Entenda a realidade na Emgepron.

Entenda a realidade na Emgepron.
Nesse Blog não há intenção de denegrir ninguém. A ideia é tornar pública as injustiças e estimular a luta por justiça. As referências feitas a pessoas são meramente por situações ocasionais e contextuais que ajudam ou, muitas das vezes, dificultam essa tão sonhada justiça, situações típicas de "ligar o milagre ao santo" que a praticou. O Blog se destina a crônicas, opiniões, desabafos e comemorações sobre a vitória dos Trabalhadores sobre a Injustiça.

Juíza Gláucia mandando a Estatal apresentar Cálculos dos que não estão na tal "lista" à 21ª VTRJ.

Audiência de Execução do dia 23 de Setembro de 2014

Saque o abono de R$ R$ 724,00. é necessário identidade, carteira de trabalho ou cartão do PIS/Pasep.

Têm direito ao abono de um salário mínimo (R$ 724) os cadastrados no PIS-PASEP há pelo menos cinco anos que tenham recebido até dois salários mínimos nos meses trabalhados. 

Para sacar o abono, é necessário apresentar carteira de identidade, carteira de trabalho ou o cartão do PIS/Pasep.

Dê Preferência.

Foto: Dê preferência.

terça-feira, 28 de outubro de 2014

Sindicato avisa que nessa reunião não houve avanços.

Negociação entre Administração da Estatal e Pessoal do Sindimetal Rio.
Negociação entre Estatal e Sindicato não teve avanço, segundo informou Maurício.

Pedi informação ao Maurício sobre a reunião de hoje, entre Sindicato e Estatal, embora eu saiba a posição do sindicato com relação a fazer Acordo Coletiva de Trabalho (ACT), Maurício pediu para eu conversar pessoalmente come ele, visto que, por celular, fica impossível repassar detalhes sobre essa reunião. Mas adiantou ao Blog que a reunião entre a Empresa e o Sindicato não teve grandes avanços.

Amanhã, depois da conversa que ele tiver comigo, informo a posição do Sindimetal sobre essa negociação sugerida pela Juíza Gláucia, na Reunião de Execução do dia 23 de setembro.

Está acontecendo nesse momento a reunião entre Sindimetal Rio e Estatal, na sede da Emgepron.

Maurício informou o Blog que a Reunião entre o Sindicato e Estatal Emgepron está acontecendo nesse momento.

Essa reunião cumpre a demanda judicial em que a Estatal pede um ACT.

Os trabalhadores da Estatal esperam que o sindicato olhe para a situação que os trabalhadores estão vivendo e busque nessa negociação o reajuste imediato dos salários. 

Os trabalhadores esperam que o sindicato insista menos nas regras de sua convenção e esperam que o Sindicato entenda que, às vezes, ceder não é perder.

Que a Estatal entenda a situação dos trabalhadores na Estatal: uma situação atípica a que se vive em outras estatais. Salários humilhantes.  Trabalhadores passando fome,  quando o piso salarial de suas profissões garante o mínimo de qualidade de vida.

Vivemos um linxamento funcional cruel. São 04 anos sem reajuste salarial,  além do IPCA que é obrigatório por lei. 

O Maurício dará retorno sobre a reunião. 

domingo, 26 de outubro de 2014

Em nenhuma empresa que trabalhei, por mais pelego que fosse o sindicato representativo, não havia além de um só sindicato.

Na luta dos Metalúrgicos da Emgepron por Remuneração Justa, tudo que se exige da Estatal é remuneração justa.

video

  A luta dentro da Estatal por Justiça se baseia em fatos. 

  É uma afronta aos direitos dos Trabalhadores quando a Juíza Gláucia sugere que a Estatal reajuste os salários dos Trabalhadores pelo salários das firmas que ela terceiriza e que sigam a CCT/SINAVAL.

  Os Trabalhadores da Estatal têm direitos a salários iguais ao que ordena a CCT/SINAVAL, ainda que essa CCT/SINAVAL não seja seguida na íntegra.

