Entenda a realidade na Emgepron.

Entenda a realidade na Emgepron.
Observem: Nesse Blog não há intenção de denegrir ninguém. A ideia é tornar pública as injustiças e estimular a luta por justiça. As referências feitas a pessoas são meramente por situações ocasionais e contextuais que ajudam ou, muitas das vezes, dificultam essa tão sonhada justiça, situações típicas de "ligar o milagre ao santo" que a praticou. O Blog se destina a crônicas, opiniões, desabafos e comemorações sobre a vitória dos Trabalhadores sobre a Injustiça.

Caso em que Empresas não tenham representantes no Sindicato Patronal (SINAVAL)...

Caso em que Empresas não tenham representantes no Sindicato Patronal (SINAVAL)...
Clique na imagem, leia e peça aos Advogados que exijam Jurisprudência a decisão do TRT 3ª Região: "A Convenção Coletiva de Trabalho (CCT), juntada ao processo, devem ser aplicada ao caso do trabalhador, independente da filiação do empregador ao sindicato representativo da categoria patronal".

O convívio com uma pessoa embriagada não deve ser nada fácil.

O convívio com uma pessoa embriagada não deve ser nada fácil.
Clique na imagem e busque apoio em Grupo Próximo ao seu bairro. Tel.: (21) 2253-3377

É necessário ter paciência, mas seja sincero ao falar.

É necessário ter paciência, mas seja sincero ao falar.
Você conhece alguém que está passando por dificuldades com uso de drogas? Busque apoio... Clique e busque um Grupo em seu Bairro, ou Próximo.

As Reuniões de Protestos realizadas pelos Trabalhadores estão suspensas.

As Reuniões de Protestos realizadas pelos Trabalhadores estão suspensas.
Companheiros, fomos informados que o Diretor do AMRJ receberá uma comissão de cinco Trabalhadores, contando comigo.

Ouçam o Áudio da Audiência de Execução em 23/09/2014.

Ouçam o Áudio da Audiência de Execução em 23/09/2014.
Na Audiência: Juíza Gláucia Zuccari, Advogados contratados pela Estatal, Capitão de Mar-e-Guerra (preposto), Pessoal do Sindicato e Trabalhadores da Estatal.

Transcrição da Audiência de Execução do dia 23/9/14.

Clique na imagem e acompanhe a Ação Rescisória Movida para anular a Sentença da Juíza Gláucia.

Clique na imagem e acompanhe a Ação Rescisória Movida para anular a Sentença da Juíza Gláucia.
Ação Rescisória para Anular a Sentença de 2009. Acompanhe os Passos do Drº Medina na busca da anulação da Sentença que deu a Representatividade ao Sindimetal Rio.

O Blog tem a visão de que, independente de decisão judicial, a injustiça feita tem que ter um fim.

O Blog tem a visão de que, independente de decisão judicial, a injustiça feita tem que ter um fim.
O céu está acima de tudo. E lá preside um juiz que nenhuma "autoridade" pode corromper. (William Shakespeare)

quarta-feira, 4 de março de 2015

Na condição de trabalhadores, não podemos pagar o preço da luta da Estatal contra o Sindimetal. Essa luta levará anos e os trabalhadores precisam sair desse Arrocho Salarial.

   Amanhã, o Almirante Mário dará resposta da Estatal: "sim ou não". A situação vivida pela maioria dos trabalhadores da Estatal é de fome, pois o piso salarial recebido pelos Trabalhadores, além de estar fora do que convém ao de suas profissões, está abaixo do piso salarial do mercado.

   Sabemos que isso não tira o trabalhador do sufoco, mas pode ajudá-lo a respirar enquanto essa luta durar.

   Amanhã, às 15h, saberemos a posição da Estatal sobre o que propusemos ao Almirante Mário.

   Lembro aos leitores do Blog que a Conversa com o Almirante Mário foi parte de algo maior que caberá aos trabalhadores, caso a Estatal não se sensibilize à situação de caos alimentícios que seus empregados estão vivendo. O ATO de Doação de Sangue ao Hemorio, como forma de Protesto à Situação Vivida pelos Trabalhadores na Estatal poderá trazer luz a situação em que estamos, mas. para isso, precisamos do apoio dos Trabalhadores nesse ATO. 

  Propomos medida para que possamos sobreviver com esse Arrocho Salarial que nos é imposto. Pelo menos, sobreviver com o salário que recebemos do serviço prestado à Marinha do Brasil.

