentos pactuados, como a CCT, pelo sindicato, independentemente de filiação.

   A Estatal obedeceu os artigos da CLT, acima, ao não impedir judicialmente (através de seu poder econômico) que os impostos sindicais depositados em juízo fossem sacados pelo Sindimetal Rio.

   Essa mesma Lei prevê a Convenção Coletiva ou Acordo Coletivo celebrado pelo Sindicato que ela reconhece como Sindicato dos seus Empregados por força de decisão judicial transitada em julgado no TST, segundo o que ela mesma afirmou diante da Juíza Maria Gabriela Nuti (leia). Foi essa Juíza que anulou a intimação que nos daria direito a Convenção Coletiva.

   Se, pela Lei acima, a Administração da Estatal não pôde reter os Impostos Sindicais, ainda que a Estatal não seja filiada ao Sindicato Patronal (SINAVAL) ou mesmo discorde da Sentença que deu a Representatividade dos trabalhadores ao Sindimetal, por essa mesma Lei ela se viu obrigada recolher a contribuição sindical à respectiva entidade sindical. Mesmos os impostos dos que não são sindicalizados.

   Só não consigo entender o porquê da anulação daquela intimação? Tudo que se pedia ali era o cumprimento das garantias mínimas (CCT) aos empregados representados pelo Sindicato que recebeu, de bom grado da Estatal, sem que a Administração da Estatal impetrasse seus famosos e famigerados recursos e embargos judiciais, os impostos sindicais foram liberados. A intimação anulada pelo Drº Medina, o Advogado de 1 milhão e meio de reais, não pedia nada além do mínimo garantido a qualquer trabalhador em área naval.

   Está na decisão da mesma Juíza que anulou a intimação que os impostos sindicais dos empregados da Estatal deveriam ser recolhidos ao Sindicato vencedor, pois o processo havia sido transitado em julgado. E a Estatal disse para a Juíza Maria Gabriela Nuti que não via problema algum nisso.

   Se nossos impostos são enviados ao Sindicato, conforme ordena a lei, porque os benefícios que esse Sindicato obteve para seus representados não podem alcançar os que pagam esses impostos, no entendimento da Administração da Estatal?

  Por 14 vezes, a Juíza falou, na audiência de execução, dia 23/09/14, sobre o mérito da sentença dela: REPRESENTATIVIDADE DOS EMPREGADOS DA ESTATAL. Mas, os benefícios conquistados pela CCT desse Sindicato, não nos foi garantidos por ela. Concordo com a Juíza quando ela entende que cada trabalhador tem uma realidade e propõem a Ação de Execução individual, mas a CCT é um direito dos Trabalhadores e não deveria estar sob dúvidas. Trata-se de um direito garantido pela CLT, no art. 611. Nada contra a decisão da Juíza Gláucia de não dar uma execução de sentença coletiva para os trabalhadores, afinal, se usarmos o bom senso, veremos as devidas diversidades de profissões, tempo de serviço, horas extras, etc. entre nós, que implica que tenhamos de buscar nossos direitos de forma individual. Mas, a CCT é um Direito. Trata-se de uma conquista do Sindicato que representa os Empregados da Estatal. A CCT é o instrumento que  garante o mínimo aos representados pelo Sindicato e que não deveria estar a espera de uma nova sentença.

   A Espera de julgamentos de vários juízes, nisso está a maior injustiça das Juízas Gláucia e Maria Gabriela Nuti que ajudou a Estatal nessa  saga de má remuneração contra os Empregados da Estatal.

   Foi essa timidez da Juíza (diante do  Advogado contratado pela Administração da Estatal) em reconher a CCT como garantias mínimas dos trabalhadores em setor naval que deixou os trabalhadores nas mãos da Administração da Estatal.

http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/del5452.htm

   Seria entendível, para leigos como eu, a recusa da Estatal em cumprir a CCT do Sindicato, isso é, se ela tivesse usado o Advogado de "1 milhão e meio de reais" para impedir o saque dos impostos que estavam depositados em consignação em nome de dois sindicatos, o do Sindicato dos Metalúrgicos e do Sindicato das Costureiras (autônomos), afinal, todos entenderiam que a luta dela contra o Sindicato continuava.

   Mas não foi isso que aconteceu: A Estatal, segundo a Juíza Maria Gabriela Nuti, disse não ter provas para serem produzidas contra o saque dos impostos sindicais, através de Alvará: "as partes (Estatal e Sindimetal) declararam não haver mais provas a serem produzidas".

  Se não há dúvidas sobre a representatividade, então, na prática, temos direitos a termos nossos impostos sindicais recolhidos para o Sindimetal Rio e, também, aos benefícios conquistados por esse Sindicato. 

