Entenda a realidade na Emgepron.

Entenda a realidade na Emgepron.
Nesse Blog não há intenção de denegrir ninguém. A ideia é tornar pública as injustiças e estimular a luta por justiça. As referências feitas a pessoas são meramente por situações ocasionais e contextuais que ajudam ou, muitas das vezes, dificultam essa tão sonhada justiça, situações típicas de "ligar o milagre ao santo" que a praticou. O Blog se destina a crônicas, opiniões, desabafos e comemorações sobre a vitória dos Trabalhadores sobre a Injustiça.

Juíza Gláucia mandando a Estatal apresentar Cálculos dos que não estão na tal "lista" à 21ª VTRJ.

Na CIPA, AMRJ, Votem: Nilo Sérgio 02; Adilson da Silva 06 e Paulo Sérgio 14!!!

Saque o abono de R$ R$ 724,00. é necessário identidade, carteira de trabalho ou cartão do PIS/Pasep.

Têm direito ao abono de um salário mínimo (R$ 724) os cadastrados no PIS-PASEP há pelo menos cinco anos que tenham recebido até dois salários mínimos nos meses trabalhados. 

Para sacar o abono, é necessário apresentar carteira de identidade, carteira de trabalho ou o cartão do PIS/Pasep.

Dê Preferência.

Foto: Dê preferência.

A Família desse homem o esperava vivo, mas recebeu ele morto. Que haja justiça à família dele.

domingo, 19 de outubro de 2014

Ver a justiça (Juíza) em cima do muro, tem um peso enorme sobre mim.

A lei não é igual para todos. A Juíza Gláucia segue esse mesmo lema.
Estatal contratou um escritório de Advocacia para se livrar da dívida do Passivo e a não reajustar os Salários dos Trabalhadores (leiam a transcrição no 1h 20min 07seg e ouçam o áudio) e conseguiu, até o momento, a não cumprir a convenção (leiam aqui) e só fazer um ACT para, apenas, 1/3 dos trabalhadores (leiam aqui os ardis usados).

  Ver a Estatal convocando o Sindimetal Rio para reunião de negociação da PLR/2015, a princípio parece ser outra vitória. Nada mais do que justo vê-la convocar o Sindimetal Rio para negociar...  Mas ver a Estatal a convocar o SINTEC? Isso só demostra injustiça imperativa pela Administração da Estatal. Só demostra a afronta aos Direitos desses trabalhadores.

 Qual processo pela representatividade dos Técnicos o Sintec Rio travou na Justiça? Então, porque confiar na bondade da Administração da Estatal ao convocar o Sintec Rio para essa mesa de negociação?

Esse Blog continua, mas não sei em qual base me apoiar, já que não acredito na Justiça. Nesse Blog, nunca me apoiei no Sindicato, mas em incentivar a luta dos Trabalhadores, a conscientizá-los de que são empregados de uma Estatal do Governo Federal e merecem serem tratados como tais.

  Nesse Blog, desde o inicio, acreditei na Justiça contra a injustiça, acima de tudo

  Desde o nascimento desse Blog, eu analisava todos os recursos e embargos feitos pela Estatal e as respostas rápidas da Desembargadora Mirian Lippi Pacheco. Eu sempre acreditei que, no "final", quando acabassem todos embargos e recursos, a justiça seria implacável e os trabalhadores sairiam vitoriosos.

  Nossa luta por justiça estava ganha, estava no fim. Qual outro recurso jurídico a Estatal ainda tinha para não estar cumprindo a sentença final? O que ocasionou a mudança de opinião (leiam) da juíza? O que faz com que ela nem mesmo dê sentença definitiva para àqueles 1/3 que ela não considera serem discutíveis?

 Após ouvir o áudio e ter feito a transcrição do mesmo, entendi que a justiça, em que me apoiei, não é tão forte. A posição da Juíza Gláucia sobre como vai tratar a questão dos Trabalhadores da Estatal, nem mesmo tomando uma posição efetiva sobre a questão sindical, me desanimou muito. Na condição de blogueiro, nunca me ative às críticas, eu acreditava na justiça. Acreditava que quando não houvesse recursos para recorrer, a justiça pegaria a empresa pelo "pescoço. Minha surpresa é que a justiça tem sido modesta com a Estatal.

  Não tem cabimento que com o histórico dessa luta, a Juíza Gláucia ainda mandar a Empresa negociar nossos salários. Assim como não é justo que a empresa continue a manobrar apresentando cálculos e planilhas que são desmentidos pelos próprios trabalhadores dos  01h 21min 27seg aos 1h 22min 01seg, na transcrição do áudio, acima. Na hora, eu mesmo a agradeci a juíza a ordem para negociar com a Empresa e DEST, pois são quase duas horas de áudio e a mente humana fixa apenas fragmentos do que está sendo discutido, mas ouvindo a gravação e depois transcrevendo-o para o Blog, confesso, minha decepção, sensação de impotência diante da situação aumentaram.