Empenho: Ato emanado de autoridade competente, que cria para o estado a obrigação de pagamento pendente ou não de implemento de condição; a garantia de que existe o crédito necessário para a liquidação de um compromisso assumido; é o primeiro estágio da despesa pública. Fonte: Tesouro Nacional

domingo, 1 de março de 2015

No dia 05, desse mês de março, os trabalhadores que compuseram a primeira comissão, João, eu, Alexandro Marinho e Eraldo, a pedido do Próprio Almirante Mário, iremos nos reunir novamente com ele.

 Há um Patrimônio da Estatal que precisa de investimento.

   Embora o Almirante Mário nada tenha a ver com nossa situação diretamente, o Almirante quis entender, pela nossa própria visão, o motivo pelo qual nós protestávamos na nossa hora de Almoço no AMRJ. O Almirante Mário nos contatou, através do Serviço de Inteligência (uma vez que os ATOS de Protestos Silenciosos no AMRJ estavam sendo convocados pelo Blog), e nos convidou a falar com ele sobre o que motivava os ATOS; ouvindo a motivação e o que propusemos, ele se comprometeu conosco ser o mediador e levar nossa situação de desespero vivido por nós, e que se agrava exponencialmente em nossas casas, à Administração da Estatal.

   A convocação daquela primeira reunião (leiam-na), por parte do Almirante Mário, foi um ato que merece todo meu respeito por ter sido um Ato Administrativo em que um Administrador de um Estaleiro quis ouvir a razão e buscar solução para o motivo que levava um Pequeno Número de Trabalhadores a Protestar e, acima de tudo, explicar a nós a situação em que vive o AMRJ e suas dificuldades para quitar, todos mês, a fatura de mais de 5 milhões com a mão de obra fornecida pela Estatal.

   Tendo isso sido exposto, entendemos que em nada adiantaria sermos intolerantes naquela mesa de negociação exigindo algo que estava além da nossa capacidade de negociar, uma vez que nem de longe o Almirante Mário se encontrava contra a parede, intimidado pelo pequeno Ato de Protestos iniciado, ou na condição de refém pela situação gerada pelo pequeno número de protestantes que aderiram ao movimento de protestos silenciosos na Escadaria do Ponto de Ônibus dos Trabalhadores da Sede, como pensam alguns Trabalhadores. O fato é: ele buscava, como Administrador, ser o mais diplomático possível, pois reconheceu a razão exposta pelos quatro homens sentados à mesa com ele que o Baixo Sálario recebido pelos Trabalhadores tem sido o pivô dos Atos de Protestos; ele conveio conosco que com o salário líquido recebido por nós não dá para manter uma família, por menor que fosse essa família.

   Entendemos que tínhamos que pensar em nossas situações, dívidas normais como conta de luz, telefone, alimentação de nossas famílias e não invocar as questões sindicais a serem resolvidas, a longo prazo, pela Justiça... Em suma, ali, tínhamos a certeza absoluta que era hora de demonstrar, cabalmente, a ele a nossa necessidade imediata e o caos que o baixo salário líquido que recebemos tem causado na vida social e familiar dos Trabalhadores da Estatal e os problemas de ordem psicológica que têm gerado nos trabalhadores no ambiente de trabalho. Isso, para que ele entendesse o motivo que nos levava a protestar.

   Propomos ao Almirante Mário que ele levasse até a Administração da Estatal que a situação em que nós vivemos é de desespero total devido ao salário líquido que recebemos da Estatal. Pedimos a ele que levasse até a Administração da Estatal que, se nada for feito de imediato, a situação alimentícia dos familiares dos Trabalhadores se agravará ficando em um nível insuportável, pois o que sobra em nossos salários, após os descontos em folha, não ultrapassa os R$ 800,00 (em alguns níveis, como o F1, salário base da Estatal para os concursados para nível fundamental é R$ 952,00, brutos), o salário líquido não chega a R$ 700,00.

   Companheiros, a despeito do que alguns pensam, a Posição do Almirante Mário naquela reunião não era a de um homem refém da situação, mas a de um Administrador que queria fazer com que nós entendêssemos a situação pela ótica administrativa vivida pelo AMRJ, mas, também, ele queria ouvir o que tínhamos a propor a ele. Ouvindo nossa proposta para atenuar a situação gerada pela baixa remuneração, ele se comprometeu a buscar meios, junto a Administração da Estatal, para resolver a situação.

   Concordem ou discordem do que escrevo aqui, mas esse Blog é o canal pelo qual nos comunicamos, é um meio de comunicação e de articulação nosso. A maioria dos Trabalhadores não teria feedback das reuniões com o Almirante Mário sem esse instrumento, por isso, peço que entendam, tenho responsabilidades aqui; é meu dever analisar a situação vivida por nós, denunciá-la e expor meu ponto de vista sobre o que entendo ser certo ou errado (ainda que pague preço alto por isso).