  Os Metalúrgicos, em seus desesperos por justiça, citaram essas gatas (firmas terceirizadas) que a Estatal terceiriza.  a Juíza deve reconhecer que as categorias profissionais têm pisos salariais definidos em convenção coletiva de trabalho.

  O reajuste imediato do piso salarial desses homens e mulheres é uma questão de Justiça.

  Ainda que a Estatal, pelos entraves que ela coloca entre suas portarias e decreto-lei  e a convenção coletiva da categoria, não siga tal Convenção Coletiva (CCCT/SINAVAL), a Estatal tem que reajustar o piso salarial de seus profissionais e ajudantes pelo que se paga aos profissionais nos Estaleiros do Estado do Rio.

  O Blog entende que qualquer acordo coletivo (ACT) que estipule piso salarial desses profissionais abaixo do piso salarial da Convenção Coletiva de Trabalho, constitui-se em prejuízo aos direitos desses trabalhadores.

  O Blog entende que muitos técnicos não dão a mínima para qual sindicato irá representá-los, mas o Blog entende que convocação do SINTEC Rio pela Estatal para negociar a PLR é uma afronta  aos direitos transitados em julgado. Mesmo a Juíza Gláucia não sendo favorável a unicidade sindical na Estatal, isso é uma realidade.

  Como trabalhador vindo das lutas na iniciativa privada, encaro a atitude da Estatal em enviar ofício ao SINTEC Rio como uma afronta direta a CF/88, em seu artigo, inc. II: "É vedada a criação de mais de uma organização sindical, em qualquer grau, representativa de categoria profissional ou econômica, na mesma base territorial, que será definida pelos trabalhadores ou empregadores interessados, não podendo ser inferior à área de um Município".

  Se os elementos dos autos não permitem identificar quais são as categorias diferenciadas (e isso é a tônica que os Advogados da Estatal se ressalvam contra a CCT/SINAVAL), no processo 0168800-03-2005-5-01-0021. A Estatal e a Juíza devem seguir a jurisprudência na decisão da Juíza Ellen Gracie, em 2009, numa situação igual a nossa (leia), onde dois sindicatos disputam a representatividade dos trabalhadores dessa Empresa da iniciativa privada e eles dizem que nos autos não dava para dizer quem são as pessoas das categorias diferenciadasna página 665, a Ministra continua dizendo que o Supremo Tribunal Federal tem mitigado, ou seja, tornado mais brando, a representatividade dos trabalhadores por um único sindicato que represente a maioria dos trabalhadores.

  Em nenhuma empresa em que trabalhei, por mais pelego que fosse o sindicato representativo, não havia além de um só sindicato. 

  É obrigação da Estatal pagar salários justos aos Metalúrgicos, sim.  Mas é obrigação da Estatal reconhecer que a Lei das leis, a Carta Magna (CF/88), no artigo 8º, inc. II e a Jurisprudência RE 310.811-AgR sobre o tema exigem um só sindicato a representar empregados de uma Empresa.

  A Imbel é uma anomalia que, se repetida pela Estatal, prejudicará os trabalhadores.

  Essa anomalia na Imbel é assim por ultrapassar as fronteiras do Estado do Rio de Janeiro. Mas a Estatal tem sua sede no Rio é só existe no Rio de Janeiro.

  Sou contra as artimanhas da Estatal em tentar empurrar goela adentro o SINTEC Rio ou qualquer outro Sindicato que não aquele que venceu a lide, em três instâncias. Minha consciência não me permite calar-se diante disso.

  Ainda que a CLT possibilite inúmeros sindicatos dentro de empresas, prevalece o ponto de vista do STF e, acima do Supremo, a CF/88, art. 8º, inc. II.

  Justiça é tudo que se espera.

Porque meu voto é 13, no PT? Meu voto é um voto de protesto à recessão no Brasil trazida por FHC, ao desemprego do período de FHC, ao FMI que trazia a fome à mesa do Povo Trabalhador, meu voto é um voto de protesto à subordinação total do País ao EUA e à Europa, resumindo, hoje, meu voto é 13.