  Toda minha luta aqui, na qual todos os trabalhadores leitores do Blog são partes, pois esse Blog teve o apoio de vocês na Manifestação 20 de maio e na do dia 23 de setembro, foi baseada na Justiça. Ver a justiça (Juíza) em cima do muro, tem um peso enorme sobre mim. 

  Em toda minha vida sempre tive o pensamento prático, cartesiano, então ver a Justiça fraca diante do poder do Governo Federal, Almirantado que Administra a Estatal e do Comando da Marinha me deixou sem chão. Leia dos  1h 35min 57seg do áudio e transcrição: Juíza fala à Advogada do Sindimetal Rio: "_ Agora, volta àquela questão do interesse público: não se pode tratar uma empresa que tem uma natureza diferente de empresa privada como se empresa privada fosse, está certo? (Leiam a CF/88, art 173, inc. III.

  Como pôde a Juíza dizer isso? Na lei 7000/82, art. 3º (leiam) fala qual é o objetivo da Estatal, que é a busca de recursos financeiros. E a Juíza diz que tratará a Emgepron como uma Empresa não privada... (como dizer "Eu acredito na Justiça!", como dizia antes? Sinceramente, não dá)".

  Quanto ao Ministro da Defesa, ele nunca foi o "chefe" dos Almirantes da Emgepron... Entendi que a posição que ele exerce é semelhante a de uma marionete, uma peça sem independência. 

  O Blog já havia escrito que tinha certeza de que ele era conivente com as mentiras das tais planilhas e reajustes superiores ao da CCT (leiam aqui).

  A força militar dentro do Comando da Marinha e na Estatal Federal Emgepron se mostraram superiores a força da Justiça; se mostraram superiores à Juíza Gláucia Zuccari Fernandes Braga e da Deputada Federal Jandira Feghali.

  O pedido da Juíza Gláucia para que a Empresa reajustasse os salários dos Metalúrgicos ao valor igual aos das terceirizadas não é uma ordem. Não há um sentença objetiva. Isso me preocupa. Ter um Sindicato negociando segunda as regras do DEST/MPOG é ter um órgão da União intransigente impondo seu IPCA (leiam) é preocupante.

  Eu reconheço no áudio a juíza exigir  que a base de qualquer ACT entre Sindicato e Emgepron é o reajuste salarial, mas entendo que os o Escritório de Advocacia contratado pela Estatal está ali para "livrar" a Estatal de qualquer aumento da folha de pagamento (passivo) (leiam a transcrição no 1h 20min 07seg e ouçam o áudio

  Ver a Juíza Gláucia de forma maternal em relação à vontade da Estatal e não aplicando uma sentença que fizesse justiça aos trabalhadores tem sido o motivo de meu desânimo e decepção... Quando sempre escrevi aqui, várias vezes, "eu acredito na justiça, eu me referia a Juíza Gláucia Zuccari". Essa postura da Juíza tem feito eu não escrever aqui no Blog com a mesma esperança e fé efusiva na Justiça.

  Sim, eu sou a favor que o Sindicato faça um Acordo Coletivo para resolver o caos em que vivem os Trabalhadores da  Estatal que têm como base esse salário de R$ 900,00 inicial da Estatal, pois esse salário é vergonhoso, mas tenho para mim que tanto o DEST quanto a Estatal não vão ser tão cordiais nas próximas negociações, e aí? Como será nossa situação? Voltaremos a ter o IPCA aplicado pelo DEST como a única fonte de reajuste salarial?

  Esse Blog está pronto a "criticar veementemente" a política de "não negociação" do Sindicato e da Estatal, mas não tem como dizer que luta por justiça quando a própria justiça está colocando o "galho dentro". 

  Eu confesso que esperava muito mais da Juíza Gláucia que essa atitude de deixar nossos destinos salariais nas mãos da Estatal. Se ela entende que os 539 são os objetos de discussão entre Sindimetal e Estatal, ela deveria ter dado sua sentença para que o reajuste acontecesse, mas isso  não aconteceu.

  Tenho para mim que a Estatal voltará a pedir mais prazo e esse prazo será dado pela Juíza Gláucia. Tenho certeza que a Estatal usará outros meios para continuar a não seguir a CCT, a  não reajustar os salários dos 1/3 que ela diz reconhecer. Seja com argumentos de que continuam a negociar uma saída negociável ou por alguma pressão vinda do alto comando da Marinha, a Juíza se dobrará.