   A minha posição é que, mesmo que a Resposta vinda da Estatal seja negativa, os Atos de Protestos dentro do AMRJ não devem ser retomados.

   Somos homens e mulheres livres e maduros. Sabemos que a única forma de falarmos com o Governo sobre nossa situação salarial ou é usando a força da massa de trabalhadores nas Ruas (que não é o nosso forte) ou, no nosso caso, devemos ir nos articulando por meios eficazes que façam nossas vozes chegarem até aos ouvidos dos que precisam nos ouvir e estão, nesse momento, decidindo nossa situação (cito, como exemplos, os Procuradores do MPT que investigam as denúncias feitas por trabalhadores contra as Demissões em Massa pela Estatal, o não cumprimento do Piso Salarial da CCT/SINAVAL, as diferenças de remunerações entre trabalhadores que exercem as mesmas funções, dentre outras denúncias; a Turma de Desembargadores, tendo como Relatora a Desembargadora Sayonara Grillo (TRT Rio) que está julgando a Ação Rescisória que visa anular a o Direito do Sindimetal Rio de ser nosso Representante, em consequência, anular direitos Trabalhistas Metalúrgicos ganhados com essa Representatividade).

Relação de Empregados pedido pela Procuradora do Trabalho
 SABELLA GAMEIRO DA SILVA TERZI (documento confidencial).

   Quando digo que temos que lutar para que nossa situação se resolva, vislumbro o Poder dessa Estatal e a Força Governamental com que ela se mantém.

   No documento acima, vi o interesse para que a coisa se perpetue da mesma forma que está. A força usada para que a ordem natural das coisa não se inverta... Tudo isso quando vejo documentos, em cujo título está escrito "confidencial", entregues ao Ministério Público do Trabalho, em 03/02/2015. Ali, vi Profissionais que, ou por motivo de doença ou aposentadoria, estão afastados ou aposentados, a época, com salários de R$ 610,00, sendo ele um Pintor, afastado por doença; outro caso, R$ 890,00, sendo um Oficial Industrial/Mecânico, aposentado por invalidez (esses são apenas dois exemplos), digo a vocês que algo tem que ser feito.

   Não será pela força, isso é fato, mas precisamos ir até Brasília: Sim, vocês podem se calar, se omitir, é um direito de cada um de vocês. Mas, penso, nós podemos, juntos, fazer algo para mudar isso. Embora eu não compartilhe mais da velha ideia de se chamar atenção parando trânsito e causando o caos urbano, quando temos 1700 votos, diretos, a serem depositados nas urnas a favor de alguém que nos apoie. Sim, podemos ajudar a eleger um político nosso. 

  Discordo, terminantemente, de usarmos novamente os meios que já usamos para ir até Brasília pela via politica, pois eles falharam vergonhosamente em nos proteger. Falharam naquilo que considero o mais sagrado: "salários dignos". 

   Devemos buscar outros caminhos que abram as portas do Senado Federal, da Câmara dos Deputados, do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão/MPOG.
   Algo tem que ser feito, se não forem os Trabalhadores, não será mais ninguém.

   Nesse documento, em poder do Ministério Público do Trabalho, está a relação de Todos os Trabalhadores ativos e afastados por invalidez ou doença. Nele se vislumbra a justiça salarial quando um Assistente em Administração contratado em 1988 tem sua remuneração em R$ 4.625,00 e a injustiça quando há um Oficial Industrial/Eletricista contratado em 2007 que tem sua remuneração em R$ 1.077,00, quando o piso salarial de sua Convenção diz R$ 2.353,03.

   Sim, nós podemos nos calar, é um direito de cada um. Mas nós podemos fazer algo para mudar isso.

   Somos tem 1700 votos, em potencial, a serem depositados nas urnas a favor de alguém que nos apoie. O Voto é uma arma poderosa apontada para um político e podemos usá-la a nosso favor, sem que precisemos "bater de frente" com o Almirantado que Administra a Estatal.

   Somente usando a força de 1700 eleitores que se comprometam a votar em um Politico que leve essa injusta situação salarial até Brasília e convoque o Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão para resolver a situação.

   Podemos apoiar um Político que não use demagogia conosco, mas que realmente fale do Plenário à Câmara, ao Senado Federal. São votos, os Trabalhadores. Somos 1700 votos, isso sem contar os Votos de nossas respectivas famílias e amigos. Podemos oferecer essa força de apoio nas urnas ao contatarmos um politico e pedir que ele nos apoie levando nossa situação ao Plenário para Votação, ao Senado, ao Ministro do DEST/MPOG. Podemos apoiá-lo nas urnas, se ele se demonstrar lutando por solução à nossa situação.