   Tem sido essa declaração atípica da Estatal de "não ter mais provas a serem produzidas" que me intriga. Logo a Estatal que tem históricos em recorrer de decisões judiciais? 

   Essa decisão da Estatal de não continuar recorrendo nos Tribunais liberou o Alvará para o Sindimetal Rio sacar todos os impostos sindicais. Mas, quando chegou a nossa vez: "

30/10/2014 PROTOCOLIZADA PETIÇÃO.
Descrição: Requerendo Expedição de Certidão (leia o que é certidão)

Parte: Réu.
Nome: EMGEPRON - EMPRESA GERENCIAL DE PROJETOS NAVAIS.
Data: 29/10/2014.
Número: 2014000001013685.


   Pelo art. 495 do Código de Processo Civil, O Drº Medina, Advogado de 1 milhão e meio, tem até setembro para pedir a desconstituição da Sentença, o elemento para isso é o requerer a certidão de trânsito em julgado.

   Agora, se a CLT, art. 548, ordena e a Estatal não recuou e entregou os impostos sindicais ao Sindimetal Rio, 

pela mesma lei (CLT, art. 611), está estabelecida a Convenção Coletiva. Então, porque não cumprir o dispositivo presente na mesma lei? 

   Pode-se até entender que a Administração da Estatal continue buscando desconstruir a sentença que deu a representatividade ao Sindimetal, mas isso não dá direito à Administração da Estatal de não cumprir aquilo que ela mesma considera transitado em julgado.

   Não há brechas dentro da lei, até onde pesquisei (leia mais), para que um empregador contrate Empregados e pague a eles menos do que está convencionado à profissão (eis aí uma deixa para que se entre com reclamação no MPT). 

   Art. 513, da CLT, fala das prerrogativas dos sindicatos, dentre inúmeras coisas. Nisso está claro que, se esse Sindicato conquista algum benefício mínimo para a categoria que ele representa, torna-se um direito desses trabalhadores. A CLT não abre margem para que o Empregador se recuse a cumprir a lei, no que tange a esses direitos básicos de garantias e conquistas mínimas.

   O fato de a Estatal não ter representantes no Sindicato Patronal (SINAVAL, FIRJAN), não dá à Administração da Estatal Direito legais de negar pisos salariais e benefícios presentes na Convenção Coletiva de Trabalho do Sindicato representativo de sua atividade fim, ou seja, se ela contrata um profissional,  deve pagá-lo como tal.

   Os Empregados Públicos da Estatal, infelizmente, veem os Administradores da Estatal Emgepron como uma fonte de maus tratos e ameaças. Isso, porque se tem os  Administradores da Estatal como agentes que, deliberadamente, têm intenção de se perpetuar as injustiças através de baixos salários pagos aos seus empregados. 

   Os Administradores da Estatal são tidos pelos Trabalhadores como seus algozes, pois suas famílias sofrem à medida que o arrocho salarial continua sendo impetrado.
   Os trabalhadores se sentem afrontados pelo poder financeiro demonstrados pela Administração da Estatal ao contratar um único advogado por um preço de R$ 1.548.000,00 para anular uma intimação de cumprimento da CCT, mas não reajusta os salários dos seus Trabalhadores, o que, em tese, poria fim a essa injustiça salarial que se perpetua desde 2007 (data do último PCS).

quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

ATENÇÃO TRABALHADORES DA EMGEPRON NO AMRJ, TODOS OS DIAS, DE SEGUNDA A SEXTA-FEIRA, OS TRABALHADORES DA ESTA TAL ESTARÃO REUNIDOS PARA TROCAR IDEIAS SOBRE NOSSA SITUAÇÃO E BUSCANDO CAMINHOS PARA POR FIM A ESSE ARROCHO SALARIAL QUE ESTAMOS SOFRENDO. TODOS OS EMPREGADOS PÚBLICOS DA ESTATAL ESTÃO CONVIDADOS A PARTICIPAR DESSAS REUNIÕES.

  Em torno de cinquenta trabalhadores estiveram presentes na primeira reunião.

  As reuniões serão realizadas enfrente ao rancho geral, Ed. 49.

   Essas reuniões são ATOS SIMBÓLICOS DE PROTESTOS contra o Arrocho Salarial Terrível que estamos sofrendo. Essas Reuniões serão prévias dos ATOS que iremos realizar.

   Os Trabalhadores estão sofrendo com suas famílias. Nenhum de nós está suportando esse arrocho salarial nem o descaso da Administração da Estatal com seus trabalhadores e com a situação que eles estão vivendo.