  Espero que todo meu pragmatismo esteja errado, quando, no final desse prazo, a Juíza se mostrar coerente e aplicar sua sentença de forma inexorável e irrecorrível pela Estatal.

sexta-feira, 17 de outubro de 2014

Estatal marcou a 2ª Rodada de Negociação da PLR/2015 para próxima sexta-feira, 24/10.

Maurício Ramos deu retorno ao Blog sobre a reunião, de ontem, dia 16/10, para elaboração da PLR entre Estatal, Sindimetal e Sintec:

Produção de efeitoConversão da Medida Provisória nº 597, de 2012)
Altera dispositivos das Leis nos 10.101, de 19 de dezembro de 2000, que dispõe sobre a participação dos trabalhadores nos lucros ou resultados da empresa, e 9.250, de 26 de dezembro de 1995, que altera a legislação do imposto de renda das pessoas físicas.


Ofício enviado pela Administração da Estatal ao Sintec e ao Sindimetal convocando-os para participar  de Reunião de elaboração da PLR 2015.
O Maurício informou o Blog que esteve na Sede da Estatal, respondendo a esse ofício, acima, que convocou o Sindicato e o SINTEC para negociar a PLR de 2015. 

Lembro aos Trabalhadores que, pela nova lei 12. 832 que alterou quase toda lei 10. 101, proíbe os trabalhadores de elegerem suas próprias comissões para elaborar, junto as empresas, a Participação nos Lucros ou Resultados (PLR). 

Essa nova lei diz que a negociação será paritária (par), ou seja, Sindicato ou representante indicado pelo sindicato e representante da empresa.

Nesse caso, Geovanna representou a Estatal e o Diretor do Sindicato Maurício Ramos representou os Trabalhadores.

A Estatal apresentou ao Sindicato suas regras enviadas pelo DEST da PLR. A leitura que o Sindicato fez não é diferente da que os trabalhadores eleitos naquela comissão fizeram (leiam).

Maurício entende que as regras são absurdas. As regras do DEST, seguidas pela Estatal, são as mesmas regras aplicadas à Petrobras. Sendo que a PLR da Petrobras chega a R$ 18.000,00 e a PLR da Estatal não chega nem mesmo a um salário nominal (salário recebido mensalmente), as regras tornam-se injustas.

As regras são abusivas, pois exigem do Trabalhador o "heroísmo" para alcançar as metas estabelecidas à PLR.

Regras severas demais. Regras rígidas que prejudicam e tiram direitos dos trabalhadores, com aconteceu esse ano (2/3 dos Trabalhadores ficaram de fora da PLR).

As regras rígidas como essas impostas pela Estatal levam os Trabalhadores ao stress que desencadeia doenças cardíacas, hipertensão que levam a morte prematura do trabalhador.

quarta-feira, 15 de outubro de 2014

É hoje: Votem nos que lutam: Alexandro Marinho 01, Nilo 02, Paulo Sérgio 06 e Adilson 14. Dia 16 de outubro, votem em quem luta.

A Lei Federal n. 12.832, publicada em 21 de junho de 2013, alterou a participação dos trabalhadores nos lucros ou resultados da empresa.

Estatal convoca somente o Sindicato e Sintec para negociar a PLR. Não convoca a participação dos Trabalhadores, como foi na outra vez.

Esse ofício foi enviado pela Administração da Estatal convocando SINTEC e  Sindicato para aprovar a PLR.

A Lei 10 101/2000 foi modificada pela Lei nº 12. 832, de junho de 2013

Essa nova lei modificou o artigo 2º  e todos seus parágrafos, incisos e alíneas que obrigavam as Empresas a formarem comissão de trabalhadores para aprovação da PLR.

Nessa lei 12 832, o parágrafo 1º diz: Comissão paritária (par) escolhida pelas partes, integrada, também, por um representante indicado pelo sindicato da respectiva categoria.

Administração da Emgepron enviou oficio ao Sindicato convocando reunião para amanhã, dia 16 de outubro, às 9 horas da manhã.

Jonas comunicou,  nesse momento, que a administração da Estatal chamou, por ofício,  o Sindicato para discutir a Participação nos Lucros e Resultados (PLR). 

O Blog sugere que um pequeno grupo de trabalhadores peça,  diretamente,  ao RH da Estatal a presença de três trabalhadores, escolhidos dentre nós, e por nós, para participar, efetivamente, dessa reunião e de todas outras reuniões em que o assunto toque nossas situações trabalhistas.

terça-feira, 14 de outubro de 2014

E que o senhor Alex aja como um diretor sindical. E ao senhor Wallace, nós gostaríamos que não se envolva nas futuras negociações porque o senhor não inspira confiança.