   Não se trata de utopia, isso é possível, é um ATO que só é preciso, novamente, de UNIÃO dos Trabalhadores no propósito proposto.

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

Há somente um último projétil, na agulha, que poderia trazer luz a distorção de direitos trabalhistas dentro da Estatal, se disparado com precisão, é claro.

Quando a Empresa não votou a CCT no Sindicato Patronal por não ter representação, ainda assim tem que cumpri-lo.

   Os amigos mais próximo conhecem meu pensamento pessoal sobre tudo que está acontecendo e sabem que, quanto a Estatal, o acesso autorizado pela  Procuradora do Trabalho Isabella Gameiro da Silva Terzi a documentos das investigações do Ministério Público do Trabalho na Estatal lançou em mim luz que eu não tinha antes sobre a questão e tirou dúvidas que nunca tive, trouxe respostas que nunca havia feito.

   Ressalto que "não tive essas dúvidas e não fiz tais perguntas que obtive por desconhecer a materialidade da questão"; mas, como disse o "Histórico Homem de Nazaré", a mais de 2000 anos atrás: "Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará."

   Baseando-se que conhecer a verdade é o mesmo que tirar o homem das trevas, ao mesmo tempo lamento ter tomada parte e gritado coisas que desconhecia quase que completamente. Desconhecia, não que eu seja obtuso para não ter entendido quando se havia explicado, mas por ter enxergado coisas pela ótica parcial apresentadas ou omitidas a mim e a nós. Nisso, culpo a Estatal. Seu silêncio sepulcral e desprezo têm gerado todos os conflitos, uma vez que tudo que os Trabalhadores buscam é tentar resolver de forma pacífica sua situação financeira, têm sido a busca do diálogo. Nesse afinco, aliariam-se a qualquer um que lhes estendessem as mãos. Isso é mais do que natural.

   Sim, sou livre em minha consciência em dizer que a falta de coragem dos Trabalhadores, exceto a coragem daqueles 25 homens, em meio aos 915 Empregados Públicos da Estatal lotados no AMRJ, em defender projetos pessoais, sonhos de futuro e manutenção de suas famílias demostrada nos Atos de Protestos Silenciosos na Escadaria, junto ao Ponto de Ônibus da Estatal no AMRJ, que objetivava chamar a Atenção da Administração da Estatal para a agonia sofrida por nós, me desmotivou.

   Há somente um último projétil, na agulha, que poderia trazer luz a distorção de direitos trabalhistas dentro da Estatal, se disparado com precisão, é claro. Não chego ao extremo da presunção de dizer que poderá trazer solução, pois, como disse um comentarista inúmeras vezes aqui, nos comentários do Blog, tempos atrás: "a época de piquete acabou, Alexandre", mas um ATO Genuíno para demonstrar aos Parlamentares em Brasília, aos Desembargadores, ao Procurador Geral da República em Brasília, que a Estatal contrata profissionais de inúmeras atividades e categorias profissionais mas não respeita o Piso Salarial previsto na CLT, art. 611 (leia o artigo). Sim, isso traria essa luz às trevas que cobrem nossa realidade.

  Companheiros, somente nisso, distorção salarial quando todos na Estatal têm suas Profissões, Técnicos na área de Administração ou em Estruturas Navais, Jardineiros, Metalúrgicos, Advogados, Médicos, Enfermeiros, Serventes, Pedreiros, Seguranças, Cozinheiros, Almoxarifes etc... Estamos certos quando "lutamos" por justiça salarial dentro da Estatal, já nos demais quesitos, até que me provem o contrário, estamos errados (ou meio certos).

   A Estatal presta Serviços diferenciados sem concorrentes sim, assim como os Correios o fazem, e, no caso da Estatal, não somente metalurgia; nisso eu martelei o contrário aqui no Blog e estive errado o tempo todo.

   Só que ela não pode negar que contrata técnicos, mecânicos, eletricistas, torneiros, chapeadores etc., ligados à atividade metalúrgica, como ela mesma reconheceu (leia).