   Algo precisa ser feito para evitar que haja uma virada de mesa. Algo precisa ser feito para que tenhamos ganhos reais acima desse IPCA.

   Nessa reunião, discutimos pontos importantes do próximo Ato em direção ao HEMORIO e esclarecemos as ações que estamos tomando para que nossos atos sejam vitoriosos.

  Convidem outros trabalhadores para participar das reuniões.


quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

ATENÇÃO TRABALHADORES DA ESTATAL NO AMRJ: OS TRABALHADORES DEVEM SE REUNIR ENFRENTE AO RANCHO GERAL PARA PEQUENAS REUNIÕES SOBRE O ATO DE DOAÇÃO DE SANGUE NO HEMORIO.

   O Blog convida os Trabalhadores da Estatal para, das 12:30 às 13:00, se reunirem em frente ao Rancho Geral, Ed. 49.

Esse Protesto é um ATO Humanitário.
Será um ATO de Protestos, mas, também, de Solidariedade ao Próximo.

   Os Trabalhadores precisam buscar solução através desses ATOS de Manifestos contra o ARROCHO SALARIAL impostos a nós.

   O ATO se dará com uma Passeata até o Hemorio, onde será feita a Doação de Sangue. A data para o início dos ATOS não está marcada. Há coisas a serem resolvidas antes desse dia. No entretanto, os Trabalhadores precisam se reunir para discutir os detalhes do primeiro ATO de Protesto de 2015.

   Será um ATO de Solidariedade ao Próximo que poderá chamar a atenção da mídia sobre as injustiça da anulação daquela intimação e a contração de um Advogado por R$ 1.548.000,00 pela Administração da Estatal.

   A presença dos Trabalhadores, em frente ao Rancho Geral, será de muita importância, pois há assuntos a serem levados ao conhecimento dos Trabalhadores.

   Esses ATOS e seus efeitos na Imprensa precisam ser assimilado pelos Trabalhadores e amadurecidos.

   Até o início dos ATOS de Protestos contra esse ARROCHO SALARIAL, os trabalhadores deverão se reunir em frente ao Rancho Geral para trocar ideias criativas sobre novos atos que chamem a atenção da imprensa.

  Os objetivos dessas reuniões são esclarecimentos sobre essa necessidade e importância dos ATOs.

   Algo tem que ser feito. 

  A Administração da Estatal precisa entender que os Empregados da Estatal não estão suportando mais. Precisa entender que precisamos ter nossos salários reajustados com poder de compra real.

Nossas famílias esperam por isso.

Os Trabalhadores da Estatal Emgepron estão adoecendo, casamentos estão sendo desfeitos devido a esse arrocho salarial injusto.

 

  A cada mês que vai passando, a situação dos Empregados da Estatal vem piorando.

   Os cortes dos serões, horas extras, pernoites que ajudavam os trabalhadores a melhorarem, um pouquinho, seus salários têm feito com que muitos trabalhadores e suas famílias sofram. 

   Há relatos de casamentos que estão sendo arruinado por não estarem suportando a falta de dinheiro, de alimento, os cortes de energia e telefones por falta de pagamento, dívidas geradas pelas margens consignadas... 

  Há Trabalhadores desesperados devido a falta de dinheiro causado pela baixa remuneração e estão adoecendo... 

   Companheiros, precisamos fazer algo! A Estatal parece continuar inflexível aos desespero dos Trabalhadores. 

Desde abril de 2014, três anos depois de a Estatal ter anunciado a contratação das empresas  Deloitte Touche Tohmatsu (Inglesa) e a brasileira JB Consultoria Empresarial, veio a Fundação Instituto da Administração (FIA). 

   A FIA fez as tais oficinas de trabalho e sumiu. A única coisa que soubemos foi que o PCS que ela supostamente cobrou para elaborar foi para Brasilia (DEST/MPOG) para aprovação, sem que, ao menos, os membros das oficinas de trabalho criadas pela FIA vissem a minuta do tal PCS.

   Já estamos em Janeiro de 2015... Há consenso geral entre os Trabalhadores que a Estatal venha anunciar, somente, o reajuste salarial pelo IPCA (5%).

   Com o pesado arrocho salarial imposto pela Estatal, desde 2007, aos Trabalhadores da Estatal Emgepron, os Empregados da Estatal e suas famílias sofrem.

   O Blog entende que essa luta da Estatal contra o Sindicato pode se arrastar até o STF, mas os Empregados da Estatal não podem esperar mais cinco anos de angústias. Precisamos que nossos salários ganhem poder de compra. Precisamos que a Estatal olhe para seus Empregados e nos valorize.

segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

Qual a solução para que haja o justo que equalize os salários mínimos recebidos na Estatal?