A estratégia de FHC era seguir ao FMI e ao Interesse do EUA. O Interesse do EUA era fazer anexação econômica dos Países de 3º mundo da América Latina ao EUA e à Europa, numa total dependência a eles. Nesse alinhamento econômico, o Governo do PSDB de Aécio Neves trouxe o desemprego, a recessão, a demissão, o aumento de impostos, o aumento de combustíveis, o aumento dos gêneros alimentícios, o aumento dos juros e da Selic. Isso tudo em meio aos desempregos de milhões de brasileiros desesperados por não conseguirem recolocação, devido a recessão.

DAQUI A POUCO, VOTO 13 EM PROTESTO AO GOVERNO DE FHC QUE AÉCIO VAI TRAZER DE VOLTA.

O partido do Aécio, quando governava o País, foi acusado e investigado por corrupção e compra votos de parlamentares no Congresso Nacional em troca do votos favoráveis à proposta de reeleição (todos os processos engavetados, pois o EUA queria que fosse assim).

Os partidos de esquerda tentaram criar CPI's (Comissão Parlamentar de Inquérito) para investigar as denúncias, mas não houve sucesso, pois o EUA controlava o País, o Judiciário e os Políticos.

A maioria dos Brasileiros, com menos de trinta anos, não se lembra do significado de Recessão: http://www.cosif.com.br/publica.asp?arquivo=paulsingeroutros.

A corrupção no Brasil não foi inventada pelo Partido de Aécio Neves (basta uma olhada na história para notar-se isso, mas aproveitou-se da corrupção para piorar a vida dos brasileiros), veio dentro dos Navios Portugueses e desembarcou no Brasil.

Os portugueses, além de espelhos, aguardentes e pentes para trocar pelo ouro e pau brasil dos índios, trouxeram, em suas naus, com o imperialismo, o patrimonialismo europeu dos reis, barões e duques (a famosa prebenda e sinecura).

Getúlio Vargas tentou estancar a sangria do dinheiro público e trouxe a política administrativa burocrática weberiana (ela funcionou bem na Europa mas, no Brasil, a aristocracia (ricos) resistiu a mudança e o sistema implantado por Getúlio falhou).

FHC trouxe o Sistema Gerencial de Governo para o Brasil e em pouco tempo o Brasil quebrou. Entrou numa recessão profunda esperada e o FMI comandava nosso País (o Sistema Gerencial visa a Globalização da Economia Mundial. Funcionou bem nos EUA, mas no Brasil falhou) sofremos e muito. Os mais jovens não se lembram, por isso a maioria grita "fora Dilma", sem nem entender o que foi a Recessão e FMI nas vidas dos brasileiros, durante o governo de FHC.

No PT não tem santo, mas no Governo do PSDB há o que existe de pior para o povo e os trabalhadores. Se eles ganharem essa eleição, os que não sabem o que é dever as calças que vestem ao FMI vão saber.

Meu voto não é um voto na DILMA, meu voto é um voto de protestos à recessão, ao desemprego, ao FMI, à Subordinação do País aos EUA e Europa, como era o período de FHC que Aécio vai trazer de volta. Resumindo, hoje, meu voto é 13, um voto de impeachment no candidato de FHC, Aécio Neves.

O 45 de Aécio apoia tudo isso, acima.

Meu voto, não é um voto em presidente, escolheria outro candidato se houvesse, mas, nesse caso, o Aécio de FHC é a única oposição à DILMA, então meu voto é nela, é no 13! 

Meu voto é um voto de protesto à recessão no Brasil trazida por FHC de Aécio Neves, ao desemprego do período de FHC, ao FMI que trazia a fome à mesa do Povo Trabalhador. Meu voto é um voto de protesto à subordinação total do País aos EUA e à Europa. Resumindo, hoje, meu voto é 13.