   Entender que o DEST e suas politicas para as Estatais impedem a Estatal de muitas ações em Benefício do Empregado da Estatal (como melhor distribuição da PLR, Reajustes acima do IPCA, por exemplos), até mesmo reconhecer que a Marinha (DGMM/Diretoria Geral do Material da Marinha) tem seu Orçamento limitado para manutenção da Frota da Armada e seus Bens físicos e não há previsão de aumento no Orçamento este ano que justifique os Aumentos Salariais previstos, quando da elaboração do PCS da FIA, e que esse Orçamento da União para ao DGMM/Marinha do Brasil não engloba, diretamente, à mesma proporção, aos Aumentos de mais de 300% nos Salários com faturas do Pessoal da Estatal no Apoio à FAJ, ao LFM, ao Espigão, ao AMRJ etc., de acordo com o que rege o Piso Salarial de suas categorias profissionais, é uma coisa, não reivindicar esses salários justos é outra coisa completamente diferente.

   Como fazer com que a União (MPOG) repassasse o Orçamento (verba) para o DGMM (Diretoria Geral do Material da Marinha) para cobrir essa realidade de disparate salarial?

  Como fazer com que o MPOG tenha essa mesma visão da Distorção Salarial vivida pelos Trabalhadores da Estatal a Serviço da Marinha, ou seja, a Visão de que há inúmeros Profissionais, Técnicos na área de Administração ou em Estruturas Navais, Jardineiros, Metalúrgicos, Advogados, Médicos, Enfermeiros, Serventes, Pedreiros, Seguranças, Cozinheiros, Almoxarifes Motoristas, Vigias, Carta Náuticas (pilotos de lanchas, iates, navios etc.) cujos salários estão incompatíveis com seus Pisos Salariais Profissionais?

  Somente  com um ATO Humanitário genuíno, como o idealizado!

  Um ATO de Protesto Singular, Pacifista como o é, que não causaria distúrbios na Ordem Pública, Caos Urbano no Trânsito... Mas esse ATO deveria contar com com todos esses Profissionais das inúmeras profissões.

   Mas, esbarramos no "MEDO"... 

   Esbarramos na falta de Coragem... Medo que faz o Trabalhador se submeter a baixo salário, ainda que esse medo tenha feito suas famílias sofrerem, até hoje...

   Eu não entendo, e não me permito entender, como pode-se temer quando se sofre?

   Mas esse fenômeno existe e não há nada que se possa fazer. Não há Blog, João, Eraldo, Alexandro Marinho, Nilo, dentre outros Trabalhadores, que consigam fazê-los entender que devem reagir ao medo, a falta de coragem.

   O ATO de Doação de Sangue só "seria" (entenda o verbo entre aspas no pretérito imperfeito do indicativo, como quero que seja entendido) sucesso, se todos esses Trabalhadores das Profissões listadas acima aderissem ao ATO de Doação de Sangue no HEMORIO.

  Só seria possível se entendessem esse ATO como forma de Protesto Singular que é. Um ATO Pacífico pouco explorado pelos Sindicatos, na verdade, um ATO Humanitário e Inteligente.

   Agora, somente com os 50 homens e seis mulheres que estiveram presentes no TRT, em 23/9/2014, para Protestar no Dia da Audiência de Conciliação convocada pela Juíza Gláucia, não vai dar. Somente com esses cinquenta homens e seis mulheres que compareceram não podemos fazer essa injustiça ecoar... Não poderemos tornar pública, em Brasília, essa Realidade de Injustiça Salarial vivida por todos os Trabalhadores (a exceção são os cargos comissionados na Administração da Estatal) que nada tem a ver com "Representatividade Sindical do Sindimetal Rio", mas trata-se de uma injustiça latente, presente ainda hoje, e sem previsão de fim.

   A Repercussão viria, até porque o Tema "Estatal Federal" tem sido motivo de curiosidade pela Imprensa e Mídia Televisiva e Virtual, mas há de se ter coragem e assumir os Riscos que podem naturalmente advir daí.

   Sei que há dezenas de homens que esperam esse Dia como Verdadeiros Guerreiros, mas esse ATO é um ATO de Protesto sim, só que ele envolve uma Simbologia Sagrada que queremos explorar com boa intenção à nossa situação que sofremos quando damos nosso Sangue à Marinha do Brasil e sofremos pela baixa remuneração. Acima de um Simples ATO de Protesto, "trata-se de um ATO de Doação de Sangue ao Próximo."

   Não podemos deixar que um ATO como esse seja frustrado, como o que convocamos no TRT, em 23/9/2014, e tivemos vários companheiros que fizeram campanha contra (com motivação pessoal, creio eu).

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

Aos Trabalhadores da Estatal: "A Reunião Marcada para o dia 03/05 está cancelada".

Print acrescentado.
   Hoje, o Pessoal que Assessora o Almirante Mário ligou para mim e avisou que o Almirante Mário marcou uma Reunião comigo e os Três Trabalhadores voluntários, dia 05/03/2015.