  Essa decisão da Juíza Gláucia de não intimar a Estatal ainda está entalada em minha garganta...

   Se estivéssemos pedindo à Justiça algo além do justo, seria justo a juíza mandar que entrássemos com processo individualmente, mas todos nós, exceto aqueles que recebem subsídios em forma de gratificações, estão sofrendo com esse baixo piso salarial de R$ 900,00. Porque, então, não intimar às partes, União e Estatal, a pagar salários justos aos trabalhadores?

   A decisão da Juíza Gláucia foi injusta, pois deixou os trabalhadores desamparados. Todos que estão na Estatal trabalham em função da Marinha do Brasil, em franca atividades naval, essa atividade é incompatível com os pisos salariais pagos aos trabalhadores.

   Já estamos caminhando para o final de janeiro e, até o momento, a FIA não deu as caras. A promessa do pessoal da FIA de que em janeiro seria implantado o PCS prometido desde 2007, parece que não vai acontecer.

   Na Estatal, os trabalhadores são vítimas de um verdadeiro achaque judicial, pois, mesmo tendo direitos a representatividade do Sindimetal Rio, a justiça se recusa a garanti-lhes os benefícios conquistados pela categoria. A Justiça torna-se tímida e medrosa ao enfrentar o poder monetário, militar e político que se opõem aos trabalhadores da Estatal e suas reivindicações inerentes à atividade naval.

   O ente Estatal se opõem a esses direitos trabalhistas e usa sua força monetária para barrar essas conquistas. Com isso os trabalhadores perdem e, consequentemente, os trabalhadores (salvo exceções), amedrontados diante do medo de lutar por seus direitos, são levados ao desespero, a sofrer as injustiças... Isso têm reflexos diretos na vida pessoal, familiar, comunitária e profissionais dos empregados públicos da Estatal, essas oprimições levam às doenças psicossomáticas, uniões são desfeitas, baixo rendimento escolar dos filhos, má alimentação que gera baixa capacidade cognitiva. Essas são as consequências de uma baixa remuneração injusta.

   Qual a solução para que haja o justo que equalize os salários mínimos recebidos na Estatal ao de profissionais no mercado de trabalho privado ou público?

Justiça...

quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

Só acho injusto que os impostos tenham sidos liberados e os Trabalhadores, donos do dinheiro, fiquem chupando dedo e com cara de "bobos"...


   Qual a dificuldade da Estatal pagar o justo aos seus Empregados?

   O que leva os Administradores da Estatal continuarem com essa política de não informar,
de não traçar uma linha de comunicação direta entre a Sede e Trabalhadores?

   Porque obrigar os Trabalhadores a tantas humilhações?

   Porque fazer com que pais e mães de família não tenham nem mesmo dinheiro para alimentar seus filhos devido ao baixo salário pago na Estatal, quando a Estatal sobeja em lucros?

   Paguem... Paguem salários justos... Sejam justos com os trabalhadores e eles serão justos com vocês.

   Porque a Administração Pública da Estatal continuar com essa política de arrocho salarial? Porque esse achaque jurídico com anulação de uma intimação justa? A recusa de equiparação dos salários, como foi oferecido à Estatal pela Juíza Gláucia?

   Tudo que esse trabalhadores pedem é condição de a Estatal pagar salários justos as funções que ele exercem em atividade naval.

(...), tendo encerrado o exercício com R$ 120,5 milhões em
caixa aplicados no Banco do Brasil (BB) e na Caixa Econômica Federal (CEF).

   Leia mais aqui, RELATÓRIO DE GESTÃO DO EXERCÍCIO DE 2012/Emgepron, página 65.

   Não justifica tanto arrocho salarial... Não justifica ver o desespero estampado nos rostos dos Trabalhadores quando há essa "gordura" guardada em dois Bancos da União.

   Sim... Achamos que a "justiça trabalhista" seria justa e vibramos, ou seja, ordenaria que os salários fossem corrigidos e pagos em 30 dias, como naquela intimação anulada a pedido do Doutor Medina, mas vimos que somos inocentes em acreditar em "contos de fadas" e nos sentimos como Dom Quixote de La Mancha golpeando o moinho de vento imaginando ser Dragão.

  Sim, sinto-me envergonhado, mas não pela luta... Mas, por achar que a "justiça" seria justa.

  Sejam justos e remunerem esses homens e mulheres com base no mérito deles em estarem a serviço da Marinha do Brasil.