Para Aécio, é o lucro do empresário a qualquer custo. Isso é dar um tiro no pé do Trabalhador.

sábado, 25 de outubro de 2014

DEMITIR EMPREGADOS PÚBLICOS É IR CONTRA DETERMINAÇÃO DO STF.

ATENÇÃO TRABALHADORES PÚBLICOS DA EMGEPRON:


Vocês sabiam que, "se" a Administração da Estatal demitir Empregados Públicos da Estatal Federal Emgepron produtivos, sem se observar os Princípios expressos na Constituição Federal de 1988, caput, relativos à Motivaçãoà Impessoalidade, dentre outros princípios, é o mesmo que contrariar o Supremo Tribunal Federal (STF) que julgou a Repercussão Geral do Recurso Extraordinário (RE 589.998. Leia), não somente para os Empregados Públicos dos Correios, mas para todas Empresas Públicas e Sociedades de Economia Mista da União, dos estados e municípios?

Leiam: http://www.stf.jus.br/portal/cms/verNoticiaDetalhe.asp?idConteudo=233987


Segundo os Ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), Administradores de Estatais como a Emgepron, ou seja, os Almirantes da Emgepron e Diretores da Petrobras, BB, CEF, etc, todos em cargos em comissão, têm que seguir à Constituição Federal de 1988, no artigo 37, caput, quando for demitir um Empregado Público Produtivo dessas Estatais. Como exemplo, a Emgepron.

Se houverem quaisquer demissões de Empregados Públicos na Estatal, os Trabalhadores devem comunicar esse ato administrativo arbitrário, que ofende diretamente ao STF, ao Sindimetal Rio e ir pro pau (entrar na justiça), pedindo a reintegração baseada em suas avaliações de desempenho pessoais e na decisão do STF sobre o tema.

Muitos Trabalhadores da Estatal Demitidos, até em 2011, naquela nefasta demissão em massa, estão retornando por ordem judicial.

Decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) tem força de lei federal, Companheiros.

sexta-feira, 24 de outubro de 2014

Informação sobre a Reunião da PLR 2015, sobre o Acordo Coletivo sugerido pela Juíza Gláucia e o PCS da FIA.

    Sobre a reunião entre Estatal e Sindicato para o tal Acordo sugerido pela Juíza Gláucia que visa o fim da agonia sofrida pelos trabalhadores causada pelo arrocho salarial na Estatal:

  Segundo informou Alex, o Sindicato solicitou uma reunião com a Estatal para discutir um possível Acordo, como foi combinado diante da Juíza Gláucia, na Audiência de Execução, dia 23 de setembro de 2014 (ouçam o áudio e leiam a transcrição), mas a Estatal ainda não definiu uma data para esse encontro.

  Sobre a Reunião entre Estatal, SINTEC Rio e Sindimetal Rio para negociar a PLR/2015:

  O Alex, Presidente do Sindicato, informou que a reunião com o Presidente do SINTEC e a Geovanna, chefe do RH da Estatal, marcada para hoje, dia 24 de outubro, na Sede da Estatal, não aconteceu

  No dia 15 de outubro, logo que fui informado pelo Jonas sobre o Ofício da Emgepron convocando o Sindicato para essa reunião de negociação da PLR, eu falei com Jonas que gostaríamos de ter, no mínimo, três trabalhadores presentes à mesa de negociação para defender nosso ponto de vista. O Sindicato protestou e disse não ter tal autonomia para levar esses trabalhadores à mesa de negociação, pois a reunião seria entre pares (paritária, conforme a nova lei da PLR (leia a lei). Segundo a lei, a negociação se dará com pares: Estatal e Sindicato, ou alguém indicado pelo Sindicato, por igual número. 

  Mas, antes de eu ir ao Sindicato exigir que um de nós fôssemos à reunião, o Jorge Paulo do SINTEC me falou que o SINTEC também havia recebido tal Ofício para negociar a PLR e o Presidente do SINTEC representaria os Técnicos da Estatal. 

  Isso gerou em mim a desconfiança de que a Empresa não estivesse jogando limpo com a gente novamente. 