  Essa Reunião, a princípio, será para nos dar a Resposta da Administração da Estatal sobre a conversa que tivemos com o Almirante Mário (leia a conversa aqui), onde o mesmo se prontificou a ser um elo entre nós e a Administração da Estatal.

João e Eraldo foram avisados por mim, já o Alexandro Marinho, se não lê o Blog, precisará ser avisado.


terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

MINISTÉRIO PÚBLICO DO TRABALHO ENTRA NO CIRCUÍTO / "ORDEM PARA REBAIXAR AVALIAÇÃO" / PESQUISA NO BLOG

O Documento abaixo está nos Autos de Procedimento aberto, em 2014, pelo MPT:

   Companheiros, a luta é árdua, pois tudo que pedimos é o direito de sobreviver. Não dá para sobreviver com salário líquido de R$ 700,00 tendo que pagar conta de luz, telefone, fazer as compras do mês etc.

   Eu espero que a Estatal nos ajude, pois sabemos que essa luta dela nos Tribunais contra o Sindimetal poderá levar anos, a fio, ou mesmo não ter um fim, mas não podemos ser penalizados por essa luta sem fim. Pensamos que o fim estava na Intimação (veja-a), mas foi anulada e ficamos a ver navios, somente que nós somos trabalhadores da Estatal e precisamos sobreviver.

Investigado: UNIÃO FEDERAL (EMPRESA GERENCIAL DE PROJETOS NAVAIS).
 DESPACHO
Vistos, etc.
Notifique-se a investigada para que, no prazo de 20 dias, informe a situação das tratativas com o Sindicato para elaboração do Plano de Cargos e Salários.
O texto acima está disponível em um dos vários procedimentos abertos a pedido de Trabalhadores e ex-trabalhadores no MPT, basta peticionar ao Procurador para visualizá-los (clique). 
   Outra coisa: Conforme relatório da Google, temos uma média de 400 leitores, diários, fieis ao Blog. É muito pouco acesso a essa ferramenta de comunicação nossa. São poucas pessoas acessando o Blog, frente a necessidade de comunicação e articulação que teremos que ter, isso pelo que temos em mente para realizar. 

   Poucos trabalhadores acessam o Blog, mas podemos partir daí para entender o que podemos fazer:





   No topo do Blog, haverá uma pesquisa, ou melhor, uma votação (com tempo final para votação determinado). O que queremos saber com isso? Queremos saber se os Leitores do Blog compareceriam a Atos de Protestos que visam tornar Pública Nossa Situação de Baixa remuneração vivida na Estatal.

   Lembro-os que há um mal entendido por parte de alguns trabalhadores e acredito que é por eles não acompanharem as postagens do Blog e a maioria não participar das nossa reuniões e, por não lerem o Blog, acabam por não entenderem o objetivo desses Atos que estamos conclamando, ou seja, queremos que nossa situação chegue até aos Desembargadores do TRT que estão Julgando a Ação Rescisória... Até Brasília... Até ao Procurador Geral do Trabalho, em Brasília. 

Temos ciências de que somos pós e cinzas... Apenas Cidadãos Trabalhadores...
Sabemos que o muito que fazemos para proteger nossas famílias ainda é pouco, uma vez que Grandes são os homens que detêm o Poder (capital).



   Não temos a presunção que vamos resolver nossa situação aos Gritos com esses Atos de Protestos nas Ruas, mas queremos que os Desembargadores, antes de continuarem nesse "Jogo de Gato e Rato" entre Estatal Emgepron e Sindimetal Rio, entendam a situação pela realidade vivida pelos Empregados da Estatal que, em sua Maioria Absoluta, têm seus salários líquidos na faixa de R$ 600,00 e R$ 700,00 e tudo que pedem é justiça salarial, ou seja, sobrevivência. São Metalúrgicos, outros não são na Profissão, mas todos estão em área naval, e não são remunerados como tais.

   Considero essa Injustiça salarial, frente a Gigante que é a Estatal em que trabalhamos, conforme Relatório de Gestão do Ano de 2012 da Estatal "Faturamento no período foi de R$ 339,2 milhões, 3,89% superior ao realizado no mesmo período do exercício anterior, e gerou um lucro líquido de R$ 17,3 milhões. Confrontando-se o lucro líquido do período com o patrimônio líquido no final do exercício de 2011, observa-se uma taxa de retorno de 20,36%, superior à inflação e aos juros praticados pelo mercado (Leiam, no Relatório, página 65)" uma forma cruel e desumana, pois fere aquilo que temos de mais precioso nesse mundo: nossas famílias, sonhos e projetos.