"pode-se concluir que o faturamento no período foi de R$
339,2 milhões, 3,89% superior ao realizado no mesmo período do exercício anterior, e gerou um lucro
líquido de R$ 17,3 milhões". Leia mais: RELATÓRIO DE GESTÃO DO EXERCÍCIO DE 2012/Emgepron, página 65.

  Justiça...  Justiça tem sido tudo que estamos pedimos desde o início.

   A maioria desses trabalhadores não pensam em outra coisa, além de poderem pagar suas contas e sustentar sua casa... Sonham em pode cuidar de suas famílias com o salário que recebem de seu trabalho.

   A Questão Sindical, tão sonhada pelo Trabalhadores, era a imaginação de que o reconhecimento da representatividade, pela Administração da Estatal, traria, em seu bojo, os benefícios e direitos inerentes às profissões metalúrgicas navais aos seus trabalhadores... 

   Agora, maioria de nós se encontra desiludida. 

   Nós nos sentimos traídos pela anulação da intimação feita pela Juíza Maria Gabriela Nuti (reveja a intimação).

   Nos sentimos traídos pela Juíza Gláucia não ter feito aquilo que disse que faria "na sua impossibilidade, para dar prosseguimento à execução". Nos sentimos traídos pelo circo de fantoches que foi àquela audiência convocada por ela (áudio).

   Nos sentimos traídos por ver tanto empenho da Estatal em anular uma intimação que garantia o direito metalúrgico aos seus Empregados, mas não vimos, da parte da Estatal, o mesmo empenho judicial para impedir que o Sindimetal Rio recolhesse os R$ 3.000.000,00 (três milhões de reais) em impostos sindicais depositados em consignação, páginas 16 e 17, não que eu ache injusto a entrega ao Sindicato que ganhou, depois de 13 anos de luta, o direito de nos representar, só acho injusto que os impostos sejam liberados sem que a Estatal tivesse contratado um Advogado por mais de Um Milhão e Meio de Reais para impedir isso... E, nos sentimos traídos ao ver os Trabalhadores, os verdadeiros donos do dinheiro em forma de impostos sindicais, ficarem chupando dedo e com cara de "bobos" em meio a tudo isso.

Transitou em julgado, Almirantes Administradores da Estatal...

   Sejam justos com os Trabalhadores... Como foi publicado que seria feito (leia). Pratiquem a virtude da justiça para com eles. Façam o que é de direito, façam o justo.

   Abaixo, decisão do Tribunal Regional Federal sobre o Processo Coletivo de Servidores que foram nomeados para a TTM e processam a União por estarem em desvio de função, dentro do AMRJ, fazendo a função de artífice (profissional).
                       
Senhor(a) Juiz(a),


Informo a V. Exa. o cumprimento ao despacho de fls. 185, com a autuação e distribuição dos seguintes desmembramentos:

0023283-29.2013.4.02.5101 ( BRUNO DA SILVA POLICARPO, CARLOS BRUNO RODRIGUES CABRAL, DIEGO CORREA ABRANCHES, HENRIQUE CARDOSO TORRES E IATA ANDERSON DA SILVA);

0023284-14.2013.4.02.5101 (LEILSON CRISTIANE DA SILVA TORQUATO DOS SANTOS, MARCO ANTONIO MARTINS FREITAS, TIAGO DA SILVA ALMEIDA, MARIO DE SALLES GUERRA JUNIOR, TIAGO DA COSTA MARTINS, VANDILSON SOUZA DOS SANTOS, VINICIUS BARBOSA BESSA E VITOR HUGO SOARES DO ROSARIO);


Respeitosamente,

Rio de Janeiro, 29 de agosto de 2013.

Gilmar Carbonelli
Técnico Judiciário
Matr. 10818

Fonte: http://procweb.jfrj.jus.br/portal/consulta/resconsproc.asp

  Enquanto os Dirigentes do Sindimetal Rio ficam "socratiando" a possibilidade ou não de entrar com o processo individualmente aguardando o "pronunciamento" da Juíza Gláucia Zuccari sobre a petição de execução de sentença de forma coletiva, feita "em nome do Sindicato das Costureiras (autônomos)", em 25/11/2014, no Processo Principal no TRT, o TRF faz exatamente o que a tal Juíza Gláucia mandou fazer que era espalhar o processo em grupos de, no máximo, dez processos por vara do trabalho (ouçam o áudio aos 46min 26seg).

O TRF espalhou o processo coletivo acima em grupos de, no máximo, oito servidores.

Alô, Sindimetal Rio...

Notícias do Blog Metalúrgicos da Emgepron

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