  Gerou a desconfiança que a Administração da Estatal não estivesse sendo séria na negociação, pois, me me pergunto em qual lugar desse processo transitado em julgado pela representatividade dos trabalhadores da Estatal está escrito que o SINTEC Rio, ou qualquer outro Sindicato, exceto o Sindimetal Rio, deve, por direito adquirido,  representar qualquer categoria de profissionais na Estatal? Ainda que os das tais categorias profissionais diferenciadas? 

  O Curiosos é que nem o Sindimetal sabia que o SINTEC havia sido convocado pela Estatal, nem o SINTEC sabia que o Sindimetal havia sido convidado. Tenho para mim que a Estatal queria fazer "surpresa" para eles

  Então vi que não se tratava de uma forma de se chegar a um acordo com o Sindimetal na questão PLR, pois a Estatal sabe muito bem que o Sindicato não iria assinar nenhum acordo para PLR, ainda mais sabendo que na mesma folha do acordo para PLR estaria a assinatura do SINTEC. Seria o mesmo que assinar que aceita que haja outro Sindicato dentro da Empresa. 

  Para o Sindicato, as regras para PLR estão dentro da CCT/SINAVAL, na cláusula 8ª (leia). 

  Mas, com essa nova lei da PLR, caso a negociação para pagamento da PLR resulte em impasse, as partes, tanto SINTEC Rio, Sindimetal Rio ou a própria Estatal poderão aplicar a lei da "arbitragem". Essa lei é aplicada no que couber. "Leia a lei a lei 9.307/96  da arbitragem".

  Outras informações sobre o PCS da FIA:

  Procurei o Pastor Luís Cláudio, eletricista e membro da Comissão da FIA (Luis Cláudio é um trabalhador que admiro muito pela sensatez e inteligência), para entender melhor a reunião que a comissão de trabalhadores teve com o pessoal da FIA, ontem, dia 23 de setembro. 
  

  Segundo o Pastor Luís Cláudio, o PCS da FIA está em andamento. Para ele, está dentro da normalidade, visto a complexidade sobre o tema e a lei que proíbe a destinação de orçamento público dentro de período eleitoral. Segundo ele, a previsão do tal PCS continua sendo prevista para o mês de janeiro, ainda que não possa afirmar, mas vê todo esforço para que seja assim.


  Trabalhadores, domingo, dia 26, pensem em seus Empregos. Não deem ouvidos à Rede de Esgoto de Televisão.

A Política é criminosa e, para mim, não existem políticos santo. Mas, ainda assim, eles podem prejudicar ou ajudar nossas vidas sociais e trabalhistas.

A reeleição de FHC começou em círculos fechados, com banqueiros, em Nova York.

quinta-feira, 23 de outubro de 2014

Portanto, levantem a cabeça! Vamos a luta! Os dados ainda estão rolando! Não tem nada decidido.

Meus amigos, vamos ter fé na Justiça dos homens e na de Deus, porque estamos lutando pelos nossos direitos! Não adianta ficar achando que já perdemos! Como diz a letra da música “O tempo não para”: “Os dados ainda estão rolando.

Nós não perdemos nada! E não ficam achando que vai ficar pior! Nós já estamos no fundo do poço.

Sendo assim, eu acredito em Deus. Se ele me deu coragem para lutar contra a injustiça, não vai ser almirante, sindicato, juíza e muito menos os covardes que irão nos derrotar!

Posso apanhar, mas também vou bater. Eu entrei na empresa foi por concurso! Sou profissional.

E não tenho medo de ser mandando embora, não devo nada a EMGEPRON, muito menos à Marinha!

Nós, verdinhos, não podemos ter medo porque Deus está ao nosso lado, e se a porta fechar, abrirão mais duas. É só ter fé!

Portanto, levantem a cabeça! Vamos a luta! Os dados ainda estão rolando! Não tem nada decidido.

Ass: João Carlos.

Fale com a Juíza pelo Facebook dela: https://www.facebook.com/glaucia.zuccarifernandesbraga?fref=ts

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