   Ficamos felizes com o Sucesso da Estatal, mas nossas famílias sofrem e precisamos que a Estatal nos Ajude a sair desse sufoco, pelo menos até que o PCS da FIA seja Aprovado.

   Pedimos que a Administração da Estatal conceda aos Seus Empregados condição de sustentar suas respectivas famílias com o Salário que recebem pelo seus Trabalhos prestados à Marinha do Brasil.

Observem, por favor:


    Hoje, um Trabalhador ligou para mim comunicando que as Chefias de Alguns AM's disseram que receberam ordens superiores para rebaixar as Avaliações de Desempenho Pessoal já assinadas pelos Trabalhadores.

   Todos os Trabalhadores que estão sendo prejudicados por essa ordem superior devem fazer uma denúncia formal ao Ministério Público do Trabalho. Mas, primeiro, devem munir-se de alguma prova (ex.: Documentos explicando o rebaixamento ou Áudio de algum chefe afirmando ter recebido ordem para rebaixar suas avaliações por ordem de algum superior).

   Relembro-os que, segundo a Repercussão Geral do Recurso Extraordinário RE 589998 (obs.: clique no link e procurem o link "inteiro teor do Acórdão": leia-o), o Supremo Tribunal Federal (STF) entende que para haver demissão de Empregados Públicos Federais, Estaduais ou Municipais, a Administração dessas Estatais (dentre elas a Emgepron) e Sociedade de Economia Mista devem, em primeiro lugar, motivar a demissão pelos princípios constitucionais pétreos que estão previstos no Art. 37, caput, da CF/88. Isso, tendo-se em vista que as contratações de Empregados Públicos estão subordinadas as leis peculiares, além da CLT, e ao que diz o art. 37, II da CF/88, ou seja, você, Trabalhador da Estatal, tem que dar esse motivos à Administração da Estatal para que ela o ponha na Rua: Avaliação de Desempenho Pessoal baixa pode causar sua demissão motivada (conforme diz o documento acima, no primeiro parágrafo), além de prejudicá-lo na Participação dos "lucros e resultados" (PLR) da Estatal. Há Trabalhadores na Estatal que foram demitidos sem que tivessem dado motivos para isso, e foram reintegrados ao Quadro da Estatal por antecipação de Tutela pela Justiça.

   A melhor forma de se defender de uma Agressão aos Seus Direitos é a Denúncia, e rebaixar Avaliação de Desempenho Pessoal de qualquer Trabalhador, de forma deliberada, é o mesmo que premeditar prejuízo ao Trabalhador, é o mesmo que agredi-lo em seu direito. Digo-os: Juntem-se, em Grupos, e vão, ao mesmo tempo, ao MPT e denunciem isso. Mas, volto a dizer: "em primeiro lugar, munam-se de provas do que irão afirmar ao Procurador do Ministério Público do Trabalho".

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

A cada mês que se passa, a situação financeira dos Trabalhadores vai piorando por causa desse Estrangulamento Salarial. Se nada for feito pela Estatal, a coisa só tende a piorar cada vez mais.

   Aos Trabalhadores, 

Conforme foi combinado, entrei em contato, hoje, às 15h50min, com a Secretária do Almirante Mário

  A Secretária do Diretor do AMRJ disse que ele entrou em contato com os Administradores da Estatal, mas não obteve resposta (até o momento em que fiz o contato) e disse a mim que ele pediu que tenhamos paciência (peço que entendam que esse termo usado pela Secretária do Diretor "tenham paciência" não teve conotação de desdém da parte do Almirante, mas teve sentido de que eles precisam de tempo para nos dar essa resposta que procuramos).

   Só que, cada mês que vai passando, a situação financeira dos Trabalhadores vai piorando o que faz com que a paciência pedida pelo Diretor do AMRJ seja um luxo que não possuímos. Ter Paciência significa ter tempo para dar e isso é algo que não temos, pois nossas famílias e dívidas esperam por um desfecho. Não são poucos os casos de vínculos familiares destruídos, necessidade básica de alimentação que não podem ser supridas, pais e mães de famílias cujos nomes estão no SPC e SERASA devido a esse Arrocho Salarial impiedoso imposto aos Empregados Públicos da Estatal Federal Emgepron. Essa situação, a que somos expostos, tem nos afligido.

   Mas, ainda assim, peço aos Trabalhadores, como foi proposto anteriormente: precisamos aguardar até o final do mês.