Meus amigos.

Quando o processo começou, quem estava na frente era o Maurício. Até ai estava tudo bem. Eu sentia que havia sinceridade e honestidade da parte dele. Além disso percebia um interesse do sindicato em nos ajudar a conseguir uma vida decente, com um salário digno e justo conforme o mercado de trabalho.

Quando meses atrás, em uma reunião, ficamos sabendo que a doutora Eneida tinha saído do sindicato (a doutora foi responsável pelo começo do processo). Senti que havia alguma coisa errada.

Hoje temos os senhores Alex e Wallace, que sem mexer uma palha, querem tomar decisões sem consultar os trabalhadores e negam a nossa participação nas reuniões com a direção da empresa.

Só quero lembrar que na última audiência perante a juiza, foram os trabalhadores que impediram que o advogado da empresa engolisse vivo o Alex e a advogada do sindicato!

Agora vêm dizer que não podemos participar das reuniões porque só iriamos atrapalhar ao mostrar a nossa realidade.

Só quero lembrar ao senhor Alex e Wallace que a juíza já deu a sentença favorável somente aos 539 e que a empresa quer negociar e não junto com os técnicos.

E que o senhor Alex aja como um diretor sindical. E ao senhor Wallace, nós gostaríamos que não se envolva nas futuras negociações porque o senhor não inspira confiança.

Ass: João Carlos

Dia 16 de outubro é votação para CIPA: Eles Precisam dessa Estabilidade legal presente no artigo 165 da CLT, para continuarem a lutar por justiça dentro da Estatal.

Esses trabalhadores, Alexandro Marinho 01, Nilo 02Paulo Sérgio 06 e Adilson 14, cujas fotos estão abaixo, precisam ser votados para estar dentro da CIPA. 

Dia 16 de outubro, votem em quem luta pelos seus direitos.


Copiem esses números: 01 , 02, 06, 14 e votem neles, na CIPA.

Alexandro Marinho, Nilo, Paulo Sérgio e Adilson são os que, como tantos outros trabalhadores da Estatal, estão na linha de frente nas manifestações, Audiências e cobrando atuação no Sindicato.

Trabalhadores do AMRJ, copiem os números desses homens, pois eles põem a cara. Sendo pais de família, temem pelos seus empregos. 

Votem neles

segunda-feira, 13 de outubro de 2014

Administração da Estatal "não" receberá, no dia 23 de Outubro, o Pessoal do Sindicato na Sede da Estatal. Nesse dia, segundo o Wallace falou com Nilo, será, somente, uma reunião entre Emgepron e a Fundação Instituto da Administração (FIA):

Os Trabalhadores da Estatal não suportam mais.
Os Trabalhadores exigem do Sindicato e da Administração da Estatal  que se cheguem logo ao Acordo, como ordenou a Juíza Gláucia.
A informação que o Blog tem é que o Pessoal do Sindicato irá se encontrar com o a Administração da Estatal para novas rodadas de negociações para se chegar a um Acordo, mas não tem data marcada.

O Prazo dado pela Juíza Gláucia para Sindicato e Estatal termina dia 07/11.

O Blog pediu para que o Jonas levasse aos demais Diretores do Sindimetal a proposta dos Trabalhadores de terem representantes na Reunião entre Empresa e Sindicato. Mas a proposta foi recusada pelo Pessoal do Sindicato, segundo informação do Nilo, alegando que podemos prejudicar a tentativa de acordo.

Lembro-os que essas negociações, para se chegar a um acordo mútuo, foi ordem da Juíza Gláucia que pediu para que, no final do prazo de 45 dias para a Estatal e 15 dias para Sindicato contestar, os dois voltassem até ela, conclusos.

Ouçam: Áudio da Audiência do dia 23/09 e leiam a transcrição do áudio

A Situação dos Trabalhadores se agrava, à medida que o tempo passa. O Desespero de pais e mães de família é nítido em cada rosto. O Tempo não conta para a Administração da Estatal, não conta para o pessoal do Sindicato, mas conta para os Trabalhadores da Estatal.

Há homens e mulheres que não conseguem alimentar sua família com o salário que recebe na Estatal e exigem que seus salários sejam reajustados.

O empobrecimento causado pelo salário achatado e a falta de reajustes salarias que aumentem o poder de compra de seus salários têm levado os trabalhadores ao nível máximo do stress.

Os trabalhadores da Estatal exigem do Sindicato e da Administração da Estatal Federal Emgepron a solução definitiva, para a questão salarial.

Notícias do Blog Metalúrgicos da Emgepron

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