   Agora, com resposta da Estatal (mesmo se for positiva ao pedido de sobrevivência feito pelos Trabalhadores à Estatal), ou que seja negativa, ou que não haja resposta da Estatal dentro desse limite de tempo, no primeiro dia de Trabalho do mês de Março, o Blog e outros Trabalhadores que entendem a necessidade de haver busca de solução à essa angústia sofrida pelos Trabalhadores irão pedir para que todos os Trabalhadores se reúnam, às 12h30min, atrás da Banca de Jornal, no AMRJ, para debatermos alguns pontos e assuntos que serão levados à Reunião.

   É importante que os Trabalhadores estejam presentes, pois, teremos decisões importantes a serem discutidas nesse dia, antes dos ATOS de Protestos nas Ruas do Centro do Rio.

  O Blog pede que, na segunda-feira, 23/02, os Trabalhadores divulguem essa notícia pelo AMRJ: Dia 02/3/15, haverá reunião dos Trabalhadores atrás da Banca de Jornal.

   Observem, por favor: A Reunião não será na Escadaria, próximo ao Ponto de Ônibus dos Trabalhadores da Sede: a Reunião será atrás da Banca de Jornal, próximo a Barbearia.

   Tudo que precisamos é que a Estatal nos ajude, até que esse PCS da FIA seja aprovado. 

   Tanto eu quanto João, Eraldo e Alexandro Marinho entendemos com perfeição a Relação Emgepron e AMRJ. Entendemos que não há verbas (Orçamento) da União para o AMRJ cobrir as faturas mensais com o Pessoal da Emgepron e que é o AMRJ quem tem que se virar, todo mês, para cobrir essa fatura. Isso é ponto pacífico entre os Trabalhadores. Mas, isso significa, também, que esse PCS da FIA é aumento da folha e custos para o AMRJ, então nos perguntamos: "Será que haverá um PCS da FIA?"

  Não nos compete responder essa pergunta acima, mas, uma coisa é fato: "não podemos passar mais esse período, 2015-2016, sob esse Arrocho Salarial".

   Esperamos que a Administração da Estatal, entenda a situação vivida pelos seus Empregados e faça, juntamente com o Diretor do AMRJ, o que nós, Trabalhadores, sugerimos: "Que haja redução no preço cobrado aos filiados ao PAMSE (Plano de Saúde da Emgepron) e que esse valor simbólico da Cesta Alimentação (R$ 56,00) passe para o valor de R$ 500,00. Isso para que os Trabalhadores possam inteirar esse valor e conseguir sustentar sua casa e pagar suas contas e impostos com seu salário líquido, em torno de R$ 700,00".

   Baseando-se na Instrução Normativa SRF Nº 011 de 21 de Fevereiro de 1996 (DOU de 22/02/1996), art. 27, parágrafo único, leiam a lei: "A dedutibilidade a que se refere este artigo independe da existência de Programa de Alimentação do Trabalhador e aplica-se, inclusive, às cestas básicas de alimentos fornecidas pela empresa, desde que indistintamente a todos os empregados." Podemos entender que esse valor será facilmente deduzido no Imposto de Renda da Estatal. De acordo com a Lei nº 8.981, de 20 de Janeiro de 1995 (leiam-na no art. 30, parágrafo único), Empresas Públicas e Sociedades de Economia Mista pagam seus Impostos de Renda.

   Uma Empresa, seja Pública ou Privada, que pensa na condição vivida pelos seus Empregados terá não somente Empregados, mas verdadeiros aliados.
------

As pessoas que não me conhecem pensam que sou problemático em relação a empresa, e que tenho problema com a minha chefia direta.


Meus amigos.

As pessoas que não me conhecem pensam que sou problemático em relação a empresa, e que tenho problema com a minha chefia direta.

1 – Meu relacionamento com o comandante do meu am é ótima. Sou respeitado como pessoa e considerado um ótimo profissional. E não sou puxa saco.

2 – Na última avaliação tirei 9.5. Perdi ponto em atraso e saída antecipada.

3 – Teve muitos bons profissionais que não receberam P.L. Eu recebi +/- 380, 00 reais.

O que eu quero dizer é que não tenho medo de lutar por um salário mais digno.

Nós temos a Justiça ao nosso lado. Vamos a luta! Não podemos ficar parado a espera de um milagre.

E para vocês, que são novos na empresa. Está é a hora de mudar essa situação para que vocês não cheguem até 10, 15 e 20 anos de firma ganhando um salário de miséria. E quanto os antigos, pensem na aposentadoria com este salário passaremos fome e necessidades por falta de coragem por não termos tomado uma atitude.

Ass: João Carlos

Notícias do Blog Metalúrgicos da Emgepron

Loading...